Este evento busca abordar como a região amazônica, com sua imensa amplitude espacial, social e ambiental, muitas vezes, ainda é descrita como uma única realidade, contendo os piores índices nos indicadores governamentais (IDH, IDEB, GINI, etc.), e como a mais afetada pelas pressões humanas na natureza.Entretanto, é necessário investigar mais a fundo a ideia de “bem-viver”, e quais grupos e comunidades efetivamente fazem sua “antropização” de forma negativa ou positiva, focando nas percepções destes sobre sua realidade.
Em conjunto a isso, dados climáticos abertos, sejam coletados em campo ou por sensoriamento remoto, transformam a forma de monitoramento das mudanças do clima e do uso da terra, embora com limitações técnicas, contribuindo no planejamento para mitigação e adaptação aos impactos futuros da crise climática. Nesse sentido, o evento busca caminhar por ambas abordagens e suas aplicações, rumo a ampliar a discussão sobre dados abertos para auxiliar a governança nos aspectos sociais, econômicos e ambientais na Amazônia.