PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ESPINHA BÍFIDA EM BLUMENAU: DESAFIOS PARA O ACOMPANHAMENTO MULTIDISCIPLINAR

Publicado em 19/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2132-6

Título do Trabalho
PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ESPINHA BÍFIDA EM BLUMENAU: DESAFIOS PARA O ACOMPANHAMENTO MULTIDISCIPLINAR
Autores
  • Karine Furtado Meyer
  • Fernanda Brand Mayerle
  • Manuela Simon Studzinski de Souza
  • Heloisa Bernardi Hummel
  • Nathalia Schwarzer
  • Cristina Reuter
  • Natália Rocha Spillere
  • Brigitte Willecke Rosendo
Modalidade
Trabalhos Científicos
Área temática
Trabalhos Científicos
Data de Publicação
19/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1305065-perfil-clinico-epidemiologico-de-criancas-e-adolescentes-com-espinha-bifida-em-blumenau--desafios-para-o-acompan
ISBN
978-65-272-2132-6
Palavras-Chave
Espinha bífida; Mielomeningocele; Epidemiologia; Criança; Adolescente; Reabilitação.
Resumo
Introdução: A espinha bífida é uma malformação congênita do tubo neural com importantes repercussões clínicas, exigindo acompanhamento multiprofissional ao longo da vida. Conhecer o perfil epidemiológico dos portadores é fundamental para planejar políticas públicas e estruturar o cuidado especializado. Objetivo: Descrever o perfil clínico-epidemiológico de crianças e adolescentes com espinha bífida atendidos em Blumenau, SC. Métodos: Estudo transversal, quantitativo, realizado entre janeiro e junho de 2023, envolvendo 40 crianças/adolescentes acompanhados na Associação de Amigos, Pais e Portadores de Mielomeningocele (AAPPM) e no Serviço de Urologia Pediátrica local. Dados foram coletados por questionários padronizados, abordando variáveis de nascimento, tipo de espinha bífida, complicações, uso de órteses, cateterismo e acompanhamento em centros especializados. Resultados: A maioria tinha entre 0–4 anos (42,5%), era de etnia branca (predominância compatível com o perfil populacional local) e nasceu a termo (60%). O tipo mais prevalente foi mielomeningocele (95%). As complicações mais frequentes foram bexiga neurogênica (87,5%), hidrocefalia (57,5%) e pés tortos congênitos (50%). Quanto ao manejo, 65% realizam cateterismo vesical intermitente, 77,5% usam órteses e 27,5% dependem de cadeira de rodas. A maioria (73,8%) é atendida exclusivamente pelo SUS. Conclusão: O estudo demonstra alta carga de morbidade e necessidade de recursos especializados para reabilitação. Os achados reforçam a urgência da criação de centros multidisciplinares regionais, com atenção integral ao portador de espinha bífida.
Título do Evento
XXV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MEYER, Karine Furtado et al.. PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ESPINHA BÍFIDA EM BLUMENAU: DESAFIOS PARA O ACOMPANHAMENTO MULTIDISCIPLINAR.. In: Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana. Anais...Rio de Janeiro(RJ) Windsor Flórida Hotel, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1305065-PERFIL-CLINICO-EPIDEMIOLOGICO-DE-CRIANCAS-E-ADOLESCENTES-COM-ESPINHA-BIFIDA-EM-BLUMENAU--DESAFIOS-PARA-O-ACOMPAN. Acesso em: 13/02/2026

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