Propõe uma abertura pública da Loja Maçônica Fidelidade Mineira a partir da recriação simbólica do contexto de 05 de setembro de 1889, momento associado à introdução da iluminação elétrica na cidade. Entre documentos preservados, lacunas do arquivo e permanências arquitetônicas, a ação convida o público a refletir sobre memória institucional, modernização e os silêncios produzidos pela perda documental.