OBJETIVO
Mostrar que odontologia digital não é simplesmente ter tecnologia dentro da clínica. É saber conectar processo, indicação, produção e gestão para que o digital deixe de ser apenas um investimento em equipamentos e passe a ser uma ferramenta estratégica para a prática clínica.
SOBRE A PALESTRANTE
Dra. Karina Magalhães: é Cirurgiã-dentista com mais de 15 anos de experiência clínica e em gestão odontológica, mestranda em Odontologia Digital pela São Leopoldo Mandic e atuante na implementação e estruturação de fluxos digitais dentro da prática clínica.
O QUE SERÁ ABORDADO
Quanto realmente custa produzir dentro da clínica?
Uma análise prática dos custos envolvidos na produção interna de materiais como zircônia e dissilicato de lítio e sua comparação com a terceirização laboratorial.
Quando um equipamento começa a fazer sentido financeiramente?
Como avaliar scanner, impressora 3D, fresadora e outras tecnologias considerando volume de casos, demanda clínica, produtividade e retorno sobre o investimento.
In-house, laboratório parceiro ou fluxo híbrido?
Como entender os diferentes modelos de produção e identificar qual estrutura faz mais sentido para cada momento da clínica.
A INCORPORAÇÃO DA TECNOLOGIA À ODONTOLOGIA NÃO DEVE COMEÇAR PELA COMPRA DE EQUIPAMENTOS
Scanner, impressão 3D, fresagem e produção interna podem trazer agilidade, previsibilidade e novas possibilidades para a clínica — mas, quando inseridos sem planejamento, também podem gerar o efeito contrário: equipamentos subutilizados, aumento do custo operacional, retrabalho e investimentos que demoram a se pagar.
Nesta Aula Magna, vamos discutir de forma prática como analisar o fluxo digital sob uma perspectiva clínica, operacional e financeira, entendendo onde realmente faz sentido investir, produzir internamente ou manter etapas com um laboratório parceiro.