POLIORQUIA ASSOCIADA A TESTÍCULO ECTÓPICO: RELATO DE CASO

Publicado em 19/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2132-6

Título do Trabalho
POLIORQUIA ASSOCIADA A TESTÍCULO ECTÓPICO: RELATO DE CASO
Autores
  • Maria Queiroz Santos
  • Carolina dE CAmpos SIlva
  • Adriana de Souza Rós
Modalidade
Trabalhos Científicos
Área temática
Trabalhos Científicos
Data de Publicação
19/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1338633-poliorquia-associada-a-testiculo-ectopico--relato-de-caso
ISBN
978-65-272-2132-6
Palavras-Chave
Poliorquia, distopia testicular
Resumo
Introdução: Poliorquia é uma anomalia congênita rara caracterizada pela presença de dois ou mais testículos. A associação com testículo ectópico ou criptorquídico é ainda mais incomum. O manejo exige diagnóstico preciso e abordagem individualizada, devido aos riscos de malignidade, torção e infertilidade. Objetivo: Relatar caso clínico de poliorquia ipsilateral associada a testículo ectópico, destacando diagnóstico, manejo cirúrgico e seguimento. Método/Relato de Caso: Pré-escolar masculino 4 anos com testículo direito tópico e testiculo esquerdo palpável em região inguinal alta a esquerda. Identificado em posição alta em ultrassonografia de 0,6 cm³. Submetido a orquidopexia esquerda com identificação de duas estruturas, um testículo de tamanho adequado para idade com vasos curtos e outro em formato de fita com ducto deferente espessado. Optado por exérese do testículo em fita e fixação do testículo viável. Anatomopatológico descreveu agenesia testicular com tecido fibroso e epidídimo atrófico. Menor segue em acompanhamento ambulatorial com testículo fixo de tamanho adequado em bolsa escrotal. Aguardando resultado de biópsia do testículo preservado. Resultados/Discussão: Em 50% dos casos há associação com criptorquidia e maior incidência no lado esquerdo. Ultrassonografia é exame inicial, embora possa não detectar testículos supernumerários pequenos ou atróficos, especialmente intra-abdominais.Ressonância magnética ou laparoscopia podem complementar o diagnóstico. A classificação depende da presença de epidídimo e canal deferente próprio ou compartilhado da localização anatômica. Orquidopexia é indicada para testículos viáveis; testículos atróficos ou com risco de malignidade devem ser removidos. Mesmo após fixação, persistem riscos de infertilidade, torção e malignidade, reforçando a necessidade de acompanhamento clínico periódico. Conclusão: Poliorquia associada a testículo ectópico é condição rara. Diagnóstico precoce, avaliação cirúrgica detalhada e manejo individualizado são essenciais para preservação da função testicular e prevenção de complicações futuras.
Título do Evento
XXV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Maria Queiroz; SILVA, Carolina dE CAmpos; RÓS, Adriana de Souza. POLIORQUIA ASSOCIADA A TESTÍCULO ECTÓPICO: RELATO DE CASO.. In: Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana. Anais...Rio de Janeiro(RJ) Windsor Flórida Hotel, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1338633-POLIORQUIA-ASSOCIADA-A-TESTICULO-ECTOPICO--RELATO-DE-CASO. Acesso em: 09/02/2026

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