III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL: colhendo ideias para adiar o fim do mundo

III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA E DESENVOLVIMENTO LOCAL: colhendo ideias para adiar o fim do mundo

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Separamos alguns eventos que você irá gostar

Evento online

III Congresso Brasileiro Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia

29 de Agosto de 2022

XV Seminário Internacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária (XIV SICOOPES) e V Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação Social (VI FECITIS)

23 de Agosto de 2022
Castanhal

VI Congresso da Rede de ITCPs

31 de Agosto de 2022
Salvador
Evento online

IV SUSTENTARE e VII WIPIS

16 de Novembro de 2022

Sobre o evento

24.05.2021 (segunda-feira)

19 às 21:30h

·      Mesa de abertura e apresentação do evento

Participação especial do poeta Maviel Melo

·      Roda de conversa:

O que vem primeiro, a pandemia ou a crise?: a doença do capital e seus reflexos na economia popular e solidária

Com Profa. Virgínia Fontes e Mestre Joelson Oliveira

 

(Transmissão pelo Youtube: https://youtu.be/6BKyWjcNLng )

25.05.2021 (terça-feira)

09 às 12:00h

·         GT1 – sessão 1

·         GT2 – sessão 1

·         GT3 – sessão 1

·         GT4 – sessão 1

·         GT5+GT6 – sessão 1

14 às 16:30h

·         GT1 – sessão 2

·         GT2 – sessão 2

·         GT3 – sessão 2

·         GT4 – sessão 2

·         GT5+GT6 – sessão 2

17 às 19:30h

·         GT1 – sessão 3

·         GT2 – sessão 3

·         GT4 – sessão 3

·         GT5+GT6 – sessão 3

26.05.2021 (quarta-feira)

08:30 às 11:30h

·      Roda de Conversa “As Sementes e os Frutos da IEPS: um diálogo sobre experiências do trabalho coletivo”

Quem: trabalhadores/as que fazem a pesquisa e extensão da IEPS-UEFS acontecer

 

Acesso via Google Meet (link a ser divulgado)

e transmissão simultânea no Youtube

https://youtu.be/5YjM03i3dww )

14 às 16:30h

·         GT1 – sessão 4

·         GT2 – sessão 4

·         GT4 – sessão 4

16 às 18:00h

·      I Encontro Nordestino da Rede Internacional de Cátedras, Instituições e Personalidades no Estudo da Dívida Pública (RICDP)       

Coordenação do Prof. Prof. Ramiro Jacinto Chimuris Sosa (Universidad de la República, Uruguay)

Acesso via Google Meet (link divulgado) e transmissão simultânea no Youtube https://youtu.be/U0_QgLFakbw

19 às 21:30h

·      Roda de conversa:

“A esperança é a última que morre”: economia popular e solidária, resistir e esperançar um mundo melhor

Com Profa. Ana Maria Motta Ribeiro e Mestres José Caciano Pereira da Silva e Eduardo Pereira dos Santos 

·      Homenagem ao Sr. Dionísio Pereira, in memoriam, liderança da Comunidade Quilombola Fazenda Candeal e das lutas por trabalho e por terra em Feira de Santana

  

·      Avaliação, agradecimentos e leitura da

Carta do III CIEPS

 Participação especial do cantor Gesner Brehmer

 (Transmissão pelo Youtube: https://youtu.be/-JUqT4W3GLY  ) (novo link)

Observação: horários conforme o fuso horário de Brasília/Brasil (UTC/GMT -03:00)



Link de acesso: https://youtu.be/6BKyWjcNLng




Acesso via Google Meet (link a ser divulgado) e transmissão simultânea no Youtube (https://youtu.be/5YjM03i3dww )



 Acesso via Google Meet (link a ser divulgado) e transmissão simultânea no                                                                    Youtube (https://youtu.be/U0_QgLFakbw )



         Link de acesso:  https://youtu.be/-JUqT4W3GLY   (novo link!)


* Sobre a programação dos Grupos de Trabalho, consulte a Área do Inscrito
  As sessões acontecerão nos dias 25 e 26 de maio (terça e quarta)

 CRONOGRAMA

 

DATAS

DESCRIÇÃO

12.04.2021 

Termo final do prazo para submissão de propostas de participação nos Grupos de Trabalho (comunicações, relatos de experiência, vídeo-pôsteres)

 

09.05.2021

Termo final do prazo para divulgação das propostas aprovadas

19.05.2021

Termo final do prazo para envio dos vídeo-pôsteres

21.05.2021

Termo final do prazo para inscrição para participação como ouvinte

24 a 26.05.2021

Realização do III CIEPS

25.07.2021

Termo final do prazo para a entrega dos trabalhos completos para publicação dos Anais

26.09.2021

Publicação dos Anais 



Desde 2009, a Incubadora de Iniciativas da Economia Popular e Solidária da Universidade Estadual de Feira de Santana (IEPS-UEFS) vem desenvolvendo suas atividades, como programa de extensão e projeto de pesquisa, sempre partindo da ideia central de tornar possível o efetivo diálogo entre universidade e a comunidade que a rodeia, entre a ciência e outros modos de perguntar, conhecer e explicar. Com este mesmo propósito, docentes, técnicos e discentes, bem como convidados diversos, dividem seus saberes no Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local (GEPOSDEL), cadastrado junto ao CNPq desde 2012.

No I CIEPS: diálogos Brasil-Cuba, realizado em 2016 na UEFS, consolidamos e divulgamos os diálogos que mantemos com pesquisadores cubanos do Centro de Estudios de Dirección y Desarrollo Local (CEDDEL) da Universidade de Granma. No I CIEPS reunimos trabalhadores e trabalhadoras, extensionistas, pesquisadores, professores, professoras e estudantes de várias localidades da Bahia, do Brasil e da América Latina (Cuba, Chile, Equador e México). Foram ao todo aprovados para apresentação 84 comunicações orais, 32 pôsteres e 28 relatos de experiência, de autoria de pesquisadores, estudantes, entidades e trabalhadores de diferentes regiões da Bahia, diversos Estados brasileiros e de outros países da América Latina.

No II CIEPS: como trabalhar e produzir na contramão do empreendedorismo?, se teve como foco um questionamento que se mostra central nos destinos das práticas da Economia Popular e Solidária - e que precisa ser explicitado sem descanso, já que é sempre muito perigosa a proximidade entre as práticas do que chamamos de economia popular e solidária e a cooptação de mentes e corpos pela lógica capitalística do sempre-meu-sempre-mais. No II CIEPS, entre comunicações orais, pôsteres e relatos de experiência, foram 82 trabalhos que representaram reflexões provenientes de 11 Estados do Brasil (Bahia, São Paulo, Paraíba, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Pernambuco, Sergipe, Minas Gerais e Rio Grande do Sul) e 4 países latino-americanos (Brasil, Cuba, Chile e Colômbia), além de 33 organizações públicas e da sociedade civil e de 37 instituições de ensino superior brasileiras e estrangeiras.

Os Anais do I e II CIEPS podem ser consultados aqui.

Neste III CIEPS – Congresso Internacional de Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local: colhendo ideias para adiar o fim do mundo, no caminho aberto pelos eventos anteriores, objetiva-se compartilhar, a partir dos principais eixos temáticos desenvolvidos pela IEPS-UEFS, os saberes e perguntas que nos acompanham e nos instigam – de forma cada vez mais aguda, considerando, em especial, o momento crítico que vive a sociabilidade humana, para o qual, acreditamos, a pandemia da Covid-19 é apenas um dos fatores.

Uma característica que marca as diferentes edições do evento é o esforço para permitir e fomentar o diálogo entre o saber científico e popular. Neste sentido, nos grupos de trabalho são apresentados, em pé de igualdade, tanto resultados de pesquisa ou extensão produzidos nos padrões acadêmicos, quanto relatos de experiências trazidos por grupos de trabalhadores e trabalhadoras ou por entidades de fomento e apoio às iniciativas da economia popular e solidária.

Neste mesmo sentido, as duas primeiras edições do CIEPS aconteceram simultaneamente a Feiras de Economia Popular e Solidária, espaço onde também conviveram clubes de troca, moeda social (o “Sertanejo”), apresentação de pôsteres, rodas de conversa, música, dança e outras diversas manifestações culturais, em um significativo encontro de diferentes epistemologias, afetos, cores, histórias de vida e de trabalho. A pandemia da Covid-19 é certamente um obstáculo para a alegria deste encontro de abraços, cheiros, gostos e sorrisos. Encontraremos alternativas para manter acesa a chama, com o compartilhamento, durante o evento, de imagens, experiências e conversas que mantêm viva esta tradição.

A verdade é que, no entanto, mesmo antes da pandemia, nunca foi fácil a luta dos/as que buscam formas de inventar outros jeitos de trabalhar, produzir, viver. Outras formas que enfrentem a lógica da mercadoria, do predomínio do valor de troca sobre o valor de uso, a arrogância com o que o ser humano vem ocupando um espaço que não é só seu. É neste sentido que Ailton Krenak, cuja sabedoria nos inspirou ao formular o tema do evento, nos lembra da necessidade de não se deixar ofuscar pela ilusória luz do “clube da humanidade”: aquele que nos fala de “desenvolvimento” e “progresso” infinitos, justificadores da exploração uns/mas dos/as outros/as e da natureza, de egoísmo, individualismo, alienação subordinante. “Por que insistimos tanto e durante tanto tempo em participar desse clube, que na maioria das vezes só limita a nossa capacidade de invenção, criação, existência e liberdade?”, pergunta Krenak[1].

Talvez a Pandemia que hoje vivemos amplifique essa pergunta tão poderosa, fazendo deste um momento especial para garimpar ideias para “adiar o fim do mundo”.

Considerando tais premissas, e a experiência reunida nos eventos anteriores, o III CIEPS receberá contribuições para discussão em seis diferentes grupos de trabalho, que pretendem cobrir as principais temáticas que mobilizam trabalhadores/as, pesquisadores/as e extensionistas do campo de estudo da Economia Popular e Solidária:

Nosso tempo é especialista em criar ausências: do sentido de viver em sociedade, do próprio sentido da experiência da vida. Isso gera uma intolerância muito grande com relação a quem ainda é capaz de experimentar o prazer de estar vivo, de dançar, de cantar. E está cheio de pequenas constelações de gente espalhada pelo mundo que dança, canta, faz chover. O tipo de humanidade zumbi que estamos sendo convocados a integrar não tolera tanto prazer, tanta fruição de vida. Então, pregam o fim do mundo como uma possibilidade de fazer a gente desistir dos nossos próprios sonhos. E a minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim[2].

A despeito do afastamento físico, continuamos desejando reunir esta gente que “dança, canta, faz chover”, buscando, mais uma vez, trocar experiências, ideias e fazer as lutas que parece nunca foram tão urgentes.


[1] KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019 (e-book).

[2] Ibid.

*    *    *

A apresentação de propostas de participação nos GTs pode se dar por meio de três modalidades:

a) comunicações orais;

b) relatos de experiência 

c) vídeo-pôsteres

Cada autor(a) pode apresentar no máximo dois trabalhos (de mesma ou diferente modalidade), sendo que apenas um como autor(a) principal. Este limite visa, em especial, a facilitar a alocação dos trabalhos no curto espaço das apresentações, de modo a evitar choques.

Não estabelecemos limites de coautores por trabalho.

É sabido que os organismos de avaliação costumam ter entre seus critérios de categorização dos veículos científicos a limitação do número de coautores (é usual o limite de cinco coautores), o que poderia impactar sobre a futura classificação dos Anais do evento.

De todo modo, ao mesmo tempo, e sobretudo, acreditamos no trabalho coletivo, e entendemos que a limitação não deixa de ser contraditória com este princípio.

Compreendemos, ainda, que a limitação do número de coautores provavelmente intenta barrar possíveis fraudes (motivadas pela inescapável corrida em torno do “Lattes”...), mas acabamos, por enquanto, preferindo correr o risco e acreditar no bom senso e ética dos participantes.

Lembramos apenas que todos os coautores devem individualmente efetivar a inscrição, para que possamos dispor de seus dados para a devida certificação.

 Em todas as modalidades, aceitam-se propostas em português e espanhol.






(Español)


Desde 2009, la Incubadora de Iniciativas de la Economía Popular y Solidaria de la Universidade Estadual de Feira de Santana (IEPS-UEFS) viene desarrollando sus actividades, como programa de extensión y proyecto de investigación, siempre partiendo de la idea central de hacer posible el diálogo efectivo entre la universidad y la comunidad que la rodea, entre la ciencia y otras formas de preguntar, conocer y explicar. Con este mismo propósito, docentes, técnicos y discentes, bien como convidados diversos, dividen sus saberes en el Grupo de Estudios e Investigación sobre Economía Popular y Solidaria y Desarrollo Local (GEPOSDEL), registrado junto al CNPq desde 2012.

 En el I CIEPS: diálogos Brasil/Cuba, realizado en 2016 en la UEFS, consolidamos y divulgamos los diálogos que mantenemos con los investigadores cubanos del Centro de Estudios de Dirección y Desarrollo Local (CEDDEL) de la Universidad de Granma. En el I CIEPS reunimos trabajadores y trabajadoras, extensionistas, investigadores, profesores, profesoras y estudiantes de varias localidades de Bahía, de Brasil y de América Latina (Cuba, Chile, Ecuador y México). Fueron al todo, aprobados para presentación, 84 comunicaciones orales, 32 posters y 28 relatos de experiencia, de autoría de investigadores, estudiantes, entidades y trabajadores de diferentes regiones de Bahía, diversos Estados brasileños y de otros países Latinoamericanos.

En el II CIEPS: ¿cómo trabajar y producir en el contramano del emprendimiento?, se tuvo como foco un cuestionamiento que se muestra central en los destinos de las prácticas de la Economía Popular y Solidaria – y que necesita ser explicitado sin descanso, ya que es siempre muy peligrosa la proximidad entre las prácticas de lo que llamamos de economía popular y solidaria y la cooptación de mentes y cuerpos por la lógica capitalista de siempre mío, siempre más. En el II CIEPS, entre comunicaciones orales, posters y relatos de experiencia, fueron 82 trabajos que representaron reflexiones provenientes de 11 Estados de Brasil (Bahía, São Paulo, Paraíba, Tocantins, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Pernambuco, Sergipe, Minas Gerais y Rio Grande do Sul), y 4 países Latinoamericanos (Brasil, Cuba, Chile y Colombia), aparte de 33 organizaciones públicas y de la sociedad civil de 37 instituciones de enseñanza superior brasileñas y extranjeras.

Los Anales del I y II CIEPS pueden ser consultados aquí.

En este III CIEPS – Congreso Internacional de Economía Popular y Solidaria y desarrollo Local: cosechando ideas para posponer el fin del Mundo, en el camino abierto por los eventos anteriores, se objetiva compartir, a partir de los principales ejes temáticos desarrollados por la IEPS-UEFS, los saberes y preguntas que nos acompañan y los instigan – de forma cada vez más aguda, considerando, en especial, el momento crítico que vive la sociabilidad humana, para el cual, creemos, la pandemia de Covid-19 es apenas uno de los factores.

Una característica que marca las diferentes ediciones del evento es el esfuerzo para permitir fomentar el diálogo entre el saber científico y popular. En este sentido, en los grupos de trabajo son presentados, en igualdad, tanto resultado de investigaciones o extensión producidos en los padrones académicos, cuantos relatos de experiencias traídos por grupos de trabajadores y trabajadoras o por entidades de fomento y apoyo a las iniciativas de la economía popular y solidaria.

En este mismo sentido, las dos primeras ediciones del CIEPS sucedieron simultáneamente con Ferias de Economía Popular y Solidaria, espacio en donde también convivieron clubes de cambio, moneda social (el “Sertanejo”), presentación de posters, ruedas de conversación, música, baile y otras diversas manifestaciones culturales, en un significativo encuentro de diferentes epistemologías, afectos, olores, gustos y sonrisos. Encontraremos alternativas para mantener encendida la llama, con el compartir, durante el evento, de imágenes, experiencias y conversas que mantienen viva la tradición.

La verdad es que, por mientras, mismo antes de la pandemia, nunca fue fácil la lucha de los/las que buscan formas de inventar otras formas de trabajar, producir, vivir. Otras formas con las cuales enfrenten la lógica de la mercancía, del predominio del valor de cambio sobre el valor de uso, la arrogancia con la cual el ser humano viene ocupando un espacio que no es solamente suyo. Es en este sentido que Ailton Krenak, cuya sabiduría nos inspiró a formular e tema del evento, nos recuerda la necesidad de no dejarse apagar por la ilusoria luz del “club de la humanidad”. Aquel que nos habla de “desarrollo” y “progreso” infinitos, justificadores de la exploración unos más que otros y de la naturaleza, de egoísmo, individualismo, alienación subordinante. “¿por qué insistimos tanto y durante tanto tiempo en participar de este club, que, en la mayoría de las veces, sólo limita nuestra capacidad de invención, creación, existencia y libertad?, pregunta Krenak. (1)

Talvez la pandemia que hoy vivimos amplifique esa pregunta tan poderosa, haciendo de este un momento especial para cavar ideas para “Posponer el Fin del Mundo”.

Considerando tales premisas, y la experiencia reunida en los vénetos anteriores, el III CIEPS recibirá contribuciones para discusión en seis diferentes grupos de trabajo, que pretenden cubrir las principales temáticas que mueven trabajadores/as, investigadores/as, y extensionistas del campo de estudio de la Economía Popular y solidaria.,


Nuestro tiempo es especialista en crear ausencias: del sentido de vivir en sociedad, del propio sentido de vivir en sociedad, del propio sentido de la experiencia de vida. Eso genera unja intolerancia muy grande con relación a quien todavía es capaz de experimentar el placer de estar vivo, de bailar, de cantar. Y está lleno de pequeñas constelaciones de personas dispersadas por el mundo que baila, canta, hace llover. El tipo de humanidad zombie que estamos siendo convocados a integrar no tolera tanto placer, tanta fruición de vida. Entonces, predican el fin del mundo como una posibilidad de hacer a las personas desistir de nuestros propios sueños. Y a mi provocación sobre alejar el fin del mundo es exactamente siempre el poder contar una historia más. Si pudiésemos hacer eso, estaremos alejando el fin. (2)

Al respeto del alejamiento físico, continuamos deseando reunir esta gente que “baila, canta, hace llover”, buscando, una vez más, cambiar experiencias, ideas y hacer las luchas que parece que nunca fueron tan urgentes.

[1] KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019 (e-book).

[2] Ibid. (traducimos).

*    *    *


La presentación de propuestas de participación en los GTs puede darse por medio de tres modalidades:

a)    a) Comunicaciones orales; b) Relatos de experiencia ; c)  Videos-posters

Cada autor(a) puede presentar como máximo dos trabajos (de la misma modalidad o diferente), siendo que apenas uno como autor(a) principal. Este límite resalta, en especial, facilitar el transporte de los trabajos en un corto espacio de tiempo entre presentaciones, de modo que evita choques.

No establecimos limites de coautores por trabajo.

Comprendemos, todavía, que la limitación del número de coautores probablemente trata barrar posibles fraudes (motivados por la inescapable corrida alrededor del “Lattes”…), pero acabamos, por mientras, prefiriendo correr el riesgo y creer en el buen censo y ética de los participantes.

De toda forma, al mismo tiempo, y sobre todo, creemos en el trabajo colectivo, y entendemos que la limitación no deja de ser contradictoria, con este principio.

Ya se sabe que los organismos de evaluación costumbran tener entre sus criterios de categorización de los vehículos científicos la limitación del numero de coautores (es usual el límite de cinco coautores), lo que podría impactar sobre la futura clasificación de los Anales del evento.

Recordamos apenas que todos los coautores deben individualmente efectivar la inscripción, para que podamos disponer sus datos para la debida certificación.

En todas las modalidades, se aceptan propuestas en portugu8és y español.



GRUPOS DE TRABALHO



1 Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local

Quais são os caminhos para que a produção coletiva, sob os princípios e tipologias da Economia Popular e Solidária, conduza ao Desenvolvimento Local Solidário e, assim, à justa distribuição de um Bem Viver? Pretende-se, a partir desta questão, reunir pesquisadores/as, extensionistas e experiências produtivas ou organizativas que pensem concepções de Desenvolvimento Local que, diferentemente da perspectiva hegemônica tradicional, privilegiem a construção, ou reconstrução, de relações identitárias, orgânicas, que traduzam a cultura, o cotidiano, o entorno geográfico (espaço, território e/ou lugar), os saberes e valores populares.

1 Economía Popular y Solidaria y Desarrollo Local

¿Cuáles son los caminos para que la producción colectiva, sobre los principios y tipologías de la Economía Solidaria, conduzca al Desarrollo Local Solidario y, así, a la justa distribución de un bienvivir?

Se pretende, a través de esta cuestión, reunir investigadores/as, extensionistas y experiencias productivas u organizadas que piensen concepciones de Desarrollo Local que; diferente de la perspectiva hegemónica tradicional, privilegien la construcción, o reconstrucción, de relaciones identitarias, orgánicas que traduzcan la cultura, lo cotidiano, el entorno geográfico (espacio, territorio y/o lugar), los saberes y valores populares.

2 Economia Popular e Solidária e espaço rural

O objetivo deste GT é reunir pesquisadores/as, extensionistas e experiências produtivas ou organizativas que se defrontam com os desafios da economia popular e solidária no espaço rural. Têm-se em mente temas como extensão rural, cooperativismo e associativismo rurais, sistemas agroecológicos, produção orgânica, a economia praticada por povos tradicionais, a relação campo-cidade, os desafios da economia popular e solidária diante dos conflitos socioambientais.

2. Economía Popular y Solidaria y espacio rural

 

El objetivo de este GT es reunir investigadores/as, extensionistas y experiencias productivas u organizadas que se confrontan con los desafíos de la economía popular y solidaria en el espacio rural. Se tiene en mente temas como extensión rural, cooperativismo y asociativismo rurales, sistemas agroecológicos, producción orgánica, la economía practicada por pueblos tradicionales, la relación campo-ciudad, los desafíos de la economía popular y solidaria de los conflictos socioambientales.

3 Economia Popular e Solidária, experiências e trabalho feminino

Neste GT busca-se reunir reflexões, que a partir do trabalho coletivo, privilegiam as experiências de "mulheres" diretamente relacionadas com a economia popular e solidária no campo e na cidade. Entendendo-se que a categoria "mulher" abarca uma diversidade que pode ser compreendida pela intersecção entre raça, classe e gênero, interessam lidas, saberes, fazeres e experiências de trabalho, além de propostas e perspectivas que compreendam e apontem experiências concretas que, a partir da Economia Popular e Solidária, enfrentam o racismo estrutural, o sexismo, o capitalismo e as mais diversas formas de opressão e exploração. 

3. Economía Popular Solidaria, experiencias y trabajo femenino.

 

En este GT se busca reunir reflexiones que, a partir del trabajo colectivo, privilegian las experiencias de “mujeres” directamente relacionadas con la economía popular y solidaria en el campo y en la ciudad. Entendiéndose que la categoría “mujer” abarca una diversidad que puede ser comprehendida por la intersección entre raza, clase y género, interesan lecturas, saberes, haceres y experiencias de trabajo, aparte de propuestas y perspectivas que comprehendan y apunten experiencias concretas que, a partir de la Economía Popular y Solidaria, enfrentan el racismo estructural, el sexismo, el capitalismo y las más diversas formas de opresión y exploración.

4 Universidade e Sociedade: perspectivas epistemológicas e metodológicas, alternativas na produção do conhecimento e o papel da extensão e da pesquisa participante, na Economia Popular e Solidária. Experiências de incubação

O objetivo deste Grupo de Trabalho é reunir pesquisadores/as, extensionistas e experiências produtivas ou organizativas que vivenciem ou reflitam acerca de novas formas de produzir conhecimento, especialmente considerando a convivência e troca entre o conhecimento científico e popular. Privilegiam-se, em especial, experiências que envolvam pesquisa participante ou outras metodologias alternativas que se proponham a construir formas de produzir ciência socialmente referenciada e voltada para a transformação social, vinculadas às lutas por formas contra-hegemônicas de trabalhar e produzir. Destaque-se, ainda, o papel da incubação enquanto espaço educativo-dialógico-político de organização da classe trabalhadora na perspectiva de uma outra Economia. Propõem-se, ainda, discussões acerca do impacto da pandemia da Covid-19 sobre a extensão universitária e sobre o trabalho coletivo autogestionário, visando a construção coletiva de caminhos para superação dos problemas que ainda enfrentamos.

4. Universidad y Sociedad: perspectivas epistemológicas y metodológicas, alternativas en la producción del conocimiento y el papel de la extensión y de la investigación participante, en la Economía Popular y Solidaria. Experiencias de incubación.

 

El objetivo de este Grupo de Trabajo es reunir investigadores/as, extensionistas y experiencias productivas u organizativas que vivencien o reflejen acerca de nuevas formas de producir conocimiento, especialmente considerando la convivencia y cambio entre el conocimiento científico y popular. Se privilegian, en especial, experiencias que envuelvan búsqueda participante u otras metodologías alternativas que se propongan a construir formas de producir ciencia socialmente referenciada y vuelta a la transformación social, vinculadas a las luchas por formas contrahegemónicas de trabajar y producir. Se destaca, todavía, el papel de la incubación en cuanto espacio educativo-dialógico-político de organización de la clase trabajadora en la perspectiva de otra Economía. Se proponen, todavía, discusiones acerca del impacto de la pandemia de Covid19 sobre la extensión universitaria y sobre el trabajo colectivo autogestionario, visando la construcción colectiva de caminos para la superación de los problemas que todavía enfrentamos.

5 Economia Popular e Solidária e o Direito

Este Grupo de Trabalho objetiva reunir reflexões em torno do modo como as experiências produtivas e organizativas da Economia Popular e Solidária se relacionam com o fenômeno jurídico. Se pensamos no Direito das sociedades capitalistas, ele de costume parece assumir um papel limitador para as iniciativas econômicas de trabalho autogestionário popular, estabelecendo exigências que não dialogam com a realidade destes trabalhadores/as e criando vantagens para a produção que se curva ao modelo empresarial e de exploração do trabalho. Ao mesmo tempo, no entanto, as lutas dos/as trabalhadores/as da chamada economia popular e solidária também são travadas nos domínios do Direito, que assume um papel importante na construção e fortalecimento do caminho do trabalho para além do capital, sobretudo considerando-se o caráter processual de tais lutas, e o fato de serem travadas em um contexto sócio-econômico que lhes é hostil. Interessam-nos temas como: formalização jurídica dos grupos; tributação (no que se inclui as peculiaridades da escrita contábil-fiscal dos grupos produtivos); garantias previdenciárias dos/as trabalhadores/as; questões jurídicas em torno do acesso a crédito e contratações públicas; aspectos jurídicos da recuperação de empresas pelos/as trabalhadores/as; impactos das questões jurídicas em torno da regularização fundiária (em especial de comunidades tradicionais) sobre a organização e sobrevivência dos grupos produtivos; no caso brasileiro, ainda, as questões suscitadas pelo Projeto de Lei 6.606/2019 (antigo 4.685/2012); discussões que pensam o Direito a partir da perspectiva do pluralismo jurídico, a exemplo as questões em torno das regras jurídicas produzidas nos espaços de convivência dos/as trabalhadores/as autogestionários/as. 

 

5. Economía Popular y Solidaria y el Derecho

 

Este Grupo de Trabajo tiene como objeto reunir reflexiones alrededor del modo como las experiencias productivas y organizativas de la Economía Popular y Solidaria se relacionan como fenómeno jurídico. Si pensamos en el derecho de las sociedades capitalistas, el de costumbre parece asumir parece asumir un papel limitador para las iniciativas económicas de trabajo autogestionario popular, estableciendo exigencias que no dialogan con la realidad de estos trabajadores/as y creando ventajas para la producción que se curva al modelo empresarial y de exploración del trabajo. Al mismo tiempo, sin embargo, las luchas de los/las trabajadores/as de la llamada economía popular y solidaria, también son trabadas en los dominios del derecho, que asume un papel importante en la construcción y fortalecimiento del camino del trabajo para además del capital, sobre todo considerándose el carácter procesual de tales luchas, y el hecho de ser trabadas en un contexto socioeconómico que les es hostil: nos interesan temas como: formalización jurídica de los grupos, tributación (en lo que se incluye las peculiaridades de la escrita contable-fiscal de los grupos productivos), garantías de seguridad social de los/las trabajadores/as; cuestiones jurídicas alrededor del acceso al crédito y a contrataciones públicas; aspectos jurídicos dela recuperación de empresas por los/las trabajadores/as, impactos de las cuestiones jurídicas de la regularización terrateniente (en especial de comunidades tradicionales) sobre la organización de sobrevivencia de los grupos productivos; en el caso brasileño, todavía, las cuestiones suscitadas por el proyecto de ley 6.606/2019 (artículo 4.685/2012); discusiones que ven el Derecho a partir de la perspectiva del pluralismo jurídico, como ejemplo de las cuestiones alrededor de las reglas jurídicas producidas en los espacios de convivencia de los/las trabajadores/as autogestionarios/as.

6  Economia Popular e Solidária e Políticas Públicas

A Economia Popular e Solidária, apesar das dimensões que já ocupa e do contingente potencial de trabalhadores que pode atingir, ainda é considerada periférica. Suas práticas mantêm intensa relação com aspectos locais da cultura, do ambiente, dos arranjos sociais e políticos, assim como estão a exigir a construção de estratégias de educação e políticas públicas específicas, que vão na contramão do modo hegemônico de produzir, circular e dividir os bens resultantes do trabalho humano. Qual o papel que assume o Estado neste contexto? O objetivo deste Grupo de Trabalho é, assim, reunir pesquisadores, extensionistas e experiências produtivas ou organizativas que tragam à reflexão as relações entre Economia Popular e Solidária e as instituições políticas, a Administração Pública e suas políticas.

6. Economía Popular y Solidaria y Políticas Públicas

 

La economía Popular y Solidaria, a pesar de las dimensiones que ya ocupa y del contingente potencial de trabajadores que puede atender, todavía es considerada periférica. Sus prácticas mantienen intensa relación con aspectos locales de cultura, de ambiente, de los arreglos sociales y políticos, así como están exigiendo la construcción de estrategias de educación y políticas públicas específicas, que van en contra del modo hegemónico de producir, circular y dividir los bienes resultantes del trabajo humano. ¿Cuál es el papel que asume el Estado en este contexto? El objetivo de este Grupo de Trabajo es, así, reunir investigadores, extensionistas y experiencias productivas u organizadas que traigan a la reflexión las relaciones entre Economía Popular y Solidaria y las instituciones políticas, la Administración Pública y sus políticas.


 

COMISSÃO ORGANIZADORA (COMISIÓN ORGANIZADORA)

 


Alessandra Oliveira Teles

Ana Regina Messias

Beatriz Carvalho Torres Mendes

Beatriz dos Santos Soares

Camila Menezes Souza

Carolaine Santana dos Santos

Daniela de Jesus Ferreira

Elisia Priscila Souza de Oliveira

Emmanuel Oguri Freitas

Erivaldo Santiago de Jesus

Flávia Almeida Pita

Gessica Cerqueira da Silva Santos

Herton Carvalho Oliveira

Hudson Silva dos Santos

Isabelle Teixeira dos Santos

Jamille Cavalcante Santos

Janaína Paixão Pereira

João Eduardo dos Santos Ferreira

Jose Raimundo Oliveira Lima

Julianna da Silva Araújo

Kelly da Silva Brandão

Lucas Costa de Almeida

Lucivania da Silva Moura

Marline Conceição de Oliveira

Maryelle Vanilla de Abreu Cerqueira

Milena Carneiro Macedo

Myrelle dos Santos Nascimento

Natan Santana Soares

Paloma Santana de Souza

Rebeca da Silva Lima

Sara de Souza Silva

Taís do Nascimento Lima

Vinícius Rios da Silva

Wodis Kleber Oliveira Araújo       


 

COMISSÃO CIENTÍFICA (COMISIÓN CIENTÍFICA)


Alessandra Teles Oliveira (Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS)

Ana Maria Motta Ribeiro (Universidade Federal Fluminense-UFF)

Ana Regina Messias (Incubadora de Iniciativas da Economia Popular e Solidária da UEFS)

Ana Virgínia Pereira dos Santos (Faculdade Católica de Feira de Santana)

Annahid Burnett (Universidade Estadual da Paraíba-UEPB)

Carla Appollinario de Castro (Universidade Federal Fluminense)

Casimiro Balsa (Universidade Nova de Lisboa)

Daniela de Jesus Ferreira ((Universidade do Estado da Bahia-UNEB)

Edson Caetano (Universidade Federal do Mato Grosso-UFMT)

Elizia Priscila Souza de Oliveira (Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS)

Fernanda Henrique Cupertino Alcântara (Universidade Federal de Juiz de Fora-UFJF)

Emmanuel Oguri Freitas (Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS)

Flávia Almeida Pita (Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS)

Flávio Chedid Henriques (Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ)

Genauto Carvalho França Filho (Universidade Federal da Bahia-UFBA)

Gesner Brehmer de Araújo Silva (Universidade Santíssimo Sacramento)

Gildásio Santana Júnior (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB)

Henrique Oliveira Andrade (Instituto Federal da Bahia-IFBA - Campus Feira de Santana)

Heron Souza (Instituto Federal Baiano-IFBaiano)

Hudson Silva dos Santos (Instituto Federal da Bahia-IFBA - Campus Feira de Santana)

Ibrahin Amhed León Tellez (Universidad de Granma-UDG, Cuba)

José Claudio Rocha (Universidade do Estado da Bahia-UNEB)

Jose Raimundo Oliveira Lima (Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS)

Lia Tiriba (Universidade Federal Fluminense-UFF)

Maria José Andrade de Souza (Universidade Federal do Sul e Sudoeste do Pará-UNIFESSPA)

Paloma Santana de Souza (Incubadora de Iniciativas da Economia Popular e Solidária da UEFS)

Raul Gonzalez Meyer (Universidad de la Academia de Humanismo Cristiano, Chile)

Rubén Camilo Lois González (Universidade de Santiago de Compostela-USC, Espanha)

Sergio Henrique da Conceição (Universidade do Estado da Bahia-UNEB)

Wodis Kleber Oliveira Araújo (Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS)



Atividades

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