La edición 2026 del Ciclo de Estudios y Debates en Etnología Indígena marca una trayectoria de 10 años de diálogos, investigaciones e intercambios de conocimiento entre comunidades indígenas, investigadores y estudiantes. Celebrada en Natal/RN desde 2016, la octava edición tendrá lugar entre el 15 y el 18 de septiembre de 2026 y reafirma su compromiso con la construcción de una ciencia plural, crítica e intercultural.
Como resultado de la colaboración entre el Programa de Posgrado en Antropología Social (PPGAS/UFRN) y el Grado en Educación Intercultural Indígena (LICEII/UFRN), el Ciclo se ha consolidado como una referencia nacional y regional en el área de etnología indígena. Para esta edición, el evento cuenta con la colaboración de programas de posgrado en Antropología de la Universidad Federal de Amazonas (UFAM), < span style="font-family: "Roboto Slab"; font-size: 16px;">Universidad Federal de Bahia (UFBA), de Universidad Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidad de São Paulo (USP), Universidad de Brasília (UnB) yUniversidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ), que amplía la red de diálogo académico y refuerza el carácter interinstitucional y nacional del Ciclo.
En 2026, el VIII Ciclo invita a reflexionar sobre "Territorios Indígenas y Posibles Futuros", frente a los desafíos climáticos y territoriales que marcan nuestro tiempo y las alternativas que surgen de las formas de vida y el conocimiento de la pueblos indígenas. El tema destaca la urgencia de abordar los efectos de la degradación ambiental, la violencia contra los pueblos indígenas y las desigualdades sociales. Al mismo tiempo, propone reconocer y ampliar sus contribuciones a la regeneración de la vida, la justicia medioambiental y la democracia. Se trata de replantear las múltiples formas de habitar, considerando el lugar de las epistemologías y prácticas indígenas en la construcción de alternativas al modelo hegemónico de explotación de la tierra y la vida.
El programa contará con círculos de conocimiento, paneles temáticos, talleres, mini-cursos y exposiciones audiovisuales, así como espacios para socializar materiales didácticos y producciones académicas. El evento reafirma a la universidad como un foro público de diálogo entre mundos, territorios y conocimiento, fortaleciendo la construcción de políticas del conocimiento comprometidas con la diversidad, la sostenibilidad y la democracia.
"Indigenous Territories and Possible Futures" es, finalmente, una invitación colectiva: a la antropología, a los pueblos indígenas, a las instituciones públicas, a los órganos del sistema judicial y a la sociedad en general para pensar juntos: ¿qué futuros queremos? ¿Qué futuros son posibles? ¿Y cómo son fundamentales los territorios indígenas, como espacios de vida, memoria, conocimiento y lucha, para la construcción de estos futuros?
Como participar
INSCRIÇÃO (OUVINTE)
A participação como ouvinte está aberta a estudantes, pesquisadoras(es), professores(as) e demais interessados(as). Para se inscrever gratuitamente, basta CLICAR AQUI
SUBMISSÃO DE TRABALHOS
O evento receberá propostas nas seguintes modalidades:
- Painéis Temáticos: apresentação de comunicações orais e pôsteres: CLICAR AQUI;
Passo a passo para submissão de resumos e de trabalhos completos: CLICAR AQUI
PT 01 - Artes indígenas em
perspectiva: expressões, saberes e produções artísticas dos povos indígenas do
nordeste brasileiro
Coordenação
Tiago Santos Araújo (PPGAS/UFRN)
Karina Rachel Guerra Braga (PPGAS/UFRN)
Resumo:
Este Painel Temático propõe reunir
pesquisas e reflexões sobre diferentes formas de arte indígena, compreendidas
como expressões que articulam saberes, memória, território e modos de
existência. Acolhemos trabalhos que abordem as produções artísticas indígenas
em suas diversas manifestações, incluindo artes materiais, imateriais, visuais
e gráficas, como pintura corporal, grafismos, cerâmica, esculturas e cestarias;
bem como expressões musicais, performáticas e rituais, como cantos,
instrumentos, danças e outras práticas. A proposta parte do entendimento de que
essas produções não se limitam ao campo estético, mas constituem práticas que
expressam tanto relações com a ancestralidade, o território e as cosmologias
indígenas, quanto com múltiplos existentes, humanos e não-humanos. Dessa forma,
pretende-se estimular reflexões sobre os sentidos dessas artes, seus processos
de criação, transmissão e circulação em diferentes contextos. Ainda,
pretendemos dar especial atenção às produções artísticas das comunidades indígenas
do Nordeste brasileiro, considerando que, apesar da grande diversidade de modos
de existir presentes na região, a produção bibliográfica sobre o tema ainda é
relativamente escassa. Com isso, objetivamos discutir e incentivar o
compartilhamento de ideias e pesquisas sobre as artes indígenas, promovendo um
espaço de diálogo entre pesquisadores, estudantes e demais interessados na
referida temática.
PT 02 - Educação Escolar Indígena e
projetos de futuro
Coordenação
Janaina Aline dos Santos e Souza (USP)
Resumo:
Este painel propõe articular as concepções de educação escolar indígena de
diferentes povos e etnias aos seus respectivos projetos de futuro, evidenciando
como a construção de projetos político-pedagógicos de escolas e/ou
licenciaturas interculturais, ancorada nos saberes tradicionais, possibilita
uma formação crítica, refletida na prática docente, na ressignificação da
escola, na produção de currículos diferenciados e no fortalecimento cultural.
Ao discutir quais futuros se desejam — ou quais são possíveis na atualidade —,
a educação escolar indígena, enquanto campo de disputa política e
epistemológica, constitui-se como um espaço estratégico para pensar os caminhos
a seguir, seja no reconhecimento e na valorização identitária, seja na
conscientização das lutas territoriais e de direitos, ou ainda no domínio e na
interlocução com o universo não indígena.
Palavras-chave:Educação
Escolar Indígena; Saberes Indígenas; Formação e Prática Docente; Currículo
Diferenciado; Projeto de Futuro.
PT 03 - Entre o Visível e o
Invisível: Noções de Corpo e Pessoa no Nordeste indígena
Coordenação
Alany
Mariana Kardec do Nascimento de Oliveira (PPGAS/UFRN)
Caio
Vinicius Soares de Oliveira Barbosa (UFRN)
Resumo:
As discussões sobre
as noções de Corpo e Pessoa entre os povos indígenas situados no Brasil não são
recentes, porém certa escassez se revela quando direcionamos a análise do
Nordeste indígena. Em um plano geral, a construção da pessoa e a fabricação do
corpo são compassos essenciais para compreender as diversas formas de
socialidade desses povos, tanto o papel da corporalidade se torna crucial para
entender os sistemas sociais e cosmológicos, quanto a noção de pessoa transita
em um movimento plural de níveis estruturados internamente. Tendo em vista que
há uma ausência de produções bibliográficas acerca de temas que englobam esta
temática, a proposta objetiva incentivar e compartilhar produções que
contribuam para a conceitualização das diferentes perspectivas apresentadas.
Desse modo, buscamos acolher pesquisas em estágio inicial, consolidadas ou em
desenvolvimento em diferentes perspectivas que enfatizem transversalidades como
as dimensões do sonho, da morte, da vida, da fragmentação da pessoa, do território,
das relações intersubjetivas (múltiplos existentes), das experiências de quase
morte, das socialidades, das cosmologias e dos rituais.
Palavras-chave:Corpo,
Pessoa, Nordeste indígena
PT 04 - Escola
indígena como demarcação do Território Indígena: desafios e potencialidades
para a construção de um futuro possível
Coordenação
Vania Aparecida Costa (UFRN)
Maria Ivoneide Campos da Silva (LICEII/UFRN,
Associação Comunitária Amarelão/RN)
Dioclécio Bezerra da Costa (Escola Municipal
Indígena Saramandaia)
Resumo:
Este painel temático traz como questão central como
a luta e a presença da escola indígena na comunidade vem se configurando como
processo de demarcação do território indígena. No estado do Rio Grande do Norte
essa configuração está muito presente no processo de construção da Educação
Escolar Indígena. A proposta é que os trabalhos apresentados contribuam para
que se amplie e aprofunde nessa questão com a socialização de pesquisas,
relatos, materiais de apoio didático-pedagógicos voltados para as histórias,
currículos e práticas pedagógicas de escolas indígenas, incluindo a relação
daslicenciaturas interculturais
indígenas nas escolas e nas comunidades. Em um primeiro momento, o painel
possibilitará uma visão mais ampliada de como a escola indígena vem se
constituindo e contribuindo com a luta e a formação política de lideranças e
professores/as indígenas nos territórios. Em um segundo momento, os/as
coordenadores/as do painel apresentarão, no painel, uma perspectiva de análise
dos trabalhos apresentados de modo a que o diálogo se aprofunde em torno, tanto
do que podemos aprender com o processo de construção da escola indígena como
território, quanto dos desafios e potencialidades dessa escola para a
construção de um futuro possível considerando o lugar das epistemologias e
práticas indígenas na construção de alternativas ao modelo hegemônico de
exploração da terra e do bem viver.
Palavras-chave: Escola
Indígena; Território Indígena; Educação Escolar indígena; Povos indígenas do RN
PT 05 - Etnicidade, Movimento
Indígena e Antropologias Indígenas: diálogos e renovações
Coordenação
Tayse Michelle Campos da Silva (PPGAS/UFRN)
João Lucas Medeiros Dantas (PPGAS/UFRN)
Resumo:
Este Painel Temático tem como objetivo reunir pesquisadoras/es interessadas/os
em discutir as dinâmicas contemporâneas em torno da etnicidade, com foco
especial nos processos de emergência étnica, nas trajetórias do movimento
indígena e no papel central dos antropólogos indígenas e das antropologias
indígenas na produção de conhecimento. Buscamos criar um espaço de diálogo para
refletir sobre como as identidades étnicas são mobilizadas, reivindicadas e
reconstruídas em contextos de conflito territorial, políticas de Estado e
articulações transnacionais. Propomo-nos a investigar as múltiplas facetas do
protagonismo indígena, analisando não apenas a atuação política em suas
organizações, mas também a emergência de um campo intelectual de autoria
indígena que desafia os cânones da antropologia. Interessa-nos compreender como
esses agentes – em diálogo crítico com a academia e com suas próprias tradições
– têm produzido novas epistemologias, metodologias e narrativas sobre a
história, o território e o futuro de seus povos. O Painel Temático acolherá
trabalhos que abordem, entre outros temas: processos de emergência étnica e
etnogênese, incluindo suas dimensões jurídicas, simbólicas e políticas; a
trajetória do movimento indígena local, regional e nacional, suas alianças, tensões
e pautas contemporâneas; a produção acadêmica e intelectual de antropólogos,
pesquisadores e lideranças indígenas; as relações entre antropologia e povos
indígenas: colaboração, tradução intercultural e antropologia compartilhada; políticas
de identidade, territorialidade e autonomia; memória, colonialidade e as formas
de resistência dos povos indígenas. Ao reunir pesquisas que articulam
etnografia, análise política e reflexão epistemológica, este Painel Temático
visa contribuir para um debate necessário sobre as condições de produção do
conhecimento antropológico, os deslocamentos metodológicos provocados pelo
protagonismo indígena e os desafios ético-políticos que se colocam para a
disciplina em um contexto de crescente visibilidade e protagonismo dos povos
indígenas.
Palavras-chave:Etnicidade;
Movimento indígena; Antropólogos indígenas; Protagonismo indígena;
PT 06 - Etnoenvolvimento e novas
formas de territorialidades
Coordenação
Ribamar Ribeiro Junior (Instituto Federal do Pará – Campus Rural de Marabá)
Ronnielle de Azevedo Lopes (IFPA)
Moeri Parakanã (Terra Indígena
Parakanã)
Resumo:
Este Painel Temático tem como
proposta acolher trabalhos que dialogam com o fazer etnográfico da escrita de
pesquisa, envolvendo as vivências culturais e novas formas de territorialidade
no âmbito dos etnoterritórios indígenas. Parte-se da compreensão da etnografia
como método de análise e interpretação desses novos aldeamentos, formas de
organização, modos de luta e resistência, incluindo as territorialidades da
educação em seus territórios e suas formas de ocupação na institucionalidade. Por
que etnoenvolvimento? Trata-se de uma perspectiva que busca superar a lógica
“desenvolvimentista” do Estado e do capital, propondo uma reflexão sobre a
necessidade de estreitar ainda mais os laços dos povos indígenas com seus
territórios, em vez de promover seu afastamento.
Palavras-chave:Etnografia;
Etnoterritórios; Educação; Povos Indígenas e Territorialidades.
PT 07 - Etnografias entre o mar,
mangues, praias, arrecifes, matas e areais: territorialidades e modos de
habitar no Atlântico Indígena
Coordenação
Thiago Mota Cardoso (Universidade Federal do Amazonas)
Susana Matos Viegas (Universidade
de Lisboa)
Resumo:
Este
painel visa reunir pesquisas etnográficas e reflexões de antropólogos/as
indígenas e não indígenas sobre territorialidades, práticas de conhecimento e
relacionalidades envolvendo os povos indígenas e as diversas paisagens da zona
costeira (mar, pedrais, arrecifes, mangues, estuários, praias e areais).
Contrariando a visão colonialista e moderna da paisagem costeira como entidade
externa destinada à contemplação e/ou da terra como solo destinado ao
extrativismo e ocupação, o painel convoca reflexões sobre o Atlântico e suas
bordas territoriais ou, para alguns povos indígenas, suas dobras com outros
patamares cosmográficos. Isso implica endereçar a multiplicidade de vidas nas
paisagens da Zona Costeira, das confluências entre rios e o mar e destes com as
matas e vegetações litorâneas, bem como reconhecer os atravessamentos das
rodovias, zonas agroindustriais, circuitos de mercadorias no turismo, portos e
cidades e, evidenciar as múltiplas formas de conceber o oceano negligenciadas
por uma historiografia sobre o atlântico marcada pela conquista, domesticação e
escravidão. Para as vidas indígenas, esse Atlântico da globalização significou
invasão e ocupação, bem como a emergência de uma ecologia colonial nas
paisagens litorâneas, destruindo ou ameaçando seus modos de viver. Mas há ainda
muita vida e conhecimento lá onde os olhares da globalização e da ocupação
colonial não alcançam ou não reconhecem. O que designamos Atlântico Indígena
serve de contraponto ao quadro de pesquisas sobre o Atlântico como espaço “civilizacional”,
e complementa os estudos sobre o Atlântico Negro que, desde a década de 1990
vieram trazendo à cena a violência dos deslocamentos de vidas através desse
oceano. Que Atlântico será esse dos pontos de vista e dos modos de habitar
indígenas? Esta é a pergunta geral que trazemos para este painel, a fim de
compreendermos as conformações das territorialidades indígenas ao longo da zona
costeira brasileira.
Palavras-chave: povos
indígenas; territorialidades; modos de habitar; paisagens; zona costeira
PT 08 - História, Historiografia
Indígena (Séculos XVI–XXI) e Educação Escolar: Agências, Saberes e Práticas
Didáticas
Coordenação
Marcelo Oliveira do Nascimento (UFRN)
Ana Beatriz Santos
Ovidio (UFRN)
Resumo:
O presente Painel Temático propõe um amplo debate
sobre a História e Historiografia Indígena, abrangendo um arco temporal que se
estende dos séculos XVI ao XXI. O objetivo é reunir pesquisas que estabeleçam
os povos indígenas como agentes centrais e protagonistas na história do Brasil,
desde o período colonial até a contemporaneidade. Serão acolhidos trabalhos que
analisem as agências, trajetórias e resistências indígenas nos processos de
colonização e formação nacional, incluindo suas participações em eventos
bélicos, administração de aldeamentos, atuação política (Diretório dos Índios,
cargos camarários, rebeliões e processos políticos), bem como a luta por
direitos e a produção de saberes e narrativas próprias no século XXI. Em uma
perspectiva complementar, o Painel Temático visa discutir a Educação Escolar e
a Educação Indígena. Serão priorizados trabalhos e relatos de experiência que
explorem o ensino de História Indígena em sala de aula, desde as reflexões
oriundas de programas de iniciação à docência, como o PIBID, até a atuação
prática de professores de história e indígenas na educação básica. Busca-se
valorizar a implementação das leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, o uso e
análise de materiais didáticos, metodologias ativas, a circulação de saberes e
narrativas contra-hegemônicas e os desafios enfrentados no trato das temáticas
étnico-raciais. O Painel se constitui como um espaço de diálogo, troca e
construção coletiva, reconhecendo a escola como lugar estratégico de produção e
divulgação de conhecimento histórico comprometido com a diversidade e a justiça
social.
Palavras-chave: Historiografia
Indígena; Ensino de História Indígena; Práticas Didáticas; Agência Indígena;
Educação Escolar.
PT 09 - Territorialidade, Conflitos
Socioambientais e Políticas Públicas: Os impactos do capitaloceno em terras
indígenas
Coordenação
Alícia Ferreira Gonçalves (PPGA/UFPB)
Matheus Ramos Araújo de Sousa
(PPGA/UFPB)
Resumo:
O presente Painel Temático está aberto à reflexão e
escuta sobre o impacto do antropoceno (Haraway, 2000) e capitaloceno (Moore,
2016) dentro dos territórios indígenas, o que evidencia os conflitos
socioambientais (Simmel, 1908) e disputas territoriais movidas pela as
transformações sociais causadas pelo homem no meio ambiente. Desde os anos de
2012, o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura, Sociedade e Ambiente
(GIPCSA) vem se debruçando dentro dos territórios indígenas para entender os
impactos ambientais e as iniciativas sociais para conter os avanços causados
pela destruição das matas em decorrência das presentes monoculturas, em 2018
começamos a trabalhar com a Política Nacional de Gestão Ambiental e Território
em Terras Indígenas (PNGATI) onde instituiu por meio do decreto 7747/2012 o
Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA), que possibilitou a partir de
uma organização política participativa das comunidades uma autogestão sobre o
território. Objeto central de discussão é osimpactos do antropoceno nos territórios indígenas influenciado pelo
capitaloceno, que prioriza o lucro em detrimento das relações socioambientais.
Com isso, este Grupo de Trabalho representa um chamamento para pesquisa que
busca analisar as iniciativas produtivas comunitárias para impedir o avanço do
antropoceno sobre os territórios, como também, pesquisas que dialoguem com as
políticas públicas indigenistas, conflitos socioambientais e produções
sustentáveis em terras indígenas. Por fim, este grupo de trabalho busca analisar
o “fato socioambiental total” (Marques, 2015)a partir do antropoceno para que definem as contradições entre o
capitalismo e o meio ambiente, e como entender os processos de territorialidade
constituídos pelos povos indígenas.
Regras de submissão de comunicações orais e pôsteres nos Painéis Temáticos
✅ Quem pode submeter propostas?
Podem enviar propostas: ✨ Professores(as) da educação básica e do ensino superior; ✨ Estudantes da educação básica, graduação e pós-graduação; ✨ Pesquisadores(as) e profissionais interessados(as)
nos temas dos painéis.
🗂️ O que pode ser
apresentado nos Painéis Temáticos?
Pesquisas
em andamento ou concluídas;
Trabalhos
de conclusão de curso (monografias, dissertações, teses);
Projetos
de ensino, extensão ou iniciação científica;
Experiências
desenvolvidas em contextos escolares e não escolares, junto a territórios
e comunidades indígenas.
👥 Posso submeter em
coautoria?
Sim. Trabalhos em coautoria são bem-vindos. Todos os(as)
coautores(as) devem ter seus nomes registrados no momento da submissão.
🔄 Posso enviar mais de
uma proposta?
Sim. Cada participante poderá submeter até duas propostas
de trabalho.
👨🏫👩🏫 Quantos(as) (co) autores(as) podem ter um trabalho?
Não há limite para o número de autores(as) e coautores(as) por trabalho. Contudo, apenas dois (02) autores(as) poderão ser indicados(as) como apresentadores(as) no momento da submissão e durante a apresentação nos Painéis Temáticos.
ATENÇÃO: um(a) mesmo(a) autor(a) ou coautor(a) poderá atuar como apresentador(a) de mais de um trabalho, desde que estes pertençam ao mesmo painel temático. É vedada a indicação de um(a) mesmo(a) apresentador(a) para painéis distintos, uma vez que as sessões ocorrem de forma simultânea.
🎤 Formatos de
apresentação permitidos:
Comunicação
oral
Pôster
📌 Como devo apresentar a proposta de comunicação oral ou pôster?
Resumo simples
Trabalho completo
🧷 SUBMISSÃO DE RESUMO SIMPLES:
Os resumos deverão ter o seguinte formato:
- Entre 1.000 e 4.000 caracteres com espaço, espaçamento 1,15, Arial, letra 12.
- Os arquivos devem ser em formato doc.
- O resumo deve ser elaborado diretamente no template disponibilizado, salvo em *doc e submetido no sistema.
- No momento da submissão, deverão ser enviadas duas versões em *doc do arquivo: uma com identificação de autoria e outra sem identificação.
ATENÇÃO: o resumo deverá ser elaborado conforme o "template" disponível na página
🧷 Regras específicas para
pôsteres:
Devem
conter de forma clara os autores/as e orientadores/as (se houver)
A
montagem e retirada do pôster são de responsabilidade do(a) proponente
A
exposição ocorrerá na sala do GT, conforme orientação dos(as)
monitores(as)
📚 ENVIO DE TRABALHOS
COMPLETOS [OPCIONAL]
Os trabalhos completos das comunicações orais e dos pôsteres que foram aprovados nos Painéis Temáticos do VIII Ciclo de Etnologia Indígena serão publicados nos Anais Eletrônicos.
Os trabalhos completos deverão ter o seguinte formato:
- Formato: mínimo 05 e máximo 15 páginas (incluindo referências), espaço 1,5, Arial, letra 12.
- Notas completas no rodapé da página.
- O resumo e as palavras-chave em português deverão ser inseridos imediatamente após a informação da autoria, antes do início do texto.
- Os arquivos devem ser em formato pdf.
- O trabalho deve ser elaborado diretamente no template disponibilizado, salvo nesse formato e, em seguida, convertido em PDF para submissão no sistema.
- No momento da submissão, deverão ser enviadas duas versões do arquivo: uma com identificação de autoria e outra sem identificação.
ATENÇÃO: o trabalho completo deverá ser elaborado conforme o "template" disponível na página.
Forma de envio:
O arquivo deve ser enviado pelo sistema Even.
PUBLICAÇÃO NOS ANAIS
Os trabalhos aprovados (RESUMOS E TRABALHOS COMPLETOS) serão publicados nos Anais do evento.
Os Anais contarão com ISBN e DOI para a publicação como um todo.
O sistema também disponibiliza a opção de solicitação de DOI individual para os trabalhos publicados nos Anais. Ressalta-se que essa solicitação é opcional e, quando realizada, deverá ser custeada pelos(as) autores(as).
19 de abril de 2026 - Sitio web del evento y redes sociales
Envío de artículos (comunicación oral y/o póster)
19 de abril a agosto de 2026 - Evento web
Divulgación de artículos aprobados
15 de agosto de 2026 - Sitio web del evento y redes sociales
SHORT COURSES AND WORKSHOPS
<
table class="table-bordered" style="width: 1249.51px;">Presentación de propuestas 20 de febrero a 6 de abril de 2026 - Sitio web del evento Divulgación de propuestas seleccionadas>15 de agosto de 2026 - Sitio web del evento y redes socialesRegistro para participar>16 de agosto al 14 de septiembre de 2026 - SIGAA/UFRNDivulgación de obras aprobadas15 de agosto de 2026 - Sitio web del evento y redes sociales
AUDIOVISUEL EXHIBITION
<
table class="table-bordered" style="width: 1249.51px;">Envío de propuestas >20 de febrero al 01 de agosto de 2026 - Event website Anuncio de propuestas seleccionadas 15 de agosto de 2026 - Sitio web del evento y redes sociales
PARTICIPACIÓN COMO LISTENER
<
table class="table-bordered" style="color-fondo: rgb(255, 255, 255); width: 1249.51px;">Registro gratuito 1 de junio al 15 de septiembre - SIGAA y sitio web
del evento
PROGRAMMING & ANNALS
<
table class="table-bordered" style="background-color: rgb(255, 255, 255); width: 1249.51px;">Divulgación del calendario consolidado10 - Sitio web del evento y redes socialesEnvío de artículos completos aprobados en los Paneles Tematicos y en la Exposición Audiovisual para publicación en los Annals15 de septiembre de 2026 - Sitio web del evento
>EVENTO
<
table class="table-bordered" style="background-color: rgb(255, 255, 255); width: 1249.51px;">Accreditation 15 to 18 Septiembre - Ubicación del evento Realización del VIII Ciclo de Etnología Indígena15 al 18 de septiembre - UFRN Campus | Natal/RN
Actividad
{{item.titulo}}
{{item.horaInicio}}-{{item.horaFim}}
Mini-cursos y talleres
Presentación de propuestas
?? Talleres e Cursos cortos no VIII Cycle
??? Data e time de realizationAs Talleres e Cursos cortos tendrán lugar no day 15 de septiembre de 2026, das 14h às 18h30, no Campus da UFRN.
?? O que é Workshop?
Activity practice de short duración, que promueve interacción, ="font-size: 16px;">e experimentación en around de themes <span style="font-size: 16px;">evento.
Pode wrap practices miscellaneous, desde works manuals e crafts hasta ejercicios que stimulate a participation active of implicado.
?? O que is ¿Curso corto?
Activity de short duration facing for presente, introduce o deepen a tema específico.
O(a) spanestilo="tamaño-fuente: 16px;">puede adopte estilo estilo diferente metodologías: exposición oral, lectures, <span style="font-size: 16px;">interactive, preguntas o otro <span style="font-size: 16px;">que fomenta a stake dos oyentes.
? Who can submit propuestas? ? Teachers da education basic e do teaching superior
? Researchers<
span style="font-family: "Roboto Slab"; white-space-collapse: preserve; font-size: 16px;"> ? Estudantes de graduation e post-graduation
? Profesionales da education interested<
span style="white-space-collapse: preserve;">
?? O que should contain a proposal?
Title da workshop o short course
Resumen (hasta 3.000 <span style="font-size: 16px;">com spaces), including:a) Presentation da activity, goals e justificationb) <span style="font-size: 16px;">da <span style="font-size: 16px;">e <span style="font-size: 16px;">formativoc) <span style="font-size: 16px;">com a theme central do <span event style="font-size: 16px;">e posible contribuciones para a <span style="font-size: 16px;">professional
Small menu ( hasta 300 caracteres com spaces), para disclosure no event
Indicación do número de vacantese número de ministrantes (hasta 4 por workshop o short course)
Nota: the materials usado are de responsabilidad de(s) proponentes
?? How <span style="font-size: 16px;">submit a proposal?
Fill o form <span style="font-size: 16px;">disponible in:
Exposición fotográfica, de dibujo y vídeo/documental
?? ¿Qué son las exposiciones audiovisuales?
Las Exposiciones Audiovisuales reúnen producciones artísticas en diferentes idiomas — como fotografía, vídeos, documentales y dibujo — que contribuyen a ampliar la visión de los pueblos indígenas, sus territorios, recuerdos, formas de resistencia, educación, espiritualidad, arte y vida cotidiana. Estas producciones pueden llevarse a cabo en contextos escolares, académicos, comunitarios o de investigación, y tienen como objetivo promover la sensibilidad, el respeto y el diálogo intercultural.
?? Calendar:
Fecha de exposiciones audiovisuales:
Fecha límite para la presentación de propuestas:
Divulgación de artículos aceptados:
Divulgación del calendario completo:
?? ¿Quién puede participar?
? Profesores de educación básica y superior, estudiantes (de primaria, grado y posgrado), investigadores, artistas, fotógrafos y otros Profesionales interesados.
Invitados
{{item.nome}}
{{item.nome}}
Local do Evento
Comisiones
<
font face="Roboto Slab">Comité Organizador
José Glebson Vieira (PPGAS/DAN/LICEII)
Carlos Guilherme Octaviano do Valle (PPGAS/DAN)
Lisabete Coradini (PPGAS/DAN)
Rita de Cássia Maria Neves (PPGAS/DAN)
Francisca da Conceição Bezerra (LICEII-UFRN/APOINME)
Tayse Michelle Campos da Silva (PPGAS/UFRN y APOINME)
José
Carlos Tavares da Silva (APOINME/FOINPDI)<
p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm;line-height:normal">Alany
Mariana Kardec do Nascimento de Oliveira (PPGAS/UFRN)
Amanda
Biatriz Silva Bernardino (UFRN)<
p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm;line-height:normal">Ana
Alice Galdino Cavalcante (PPGAS/UFRN)
Ana
Beatriz Santos Ovídio (UFRN)
Caio
Vinícius Soares de Oliveira Barbosa (UFRN)
Carlos
Felipe da Silva Medeiros (UFRN)
Cristina
de Lima Bernardo (PPGAS/UFRN)<
p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm;line-height:normal">Damião
Vieira Venâncio (PPGAS/UFRN)
Diogo
Almeida da Silva (UFRN)
Eric
Araújo da Silva (UFRN)
Hannah
Cecília Leite dos Santos (UFRN)
João
Lucas Medeiros Dantas (PPGAS/UFRN)<
p class="MsoNormal" style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt; margin-left:0cm;line-height:normal">Karina
Rachel Guerra Braga (PPGAS/UFRN)
Susana Dores de Matos Viegas (Universidad de
Lisboa)
Thiago Mota Cardoso (UFAM)
Historia del evento
Entre 2016 y 2025, el Ciclo de Estudios y Debates en Etnología Indígena se consolidó como un espacio de referencia académica y política. A lo largo de sus siete ediciones, reunió a profesores, investigadores y estudiantes de la UFRN (Universidad Federal de Rio Grande do Norte), así como a representantes de instituciones de educación superior e investigación de otras regiones de Brasil. La presencia de organismos públicos y organizaciones indígenas amplió el alcance de las discusiones y consolidó el diálogo entre la universidad, la sociedad civil y los pueblos indígenas. Esta interacción continua resalta la relevancia y pertinencia de los temas abordados y el carácter colaborativo que marca la trayectoria del Ciclo.
En su octava edición, en 2026, el Ciclo propone una discusión centrada en el tema "Territorios Indígenas y Futuros Posibles", celebrando diez años de historia y reafirmando su papel como foro público para el diálogo entre el saber académico y el indígena.
Para conocer la historia del evento, consulte los carteles y otra información a continuación:
Tutorial
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Em breve
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Financiamento
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