ENFISEMA SUBCUTÂNEO MACIÇO SECUNDÁRIO A BAROTRAUMA EM PACIENTE PEDIÁTRICO - RELATO DE CASO

Publicado em 09/12/2024 - ISBN: 978-65-272-0857-0

Título do Trabalho
ENFISEMA SUBCUTÂNEO MACIÇO SECUNDÁRIO A BAROTRAUMA EM PACIENTE PEDIÁTRICO - RELATO DE CASO
Autores
  • Aileen Elizabeth Ferrán Sepúlveda
  • JOSÉ IGNACIO OSSES GÓMEZ
  • Isidora Fernanda Mandujano Muñoz
  • Valerie Sandra Petit-breuilh Salas
  • Francisco José Pinchart Ibieta
Modalidade
E-pôster
Área temática
Relato de caso – Case Presentation/report
Data de Publicação
09/12/2024
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xxxvii-congresso-brasileiro-de-cirurgia-pediatrica-427047/919299-enfisema-subcutaneo-macico-secundario-a-barotrauma-em-paciente-pediatrico---relato-de-caso
ISBN
978-65-272-0857-0
Palavras-Chave
enfisema subcutâneo, ventilação mecânica, pneumotórax
Resumo
Introdução: O enfisema subcutâneo maciço (ESM) em crianças pode ocorrer após procedimentos médicos como ventilação mecânica invasiva (VMI) ou devido a traumatismos nas vias respiratórias. Embora o ESM não seja uma condição com risco de vida, pode causar complicações significativas, como dor e desfiguração. Atualmente, não existe um protocolo padrão para tratar esse problema em pacientes pediátricos, e a literatura revisada não oferece diretrizes claras a esse respeito. Nesse contexto, apresentamos o caso de um menino de 3 anos que desenvolveu ESM desde a região palpebral até os genitais, como consequência de uma VMI prolongada devido a uma pneumonia grave. Relato do Caso: Paciente de 3 anos, com antecedentes de VMI prolongada e sequelas respiratórias crônicas, desenvolveu rapidamente ESM na região tóraco-abdominal. As radiografias revelaram um enfisema subcutâneo extenso, suspeita de pneumotórax, sinais de pneumomediastino e pneumopericárdio leves. Após descartar uma lesão nas vias respiratórias superiores, considerou-se que o enfisema era devido a uma lesão alveolar causada pela VMI prolongada. Os parâmetros do ventilador foram ajustados e optou-se por drenar o enfisema através da colocação de catéteres endovenosos (CE) via subcutânea nas áreas com maior acúmulo de ar. Foram colocados dois CE N14G no tórax, quatro no abdômen e dois N20G no rosto, complementados com massagens direcionadas para facilitar a expulsão do ar. Resultados: Em poucos minutos, o paciente apresentou uma melhora significativa, com uma notável redução do enfisema, permitindo a retirada dos CE no dia seguinte. Após o ajuste dos parâmetros ventilatórios, não foi observada nova ocorrência de ESM. Conclusão: O tratamento do ESM em crianças é um desafio devido à falta de diretrizes específicas. Este caso destaca a importância de uma abordagem personalizada e sublinha a necessidade de mais publicações para desenvolver protocolos de tratamento adequados para a população pediátrica.
Título do Evento
XXXVII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica
Cidade do Evento
Gramado
Título dos Anais do Evento
Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SEPÚLVEDA, Aileen Elizabeth Ferrán et al.. ENFISEMA SUBCUTÂNEO MACIÇO SECUNDÁRIO A BAROTRAUMA EM PACIENTE PEDIÁTRICO - RELATO DE CASO.. In: Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica. Anais...Gramado(RS) Wish Hotel, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xxxvii-congresso-brasileiro-de-cirurgia-pediatrica-427047/919299-ENFISEMA-SUBCUTANEO-MACICO-SECUNDARIO-A-BAROTRAUMA-EM-PACIENTE-PEDIATRICO---RELATO-DE-CASO. Acesso em: 23/04/2026

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