CORREÇÃO DE HIPOSPÁDIA PENO-ESCROTAL COM REPARO TUBULARIZADO ASSOCIADO AO AUTOENXERTO DE TÚNICA VAGINALIS - RELATO DE CASO

Publicado em 09/12/2024 - ISBN: 978-65-272-0857-0

Título do Trabalho
CORREÇÃO DE HIPOSPÁDIA PENO-ESCROTAL COM REPARO TUBULARIZADO ASSOCIADO AO AUTOENXERTO DE TÚNICA VAGINALIS - RELATO DE CASO
Autores
  • CLARICE DE CASTRO CARVALHO
  • Marco Antonio Daiha
  • Carlos Roberto Cordeiro
Modalidade
E-pôster
Área temática
Relato de caso – Case Presentation/report
Data de Publicação
09/12/2024
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xxxvii-congresso-brasileiro-de-cirurgia-pediatrica-427047/917998-correcao-de-hipospadia-peno-escrotal-com-reparo-tubularizado--associado-ao-autoenxerto-de-tunica-vaginalis---rela
ISBN
978-65-272-0857-0
Palavras-Chave
Hipospádia; hipospádia peno-escrotal; fístula; deiscência
Resumo
Introdução: A hipospádia é definida pela localização anômala da uretra no pênis, com diversas apresentações, desde glandares até peno-escrotal. Apresenta-se como uma das anomalias urológicas mais frequentes, com incidência de 3 afetados para cada 1.000 nascidos vivos. Relato de Caso: Paciente de 6 anos submetido a correção cirúrgica de hipospádia peno-escrotal. Foi realizada dissecção e liberação das bordas cirúrgicas do retalho cutâneo com confecção de neouretra sob sonda de Foley número 10, utilizando pontos simples e intradérmicos no 1º plano e em barra grega no 2º plano. Realizado acesso à hemibolsa escrotal esquerda com exposição do testículo esquerdo e dissecção do retalho de folheto parietal de túnica vaginal para confecção de plano adicional de síntese na neouretra. Realizada fixação da túnica vaginal sobre a neouretra, síntese dos planos da glande e dartos e fixação do testículo. O paciente evolui com deiscência de pontos glaciares no pós-operatório imediato. A sonda vesical foi retirada após 14 dias. No pós-operatório tardio, evolui sem intercorrências. Resultados: A correção cirúrgica das hipospádias têm se mostrado bastante desafiadora, onde a principal complicação imediata envolve a deiscência de pontos, como observado no paciente relatado. Já no pós-operatório tardio, por ser uma anomalia com confecção de neouretra, as complicações englobam a estenose uretral e a formação de fístulas. Uma alternativa para reduzir a incidência dessas complicações tardias é o enxerto de túnica vaginal, uma vez que fornece um plano de síntese adicional à neouretra. Conclusão: Neste trabalho, relatamos um caso abordado por meio do reparo tubularizado com enxerto de túnica vaginal, que teve como complicação a deiscência de pontos da glande. Não obstante, não houve formação de fístula ou estenose uretral no pós-operatório. Dessa forma, é fundamental a contínua evolução nas técnicas cirúrgicas e abordagens associadas a hipospádia, a fim de reduzir exponencialmente as complicações pós-operatórias.
Título do Evento
XXXVII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica
Cidade do Evento
Gramado
Título dos Anais do Evento
Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

CARVALHO, CLARICE DE CASTRO; DAIHA, Marco Antonio; CORDEIRO, Carlos Roberto. CORREÇÃO DE HIPOSPÁDIA PENO-ESCROTAL COM REPARO TUBULARIZADO ASSOCIADO AO AUTOENXERTO DE TÚNICA VAGINALIS - RELATO DE CASO.. In: Anais do XXXVII Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica. Anais...Gramado(RS) Wish Hotel, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xxxvii-congresso-brasileiro-de-cirurgia-pediatrica-427047/917998-CORRECAO-DE-HIPOSPADIA-PENO-ESCROTAL-COM-REPARO-TUBULARIZADO--ASSOCIADO-AO-AUTOENXERTO-DE-TUNICA-VAGINALIS---RELA. Acesso em: 04/04/2026

Trabalho

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