Refletir sobre bioética na Amazônia é fundamental para compreender e enfrentar as profundas iniquidades que afetam o acesso à saúde na região, marcadas por desigualdades territoriais, sociais e tecnológicas. Nesse contexto, a saúde digital surge como uma ferramenta estratégica para ampliar o cuidado, mas exige princípios éticos que garantam equidade, inclusão e respeito às populações amazônicas. Transformar essa realidade implica pensar soluções tecnológicas alinhadas às necessidades locais e à justiça social.