FREQUÊNCIA E IMPACTOS DA XEROSTOMIA EM PACIENTES ONCOLÓGICOS DE UMA POLICLÍNICA RONDONIENSE

Publicado em 21/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2141-8

Título do Trabalho
FREQUÊNCIA E IMPACTOS DA XEROSTOMIA EM PACIENTES ONCOLÓGICOS DE UMA POLICLÍNICA RONDONIENSE
Autores
  • Larissa Lubiana Costa
  • Luana Ratis Almeida
  • Mirian Cristina Ribeiro dos Santos
Modalidade
Pesquisa de campo
Área temática
Ciências da Saúde
Data de Publicação
21/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xvii-simposio-iniciacao-cientifica-uninassau-cacoal/1410531-frequencia-e-impactos-da-xerostomia-em-pacientes-oncologicos-de-uma-policlinica-rondoniense
ISBN
978-65-272-2141-8
Palavras-Chave
Oncológicos, Saliva, Xerostomia.
Resumo
A xerostomia é um sintoma subjetivo de secura bucal, podendo estar associada a baixa ou nenhuma produção de saliva nas glândulas. A boca seca, termo popularmente associada a xerostomia, pode ser sinal de doenças nas glândulas salivares, síndrome de Sjögren ou efeito colateral da radioterapia. Pacientes oncológicos podem apresentar essa condição, uma vez que a radioterapia na região de cabeça e pescoço afeta as glândulas reduzindo sua capacidade fisiológica de produção de saliva. O presente estudo tem por objetivo apresentar quantitativamente a frequência de pacientes oncológicos com xerostomia, na perspectiva de fornecer informações aos cirurgiões-dentistas e comunidade acadêmica sobre as implicações que a falta de saliva provoca na saúde oral e seus possíveis tratamentos. A busca pela revisão bibliográfica envolveu artigos das bases de dados do Google Acadêmico, Scielo e Biblioteca Virtual em Saúde. A pesquisa foi realizada após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, sob o parecer nº 7.943.991. Trata-se de uma análise descritiva percentual, conduzida por meio de questionários aplicados diretamente a 24 pacientes oncológicos, maiores de 18 anos, acometidos por neoplasias em diferentes localizações anatômicas, atendidos nas dependências da Policlínica da UNINASSAU Cacoal – RO. Destes, 23 pacientes aceitaram participar do estudo, enquanto 01 recusou-se a integrar a pesquisa. O questionário contemplou questões relacionadas à sensação de boca seca, frequência dos sintomas, impactos causados na alimentação e bem-estar dos participantes. Observou-se que as complicações orais mais recorrentes entre os pacientes oncológicos foram a alteração do paladar e a xerostomia, sendo que 56,52% (n=13) relataram alteração no paladar e 47,83% (n=11) apresentaram xerostomia. Além disso, a disfagia também foi retratada com frequência, destacando-se como uma importante sequela associada à redução do fluxo salivar. Além disso, a xerostomia demonstrou impactar diretamente a alimentação e a qualidade de vida dos pacientes, devido à dificuldade de deglutição e necessidade constante de umidificação oral. Conclui-se que, além da xerostomia, os pacientes oncológicos apresentaram outras alterações orais associadas ao tratamento antineoplásico, como disfagia, cárie de radiação, alterações no paladar, mucosite e candidíase oral. Tais condições reforçam a importância do acompanhamento odontológico e multidisciplinar durante todo o processo.
Título do Evento
XVII Simpósio de Iniciação Científica - UNINASSAU CACOAL
Cidade do Evento
Cacoal
Título dos Anais do Evento
Simpósio de Iniciação Científica
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

COSTA, Larissa Lubiana; ALMEIDA, Luana Ratis; SANTOS, Mirian Cristina Ribeiro dos. FREQUÊNCIA E IMPACTOS DA XEROSTOMIA EM PACIENTES ONCOLÓGICOS DE UMA POLICLÍNICA RONDONIENSE.. In: Simpósio de Iniciação Científica. Anais...Cacoal(RO) UNINASSAU CACOAL, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xvii-simposio-iniciacao-cientifica-uninassau-cacoal/1410531-FREQUENCIA-E-IMPACTOS-DA-XEROSTOMIA-EM-PACIENTES-ONCOLOGICOS-DE-UMA-POLICLINICA-RONDONIENSE. Acesso em: 11/10/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes