Nos dias
4, 5 e 6 de dezembro de 2024 a Universidade Federal de Sergipe (UFS) convida a
todes para o III ConQueer - Conferência Internacional de
Estudos Queer. Nesta edição, os diálogos, trocas, afetos e vivências se voltam
para o tema “Estudos trans e Cuir: intersecções e diálogos transnacionais”.
Para além disso, as pesquisas, performances e experiências realizadas no
Nordeste e outras regiões do Brasil, ganham centralidade; as perspectivas
cuir-sapatonas-bichas-pretes-trans-indígenas tecem ponte com outros países
mundo afora na tarefa de criAção de mudanças
paradigmáticas nos estudos de gênero, na tarefa de trans-ver-perceber o mundo.
A
pergunta mobilizadora deste encontro poderia ser: Como viver na
radicalidade do impossível? Sobreviver e produzir desde nossos territórios
quebrados, feridos, marcados? Na quebra, juntas, poderia nos dizer Jota
Mombaça. Essa ideia nos inspira a pensar nas potencialidades radicais de reelaboração
dos modos de ser vulnerável em grupo (MOMBAÇA, 2021) – mas se acalmem,
não há coesão romântica ontoepistemológica nenhuma nesse pensamento. Temos de
lidar, ainda, com as feridas abertas, com os estilhaços, os medos, os assombros
e compreender as potencialidades de nossas próprias monstruosidades.
Inconstâncias. Insuficiências. Fracassos (HALBERSTAM, 2020). Resistência com
alegria (COLLING, 2022). Qual o melhor caminho? Não há. Talvez devamos tocar
as quebras umas das outras (MOMBAÇA, 2021, p. 26), politizar as
vulvas-feridas-abertas-das-américas-latinas. InsubMissas do sétimo
dia (Linn da Quebrada), colocamos nossas corpas sem juízo (Jup
do Bairro) à espreita; atentes, questionamos a enunciação universal produtora
de tanta outridade, seguimos em busca de outras configurações
das relações entre poder, saber e vida. Monstras remodeladas na lama do
próprio quintal, desde as encruzilhadas do Sul Global, de ponta cabeça,
convidamos a todes para essa dança em chão nordestino. Nesta edição do
ConQueer, apostamos em práticas experimentais capazes de elaborar e
reduzir a dor epistêmica (PRECIADO, 2023, p. 22), acreditamos que as
artes, os ativismos, as filosofias, os afetos políticos, possuem essa
capacidade.
Esperamos
por vocês!
*Corpas
juntas na quebra deste texto-convite:
Jota Mombaça (Não vão nos matar agora, 2021); Jack Halberstam (A arte queer do
fracasso, 2020); Linn da Quebrada (Submissa do 7º dia); Jup do Bairro (Corpo
sem juízo); Paul B. Preciado (Dysphoria Mundi, 2023); Leandro Colling (Arte da
Resistência, 2022).
HISTÓRICO
A primeira edição da Conferência Internacional de Estudos Queer –
ConQueer foi realiza em 2018 e pretende explorar as várias dimensões que as
epistemologias feministas queer nos oferece para pensarmos e analisarmos a
dinâmica das relações sociais em diversos contextos socioculturais em que se manifestam. Nesse momento, o olhar acadêmico tende a deslocar-se para diferentes
realidades, em busca de inspiração teórico-metodológica e ativista de
enfrentamento ao momento obscuro que estávamos vivendo no Brasil. Ataques como
os manifestados contra a participação da professora e pesquisadora Judith Butler
em eventos acerca dos Fins da democracia e, mais recentemente, os ataques
vergonhosos ao professor Leandro Colling (UFBA), nos encorajam a progredirmos
nos estudos lésbicos, gays, trans e queer. Assim, nasceu o ConQueer um evento a ser realizado bianualmente.
Em 2020,
a coordenação geral optou por não realizar o evento dada a crise sanitária da
COVID 19, sendo que após a retomadas as atividades científicas presenciais,
organizamos a segunda edição em 2022. A segunda edição do ConQueer, teve como
tema escolhido "Poéticas cuir", que traduziu nosso desejo pelos
deslocamentos, por fazermos das fronteiras territórios de criação e produção de
narrativas múltiplas, poéticas e sensíveis.Em busca de inspirações teórico-prático-metodológicas que reafirmem nosso
compromisso com uma comunidade acadêmica crítica às normalizações,
naturalizações, essencializações, monoculturas e binarismos acerca das
dissidências de gêneros e sexuais, apostamos na força da intersecção entre
arte, ativismo e produção acadêmica.
LANCE SEU LIVRO NA III CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE ESTUDOS QUEER
A Comissão Organizadora da III
Conferência Internacional de Estudos Queer convida a todos/as/es para enviarem
seus livros (2022 a 2024) para o lançamento.
Os livros aprovados para
lançamento serão divulgados até 25 de novembro de 2024 e o lançamento ocorrerá no dia 05/12, segundo dia do evento, às 16h30.
CHAMADA PARA SUBMISSÃO DE PROPOSTAS DE GRUPOS DE TRABALHO
Com o propósito de contar com a
participação efetiva de estudantes, docentes, ativistas, artistas e quaisquer
pessoas interessadas, o ConQueer convida a submeterem propostas de Grupos de
Trabalho (GTs). Os Grupos de Trabalho deverão ser orientados por temáticas ou
eixos de interesse, de modo a propiciar debates e discussões relativos aos
objetivos do evento.
Nesta edição, o tema “Estudos
Trans e Cuir: intersecções e diálogos transnacionais”. As pesquisas,
performances e experiências realizadas no Nordeste e outras regiões do Brasil,
se destacam entre as múltiplas perspectivas vindas de muitos lugares, pontes
entre outros países, mundo afora. É um espaço de experimentação para gerar
mudanças nos estudos de gênero, informadas também pelas visões decoloniais e
pós-coloniais, indígenas, afro-diaspóricas produzindo saberes
cuir-trans*travesti, interseccionais, irreverentes e periféricos, conhecimentos
de(s)/subjugados reformulando sujeitos políticos, afetos e criação artística.
A seleção das propostas, dentro dos limites de
infraestrutura física e com base nos critérios de relevância, interesse
científico e atualidade, será realizada pela Comissão Organizadora.
Cada proposta poderá contar com no máximo 5 (cinco) coordenadores e esses coordenadores deverão submeter uma única proposta. O prazo para envio das propostas é de 13/05 a 31/05/2024 e deverão ser encaminhadas para o e-mail grupoconqueer@gmail.com.
Amplie o Alcance da Sua
Pesquisa e Contribua para a Transformação da Sociedade!
É com imensa alegria que
anunciamos uma grande oportunidade para os participantes do III ConQueer: os
melhores textos submetidos e autorizados durante o processo de submissão serão
publicados em livros que serão lançados durante o evento, em uma celebração
especial com a presença de todos/as/es vocês!
Imagine suas ideias sendo
compartilhadas em uma obra coletiva que não apenas destaca as pesquisas mais
inovadoras, mas também fomenta diálogos essenciais sobre os estudos trans e
cuir em um contexto transnacional. Esta é a sua chance de ver suas descobertas
circularem amplamente e contribuírem para a construção de uma sociedade mais
informada, crítica e inclusiva.
A publicação dos trabalhos no III
ConQueer é muito mais do que um reconhecimento acadêmico, é uma forma poderosa
de garantir que suas contribuições alcancem um público ainda maior,
influenciando debates e práticas que reverberam além da academia.
Prepare-se para ver seu trabalho
apresentado em uma obra que será lançada com grande entusiasmo durante o
evento, em um momento de celebração e troca de experiências. Não perca a
oportunidade de fazer parte dessa iniciativa que promete transformar não só o
campo dos estudos queer, mas também a sociedade como um todo.
Seu trabalho merece ser lido, discutido e celebrado! Vamos juntos/as/es garantir que essas ideias impactem o mundo!
Chicanita do fim do mundo foi o
modo que a feminista queer chicana Gloria Anzaldúa se referiu a si própria e
suas mãos de mulher da roça – grossas e calejadas, nas palavras dela –
segurando a caneta e ousando o gesto da escrita. Pensar, pesquisar, sentir,
escrever. Como poderia uma chicanita do fim do mundo romper as hierarquias
institucionalizadas? Como poderia esculpir sua própria face e inscrever seu
modo de ver o mundo nesses espaços? Quais ferramentas utilizar para fazer
conhecimento a partir de sua ferida aberta? Como desaprender as merdas
pseudo-intelectualizadas, a lavagem cerebral que paralisa a escrita? Anzaldúa
cria o conceito de autohistória-teoria para operacionalizar a conexão entre
escritura autobiográfica e produção de conhecimento. Com isso, ela deseja que
quebremos os paradigmas tradicionais existentes da escrita masculinista, não
poética, objetivista. A poesia não é um luxo, como nos disse Audre Lorde. Ao
contrário, a poesia faz muita coisa acontecer, a poesia ampara nossos medos,
nossas raivas e alimenta nossas ações. Se você se considera uma chicanita no
fim do mundo se achegue, este GT é para compartilharmos nossas políticas de
escritas e pesquisas.
Área Temática 02
Corpo/grafias
(Trans)Continentais: por uma cuirtopia dos corpos migrantes
Quais são as implicações e os
atravessamentos das vivências das corporeidades cuir-trans-travesti quando
imersas na intersecção entre dissidência, raça e movimentos transfronteiriços?
O presente GT acolhe proposições cuja herança matricial resida no fazer
artístico de pessoas cuir que transitam por múltiplos sistemas semióticos,
especialmente aqueles que se constituem em geografias periféricas. Partindo das
interconexões entre as histórias das comunidades LGBTQIAPN+ do Sul Global,
buscamos abordagens que explicitem os modos em que tais suportes desafiam a
metafísica ocidental. Inspirando-nos em perspectivas decoloniais,
afrodiaspóricas, indígenas, campesinas e quilombolas, criamos espaço para
trabalhos que enfatizam modos de construir uma cuirtopia ou novas cartografias
(Ramos, 2022), pelas quais essas multidões (Preciado, 2011) possam transitar
sem que suas vidas sejam precarizadas (Butler, 2004; 2018) pelas zonas
fronteiriças dos Estados-nação brancocêntricos e cis-heteronormativos.
Área Temática 03
Dissidentes
sexuais e desobediências de gênero: a literatura LGBTQIA+
O estudo de Delcastagnè (2005)
confirma, a partir de dados numéricos, um panorama já há muito observado, mas
que não havia sido quantificado: a existência (ou permanência) de padrões
cisheteronormativos, brancos e coloniais na construção de personagens da
literatura brasileira. Muito embora o estudo tenha um recorte temporal e de
publicação bastante específicos, os resultados servem de baliza para se
refletir a respeito não só do cânone, mas também do ensino literário e do
mercado editorial. A partir dessas constatações, o GT receberá trabalhos que
busquem contribuir com a leitura crítica de obras que tematizem ou sejam
produzidas por pessoas LGBTQIA+, em diferentes contextos e sistemas literários,
enfatizando, como se revela no título, personagens dissidentes sexuais e/ou
desobedientes de gênero. Interessa-nos também propostas que trabalhem com
arquivos literários produzidos em contextos de ódio à existência desses
sujeitos minoritários, afinal, parte significativa da representação literária
está ligada aos “sonhos de extermínio” (GIORGI, 2004) destes corpos.
Área Temática 04
Entre
rasgos, riscos e rasuras: Epistemologias Transfeministas e Educação
Ao longo de uma década desde
seu surgimento no Brasil, o transfeminismo, como práxis teórico-política, tem
suscitado tensionamentos e rasgos que impactam tanto os movimentos sociais,
quanto o campo de estudos de gênero. Com o avanço da presença de travestis e
pessoas trans nas universidades brasileiras, pesquisas que se localizam em
diferentes disciplinas passaram a agenciar marcos transfeministas para a
apreensão da realidade. Nesse sentido, lentes transfeministas estão sendo
aplicadas para análise dos diversos componentes que dizem respeito à pesquisa
em Educação. Este GT se propõe a receber trabalhos que discutem as seguintes
temáticas a partir das interfaces entre transfeminismo e Educação: 1)
Transfeminismo, travestilidade, subjetividades, biopolítica e o papel da
Educação nas relações de gênero e sexualidades; 2) Processos performativos,
artivismos e pesquisa em Educação; 3) Dissidências de gênero e o currículo; 4)
Movimentos sociais, transfeminismo e lutas por reconhecimento.
Área Temática 05
Estudos
Afro-Queer: Mulheres não-brancas fora da ordem do discurso dominante
Este Grupo de Trabalho tem como
objetivo explorar as práticas de mulheres não-brancas através da lente dos
Estudos Afro-Queer, investigando como suas expressões culturais desafiam e
reconfiguram normas dominantes de gênero, sexualidade e identidade. Pretendemos
analisar como mulheres quilombolas, de terreiro, indígenas, negras, imigrantes,
refugiadas e de diversas origens étnico-raciais utilizam suas experiências e
performances para subverter narrativas hegemônicas e contribuir para a
construção de saberes afro-queer interseccionais e periféricos. Este GT busca
promover uma discussão inclusiva que englobe métodos contracoloniais e
pós-coloniais, valorizando sabedorias indígenas e afro-diaspóricas na
construção de identidades políticas, afetos e expressões artísticas, ampliando
o entendimento sobre as complexidades e contribuições das mulheres não-brancas
nos estudos afro-queer e na resistência cultural.
Área Temática 06
Gêneros,
Sexualidades, Currículos e Educação em Composições Queer
Quais composições queer podemos
fazer com gêneros e sexualidades para problematizar os saberes, a vida, os
prazeres, os desejos e expandir as nossas potências? A partir dessa
pergunta-provocação queremos convidar pesquisadoras/es para apresentar seus trabalhos
e com a gente fazer composições queer com gênero, sexualidade, currículo e
educação para explorar e discutir processos de subjetivação, as relações com
educação e com as culturas a fim de tensionar as normatizações e seus efeitos
em nossas formas de conhecer, em nossos corpos, tempos e espaços no presente. O
eixo tem como proposta estudos que mobilizem os conceitos de currículo e
educação, podendo ser a noção de currículo e educação não circunscritos aos
espaços institucionalizados, além disso aguardamos trabalhos que consigam
evidenciar uma proposta queer do pensamento.
Área Temática 07
Infância
Trans e Cuir em uma Perspectiva Interseccional e Transnacional
O Grupo de Trabalho tem como
objetivo investigar as nuances das experiências de infância relacionadas às
identidades trans e cuir em uma perspectiva interseccional e transnacional.
Serão examinados os impactos dos diferentes contextos culturais, sociais e
políticos globais na formação dessas identidades, enfatizando a interseção
entre gênero, sexualidade, raça, classe e outros marcadores identitários. O
propósito é fomentar diálogos que aprofundem a compreensão das vivências
infantis trans e cuir, com vistas à promoção de ambientes inclusivos e
receptivos para crianças em sua diversidade.
Área Temática 08
Interfaces
jurídicas e políticas de combate ao gênero
O presente GT receberá
trabalhos que reúnam abordagens teórico-metodológicas de pesquisas queer sobre
discursos negacionistas contra o “gênero” por políticos populistas, com
interfaces em Política e Direito. Há uma exaltação da família patriarcal com
valores conservadores, o negacionismo, a vulnerabilização de grupos
estigmatizados e sua desumanização. A dimensão transnacional do fenômeno
incentiva reflexões sobre suas características macroestruturais, como a difusão
e a legitimação social do neoconservadorismo supõem a existência de condições
sociais favoráveis, dadas em momentos de crise social, quando se acirram as
tensões e o poder dominante utiliza mecanismos coercitivos para impor a ordem
social. O GT tem o propósito de fortalecer estudos queer mobilizados pela chave
de análise de uma retórica em torno do que seria a “ideologia do gênero” e seu
cenário fantasmático que desnuda a necessidade de analisar como a agenda
neoconservadora tem impetrado uma política moral que vulnerabiliza corpos LGBTQIAPN+.
Assim é possível observar a maneira que sujeitos são controlados, a partir de
processos subjetivos, por técnicas de linguagem.
Área Temática 09
Intersecções
invisíveis: Pessoas trans com deficiência na perspectiva QueerCrip
Nos últimos anos, no Brasil,
tem-se notado uma proliferação de grupos que inspirados na teoria queer/cuir e
na interseccionalidade tem e vem discutindo nuances antes jamais imaginadas.
Esses grupos têm provocado discussões que abordam questões como autodeterminação
de gênero, vivências de sexualidades e corporalidades dissidentes, além de
desafiar as normas políticas e sociais que reproduzem modelos de ação pública
baseadas em lógicas coloniais e neoliberais. Diante desse panorama, o presente
Grupo de Trabalho (GT) visa oferecer um espaço de reflexão sobre essas
questões, explorando tanto seu desenvolvimento histórico quanto as polêmicas
que têm surgido em relação a pessoas trans com deficiência. Uma das ênfases do
GT será a integração da teoria queer crip e suas aplicações para entender as
vivências de pessoas trans com deficiência. O GT busca trabalhos que versem
sobre pessoas trans como agentes ativos/as/es na construção de suas identidades
e na resistência às normas cis-heteronormativas e capacitistas.
Área Temática 10
Masculinidades,
subalternização e dissidências: afinal, o que é ser masculino?
Esta seção nasce a partir do
desejos dos coordenadores de compreender as vivências das masculinidades
dissidentes. A construção da masculinidade hegemônica é pautada na visão
cisheterossexista e constituída pela violência da dominação das masculinidades subalternizadas.
O objetivo desta mesa é proporcionar um espaço de debate sobre as
masculinidades dissidentes e suas relações subalternizadas, assim como outras
masculinidades que são construídas pelas perspectivas decoloniais e
pós-coloniais, indígenas e afro-diaspóricas, produzindo saberes
cuir-trans*travesti, interseccionais, irreverentes e periféricos, além de
conhecimentos de(s)/subjugados, reformulando sujeitos políticos, afetos e
criação artística. Estimulamos o envio de trabalhos com metodologias diversas,
e advindos de diferentes campos do conhecimento.
Área Temática 11
Ofensivas
antigênero no Brasil e glotopolíticas de resistência
Os estudos queer da linguagem
são um conjunto de abordagens centrado na abjeção das existências humanas,
notadamente na subalternização das identidades e performances de gênero e
sexualidade. No Brasil, um eixo desses estudos se debruça sobre discursos disruptivos
que questionam a duonormatividade de gênero, dentre eles a chamada linguagem
não-binária (Lau, 2017; Melo, 2021, 2022). Este grupo de trabalho propõe
discutir tal linguagem como glotopolítica de resistência (Lagares, 2018) num
país marcado por ofensivas antigênero (Butler, 2023). Nosso propósito é reunir
um debate em torno do papel de um estudo da linguagem comprometido com uma
genealogia crítica dos recursos que informam as forças proibitivas à diferença
de gênero e as práticas discursivas subversivas a essas forças. Para tanto,
tomaremos como ponto de partida referências como Vidarte (2019), Halberstam
(2020) e Mombaça (2021), além de pesquisas recentes sobre o assunto (Santos
Filho, 2021; Melo e Paraíso, 2023).
Historicamente, o corpo é o
lugar onde se manifesta o poder. Assim também é espaço de desobedecer e
transgredir. Partimos do princípio que ser uma pessoa trans, é ser uma
desertora do gênero, daquela que quebra as expectativas dadas ao nascimento e a
cartilha que supostamente nos dão para viver. Nesse contexto, as pessoas não
binárias são “indivíduos que não serão exclusiva e totalmente mulher ou
exclusiva e totalmente homem, mas que irão permear em diferentes formas fluidez
em suas identificações” (Reis, 2017, p. 08). Desta forma, o ato será de
confabular (Hartman, 2020) o agora para mirar no amanhã, indo mais além do que
dar respostas prontos e definitivas, buscando problematizar e desestabilizar,
por meio da formulação de perguntas o processo ficcional que naturaliza as
categorizações binárias. O modus operandi aqui, é justamente pensar meios que
esfacelem as normas sociais, do que é esperado. Espera-se sublinhar e
incentivar uma pane nos sentidos já produzidos em relação a ideias ontológicas,
biologizantes, normatizadoras das nossas vivências não binárias.
Em contexto político,
intelectual e educacional as pedagogias queer-cuir-kuir, neste GT busca ser um
local ecossistêmico de saberes decoloniais na educação de corpos que rompem com
a inteligibilidade de gênero, orientação sexual e outros marcadores da
diferença evidenciando privilégios, opressões e violências. Será uma
oportunidade para articular estratégias pedagógicas que desconstruam,
desestabilizem ou rompem com padrões hegemônicos. Nesse caminho serão
realizadas aproximações nos seguintes eixos: Diversidade corporal e funcional;
Pedagogias queer-cuir-kuir e outras pedagogias críticas; “Ideologia de gênero”
neoconservadores; Pedagogias e afetos; Intersecções com o colonialismo, o
racismo, o capacitismo e outras formas de opressão. Assim, o GT se constituirá
um espaço de debate que em conjunto, conectaremos práticas não violentas, mais
acolhedoras e democráticas na relação ensino e aprendizagem afetados por
pressupostos das pedagogias queer-kuir-cuir.
Área Temática 14
Pesquisas
interseccionais: conexão entre gênero, sexualidade, classe, raça e mobilidade
O objetivo desta proposta é
acolher trabalhos que interseccionam os marcadores de gênero, sexualidade,
classe e raça no contexto dos processos de mobilidade humana. Apesar de serem
categorias sociológicas independentes, ao longo das últimas décadas e com a
eclosão dos movimentos identitários, observa-se que para discutir as questões
da sociedade atual deve-se considerar tais marcadores identitários da
diferença. Este grupo de trabalho propõe conectar essas dimensões com as
mobilidades espaço-temporal em diferentes frentes, tais como: refúgio; a
migração interna brasileira; emigração de brasileiros(as) para o exterior;
mobilidade acadêmica; migração qualificada; feminização da migração;
mobilidades intrarregionais no contexto latino-americano; entre outras.
Espera-se que os trabalhos acolhidos também tragam contribuições metodológicas
sob o prisma da interseccionalidade, com novos enfoques e modos de conceber a
pesquisa acadêmica.
Área Temática 15
Políticas
do Corpo na Dança: injustiças epistêmicas para corpos que
escrevem/performam/dançam
Reunir pesquisadores/artistas
que em suas investigações abordem políticas sobre o fazer do corpo na cena
artística e/ou educacional da dança. Nos interessa propostas tecidas por
Artografias dissidentes, Insurgências Poéticas, Artivismos, Pesquisa Performativa,
Práticas como Pesquisa, Investicriación, Crítica de Processo e Políticas do
Movimento para outros modos de existência na Dança.
Área Temática 16
Representatividade
LGBTQIAPN+ no esporte brasileiro: desafios e experiências de (re)existência
Esta proposta visa criar um
grupo de trabalho focado na representatividade LGBTQIAPN+ no esporte
brasileiro. O objetivo é explorar as transformações históricas, socioculturais
e políticas que moldaram a participação e a visibilidade da comunidade LGBTQIAPN+
nos espaços esportivos, desde a década de 1970 até hoje. No futebol, por
exemplo, coletivos como LGBTricolor, Palmeiras Livre, Galo Queer, e outros,
desafiam a heterocisnormatividade com manifestações vibrantes e coloridas que
trouxeram novas formas de expressão de gênero e sexualidade para os estádios.
Ao relatar essas e outras experiências, espera-se analisar o impacto dos
movimentos e indivíduos na conscientização e aceitação da diversidade
esportiva, examinar os desafios enfrentados pela comunidade, explorar as
intersecções entre identidade de gênero, sexualidade e etnia, e estabelecer
diálogos transnacionais, com foco esportivo. Com isso, espera-se contribuir
para a construção de esportes mais inclusivos e diversos, celebrando as
identidades cuir-sapatonas-bichas-pretestrans-indígenas e outras expressões de
gênero e sexualidade em seus espaços.
Área Temática 17
Saberes
insubmissos de corp*s-manifest*s: encruzilhadas políticas, processos de
subjetivação, agenciamentos e resistências cotidianas
Este GT busca contra-produções
que se articulem em um projeto contra-epistemológico de insurgência de corp*s
insubmiss*s, tensionando processos colonialistas/epistemicidas do Homem
universal, o animal necropolítico. Nas últimas décadas, vivenciamos a ascensão
de políticas neoliberais, cruzadas anti-gênero e neoconservadoras de um necrocapitalismo
que promove uma matança de corpos outros a partir de políticas de morte. Esse
Homem universal faz valer o seu poder a partir de jogos epistemológicos que
precarizam e matam nossas vidas. Acompanhar subjetividades é uma aposta de
insurreição. Faz-se necessária a criação de barricadas para não nos matarem
agora. Produzir grito/denúncia a partir das bordas / becos / favelas / armários
/ maternidades / escolas / terreiros / esquinas / casas grandes / bordeis. Em
pajubá, pretoguês, yorubá, guarani de corpos interseccionalizados por eixos de
subordinação que o Homem tenta nos agenciar. E que os monstros falem, dancem,
artivizem, dedem o cânone e o devorem.
Área Temática 18
Subjetividades e (não)
Representatividades Cuir na Literatura, no Cinema, na Música e na Televisão
No simpósio temático ora
proposto, interessam pesquisas que apresentem e discutam imagens e discursos
identitários e representacionais cuir presentes ou silenciados no percurso
histórico. Trata-se de estudos cuir com interdisciplinaridade dos Estudos
Culturais, da Retórica e da Análise de Discurso envolvendo arte e cultura, a
fim de propiciar reflexões sobre sexualidades e gêneros dissidentes inseridos
na Literatura, no Cinema e na Televisão. O objetivo precípuo é analisar a
presença de discursos contra hegemônicos e decoloniais, isto é, transgressores
da heterormatividade nos saberes e poderes estéticos como expressão de
subjetividades e corpos. Em suma, interessa no GT trazer à tona os discursos
(ou o silenciamento deles) que questionam e refletem as subjetividades
interseccionais, fluidas e múltiplas cuir na produção artística e
comunicacional no Brasil.
Este GT entende que a
cultura teatral queer não tem raízes muito profundas no Brasil, o que
consequentemente significa que há certa indefinição do que seria um teatro de
autoria queer. significava originalmente. Embora o termo queer
continue a ter a conotação de “estranho” ou “esquisito”, já não está
exclusivamente reservado às orientações sexuais que se afastam da heteronorma. Em
livro de 2005 intitulado What's Queer About Queer Studies Now?, vários
teóricos tentam dar uma resposta à pergunta do título e, antes de fazê-lo,
interpretaram o termo queer como resistência a noções enraizadas de
identidade, uma estratégia de desfamiliarização e desidentificação, uma palavra
camaleônica que, na luta pela justiça social, é apropriada por uma
multiplicidade de movimentos antagônicos que se opõem a práticas de exclusão
baseadas em definições racializadas, sexuadas, de gênero e de classe sobre quem
pertence e quem não pertence. A partir dessa compreensão, este GT receberá
contribuições que ajudem a discutir, a partir de elementos estético-narrativas,
a emergência de um “teatro de autoria queer” no Brasil, com o propósito
de contribuir para a reflexão interdisciplinar entre o movimento queer e
o teatro contemporâneo.
Área Temática 20
Teoria queer, decolonialidade,
interioridades e ruralidades: Educação, Professoralidades e Estranhamentos de
Sexual e de Gênero
Comumente
as questões inerentes ao campo das diversidades sexuais e de gênero, tem sido
problematizada a partir das subjetivações e corporeidades constituídas no
universo urbano. No entanto, nas últimas décadas tem sido notório um avanço
teórico epistêmico ressaltando a necessidade de pensarmos tais vivências nos
contextos das cidades interioranas e em comunidades rurais. Nesse sentido, o GT
tem por objeto problematizar práticas educativas e as professoralidades a
partir dos pressupostos da diversidade sexual e de gênero vivenciadas
especialmente em cidades do interior e nas comunidades rurais, nos espaços
escolares e não escolares, a partir dos pressupostos teóricos queer e
decolonial.
Área Temática 21
Um habitar cuir na escola:
construções epistemológicas, insubmissas e decoloniais
A escola tanto é um agente
fundamental de socialização e de construção das subjetividades; quanto um
espaço que ainda hoje rejeita e violenta as corporalidades dissidentes, pois
continua fabricando e atualizando os imperativos cisheteropatriarcais. Sendo a
escola esse espaço de ordenamento simbólico, reificador das práticas de poder,
disciplinamento dos corpos e das existências, pode ela também se constituir
como lugar de insubmissão, resistência e liberdade para as dissidências? É esta
questão que nos move neste simpósio que objetiva reunir experiências,
investigações e debates no campo educacional que promovam discussões e
reflexões críticas a partir de pedagogias insubmissas, desobedientes, bem como
de epistemes outras capazes de criar fissuras no CIStema e tensionar a
normatividade social em todos os campos. Entendemos que este debate na escola é
urgente, dado os avanços dos discursos da extrema-direita no Brasil, aliados ao
movimento antigênero e toda sua miríade de insistentes violências.
Área Temática 22
Por escritas transmasculinas: interseccionando arte, produções acadêmicas e narrativas dissidentes
A proposta de escritas
transmasculinas manifesta-se, também, como uma maneira de responder a uma
suposta “ausência” do movimento das transmasculinidades em espaços feministas,
transfeministas e nos estudos de gênero. A presumida ausência das vozes
transmasculinas é, em nossa perspectiva, fruto do não-reconhecimento dos
movimentos literários, artísticos e acadêmicos enquanto promovedores de
conhecimentos outros, do fazer político, da resistência. Essas articulações das
transmasculinidades também acabam por riscar e quebrar as lógicas dos “padrões
hegemônicos”. Essa ausência é falaciosa, pois não nos ausentamos, mas
enfrentamos um cenário de contínuo silenciamento, e é justamente por isso que
nos organizamos. A valorização de nossa autonomia e autodeterminação tem a ver
com a composição de fazeres artísticos, narrativas, experiências e produções
acadêmicas, que articulam as escritas transmasculinas. É um arranjo que maneja
manifestações de escrita/risco/voz, que conta de si, da vivência, da
resistência, das memórias de outras transmasculinidades, assim como das nossas.
NORMAS DE SUBMISSÃO
COMUNICAÇÃO ORAL (PRESENCIAL E VIRTUAL)
RESUMO EXPANDIDO
1) A proposta de trabalho, em português, inglês ou espanhol, deve apresentar-se na forma de Resumo Expandido com limite mínimo de 15.000 e máximo de 20.000 caracteres, incluindo espaços incluindo referências bibliográficas, imagens, gráficos e tabelas e sem contar o resumo;
2) O arquivo final deve ser submetido em formato doc ou docx exclusivamente no site do Conqueer. Observa-se que os arquivos submetidos devem ser nomeados da seguinte maneira:
3) A proposta de texto submetido deve realizar-se exclusivamente no site do Conqueer, por meio de cadastro pessoal e ser inédita, não tendo apresentação ou publicação em outro evento científico;
4) Somente serão publicados nos anais do Conqueer os textos autorizados pelos autores, no momento da submissão, os quais cedem a propriedade literária e todos os direitos autorais do trabalho;
5) Será de inteira responsabilidade da autoria, no momento da submissão do texto/proposta, incluir todas as informações solicitadas, não sendo permitida posteriormente a inclusão de qualquer dado ou alteração no texto enviado;
6) O texto deve atender aos padrões de ética na pesquisa e às exigências de correção da Língua Portuguesa, bem como da normalização técnica da ABNT;
7) O texto deve ser formatado em WORD, digitalizado em Papel tamanho A4, com margens definidas de acordo com o template, fonte Arial, tamanho 12, respeitando-se normas da ABNT;
8) O título do trabalho deve ser em letra maiúscula, centralizado e em negrito;
9) O espaço entre linhas deve ser de 1,5 cm, salvo em citações e outras normas da ABNT;
10) Cada participante poderá submeter um único trabalho como autore/ra/or principal e participar de outras duas produções como coautore/ra/or;
11) Os trabalhos poderão ter o máximo de quatro participantes;
12) As comunicações orais virtuais acontecerão pela Plataforma Google Meet e os links serão disponibilizados após a aprovação dos textos e posterior organização das salas.
COMUNICAÇÃO ORAL (PRESENCIAL E VIRTUAL)
ARTIGO CIENTÍFICO
1) A
proposta de trabalho, em português, inglês ou espanhol, deve apresentar-se na forma de Artigo Científico com
limite mínimo de 25.000 e máximo de 40.000
caracteres, incluindo espaços incluindo referências bibliográficas, imagens,
gráficos e tabelas e sem contar o resumo;
2) O
arquivo final deve ser submetido em formato doc ou docx exclusivamente no site
do Conqueer. Observa-se que os arquivos submetidos devem ser nomeados da
seguinte maneira:
3) A
proposta de texto submetido deve realizar-se exclusivamente no site do
Conqueer, por meio de cadastro pessoal e ser inédita, não tendo apresentação ou
publicação em outro evento científico;
4) Somente
serão publicados nos anais do Conqueer os textos autorizados pelos autores, no
momento da submissão, os quais cedem a propriedade literária e todos os direitos autorais do
trabalho;
5) Será
de inteira responsabilidade da autoria, no momento da submissão do
texto/proposta, incluir todas as informações solicitadas, não sendo permitida
posteriormente a inclusão de qualquer dado ou alteração no texto enviado;
6) O
texto deve atender aos padrões de ética na pesquisa e às exigências de correção
da Língua Portuguesa, bem como da normalização técnica da ABNT;
7) O
texto deve ser formatado em WORD, digitalizado em Papel tamanho A4, com margens
definidas de acordo com o template, fonte Arial, tamanho 12, respeitando-se
normas da ABNT;
8) O
título do trabalho deve ser em letra maiúscula, centralizado e em negrito;
9) O
espaço entre linhas deve ser de 1,5 cm, salvo em citações e outras normas da
ABNT;
10) Cada
participante poderá submeter um único trabalho como autore/ra/or principal e
participar de outras duas produções como coautore/ra/or;
11) Os trabalhos poderão ter o máximo de quatro participantes;
12) As comunicações orais virtuais acontecerão pela Plataforma Google Meet e os links serão disponibilizados após a aprovação dos textos e posterior organização das salas.
PERFORMANCER
A terceira edição do ConQueer traduz nosso desejo
pelos deslocamentos, por fazermos das fronteiras territórios de criação e
produção de narrativas múltiplas, poéticas e sensíveis. Na modalidade
Performance desejamos mesclar diversas linguagens como teatro, música, poesia e
artes visuais em busca de inspirações teórico-prático-metodológicas que
reafirmem nosso compromisso com uma comunidade acadêmica crítica às
normalizações, naturalizações, essencializações, monoculturas e binarismos
acerca das dissidências de gêneros e sexuais, apostamos na força da intersecção
entre arte, artivismo e produção acadêmica. Assim, convidamos todes/as/os para
esse momento de trocas e construção coletiva e afetiva de conhecimentos.
Interessades/as/os devem apresentar um resumo da Performance. A proposta pode ser submetida em Português, Inglês ou
Espanhol no formato doc ou docx exclusivamenteno site do Conqueer, de acordo com o template disponibilizado.Os arquivos submetidos devem ser nomeados da seguinte
maneira:
Cada integrante pode estar em até duas propostas e
cada proposta pode conter até 15 integrantes. Todes/as/os integrantes devem
estar inscrites/as/os no evento.
VÍDEO-INSTALAÇÃO
A terceira edição do ConQueer traduz nosso desejo
pelos deslocamentos, por fazermos das fronteiras territórios de criação e
produção de narrativas múltiplas, poéticas e sensíveis. A modalidade Vídeo-instalação
é a arte contemporânea que articula tecnologia de vídeo com instalação fazendo
com que todos os aspectos do ambiente à sua volta mudem para afetar o público.
Almejamos mesclar diversas linguagens como dança, teatro, música, poesia e artes
visuais em busca de inspirações teórico-prático-metodológicas que reafirmem
nosso compromisso com uma comunidade acadêmica crítica às normalizações,
naturalizações, essencializações, monoculturas e binarismos acerca das
dissidências de gêneros e sexuais, apostamos na força da intersecção entre
arte, ativismo e produção acadêmica. Assim, convidamos todes/as/os para esse
momento de trocas e construção coletiva e afetiva de conhecimentos.
Interessades/as/os devem apresentar um vídeo que atenda essas especificidades. A proposta pode ser submetida em Português, Inglês ou Espanhol, exclusivamenteno site do Conqueer, de
acordo com o template disponibilizado, indicando a Sinopse, Ficha Técnica, Duração,
Direção, Concepção artística, Intérpretes-criadores, Sonoplastia, Figurino, Captação
e edição audiovisual e Produção.Observa-se que os arquivos submetidos devem ser nomeados da seguinte
maneira: VD_número_da_área_temática_iniciais_nome_autor_principal.doc. Por
exemplo: VD_A2_AFD.doc. Todes/as/os integrantes
devem estar inscrites/as/os no evento.
SIMPÓSIOS TEMÁTICOS (PRESENCIAL E VIRTUAL)
1) A proposta para um simpósios temáticos deverá
abarcar no mínimo 03 (três) autores/as e no máximo 04 (quatro) autores/as,
incluindo o coordenador/a/e, ou seja, 03 (três) artigos científicos no mínimo e
no máximo 04 (quatro);
2) Para submissão de um simpósio temático,
faz-se necessário que conste no ato de inscrição, além da proposta do simpósio,
o texto completo do trabalho de cada autor/a/e;
3) A proposta, em português, inglês ou espanhol,
deve utilizar, obrigatoriamente, programas do Microsoft Office, com extensão em
Word (doc; docx), conforme template
disponibilizado no site do congresso. Não serão aceitos arquivo com a extensão
em PDF;
4) Observa-se que os arquivos submetidos para essa
modalidade devem ser nomeados da seguinte maneira:
5) Cada
texto que comporá o simpósio deverá apresentar-se na forma de Artigo Científico
com limite mínimo de 25.000 e máximo de 40.000 caracteres, incluindo espaços, referências
bibliográficas, imagens, gráficos e tabelas e sem contar o resumo;
6) A
proposta de texto submetido deve realizar-se exclusivamente no site do
Conqueer, por meio de cadastro pessoal e ser inédita, não tendo apresentação ou
publicação em outro evento científico;
7) Somente
serão publicados nos anais do Conqueer os textos autorizados pelos autores, no
momento da submissão, os quais cedem a propriedade literária e todos os direitos autorais do
trabalho;
8) Será
de inteira responsabilidade da autoria, no momento da submissão do simpósio,
incluir todas as informações solicitadas, não sendo permitida posteriormente a
inclusão de qualquer dado ou alteração no texto enviado;
9) Cada texto
que comporá o simpósio deve atender aos padrões de ética na pesquisa e às
exigências de correção do idioma em que foi escrito, bem como da normalização técnica
da ABNT;
10) Os
textos devem atender às normas descritas no template que se encontra no site do
Conqueer;
11) Cada
participante poderá participar de apenas um simpósio temático;
12) As
apresentações dos simpósios temáticos virtuais acontecerão por meio da
plataforma Google Meet e os links serão disponibilizados após a aprovação dos textos
e posterior organização das salas.