UMA NOVA ABORDAGEM NO REPARO DAS HIPOSPÁDIAS: DIVIDIR A GLANDE EM DUAS, NÃO EM TRÊS

Publicado em 19/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2132-6

Título do Trabalho
UMA NOVA ABORDAGEM NO REPARO DAS HIPOSPÁDIAS: DIVIDIR A GLANDE EM DUAS, NÃO EM TRÊS
Autores
  • Antonio Macedo Junior
  • Sergio Leite Ottoni
  • Marcela Leal da Cruz
  • Debora Sacoman
  • VIMAEL JEFFERSON DE OLIVEIRA HOLANDA
Modalidade
Trabalhos Científicos
Área temática
Trabalhos Científicos
Data de Publicação
19/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1283404-uma-nova-abordagem-no-reparo-das-hipospadias--dividir-a-glande-em-duas-nao-em-tres
ISBN
978-65-272-2132-6
Palavras-Chave
Hipospádia; mobilização uretral; divisão da glande
Resumo
OBJETIVO: Propomos uma nova abordagem no reparo da hipospádia. Adequada para as formas distal e proximal. Dividimos a glande em duas partes e não em três. MATERIAL E MÉTODOS: Realizamos uma incisão em Y invertido para abrir a glande em duas partes na linha média, separando-a dos corpos cavernosos e desconectando a uretra distalmente. Isso permite pequena mobilização uretral e rotação das asas da glande sobre a uretra. Na forma distal, a uretra nativa é minimamente mobilizada (Técnica GUD). Na forma proximal, há dois cenários: hipospádia penoescrotal e haste sem curvatura, a placa uretral é seccionada ao nível coronal para ser tubularizada; nas hipospádias proximais com curvatura, essa estratégia pode ser aplicada no segundo tempo de correção (Técnica GUDplay). RESULTADOS: Tratamos e documentamos com fotos prospectivamente 75 pacientes: 46 GUD (sem cirurgia prévia), 17 GUD (com cirurgia prévia, com fístulas coronais após TIP e algumas deiscências da glande) e 12 GUDPLAY (para hipospádias proximais: um estágio sem curvatura (n=4) e o segundo estágio após retalhos de Byars (n=8). A idade média no momento da cirurgia foi de 40,1 meses. Encontramos 4 fístulas (5,3%) e 1 deiscência do meato uretral (1,3%) como complicações. O acompanhamento mediano foi de 27 meses. CONCLUSÃO: Estamos convencidos de que a glande pode ser seccionada na linha média. Isso aumentará a largura e minimizará suas complicações. A cirurgia exige mobilização uretral mínima. tanto para uretra (distais) quanto reconstruídas (tubulação Duplay)
Título do Evento
XXV Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

JUNIOR, Antonio Macedo et al.. UMA NOVA ABORDAGEM NO REPARO DAS HIPOSPÁDIAS: DIVIDIR A GLANDE EM DUAS, NÃO EM TRÊS.. In: Anais do Congresso Brasileiro de Urologia Pediátrica: Casos da nossa prática cotidiana. Anais...Rio de Janeiro(RJ) Windsor Flórida Hotel, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xxv-congresso-brasileiro-urologia-pediatrica/1283404-UMA-NOVA-ABORDAGEM-NO-REPARO-DAS-HIPOSPADIAS--DIVIDIR-A-GLANDE-EM-DUAS-NAO-EM-TRES. Acesso em: 09/02/2026

Trabalho

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