PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA SIFILIS CONGÊNITA: ESTUDO DOCUMENTAL

Publicado em 05/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2308-5

Título do Trabalho
PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA SIFILIS CONGÊNITA: ESTUDO DOCUMENTAL
Autores
  • francisca valderlania nogueira da silva freitas
  • carlos eduardo silva de menezes
  • Mayara Alessandra Oliveira da Silva
  • évina carla mariano de aguiar
  • evelyn vitória façanha bezerra
  • CESARIO RUI CALLOU FILHO
Modalidade
Resumo Simples
Área temática
Área da Saúde e Biológicas
Data de Publicação
05/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1422835-panorama-epidemiologico-da-sifilis-congenita--estudo-documental
ISBN
978-65-272-2308-5
Palavras-Chave
Epidemiológia, SUS
Resumo
Introdução: A sífilis congênita é um importante problema de saúde pública global, apesar de ser evitável e tratável. Transmitida da mãe para o feto durante a gestação ou parto, pode causar prematuridade, baixo peso ao nascer e morte fetal. O monitoramento epidemiológico é essencial para orientar ações de prevenção e para o cumprimento das metas de eliminação estabelecidas pelo SUS e pela OMS. Objetivo: Analisar a prevalência e incidência da sífilis congênita no mundo, Brasil e Ceará, ressaltando a importância da vigilância e do fortalecimento da atenção ao pré-natal. Metodologia: Foram utilizados dados oficiais recentes (2022–2024) da OMS e de órgãos nacionais. Em 2022, estimaram-se cerca de 661.000 casos da doença no mundo, resultando em 212.000 mortes fetais e neonatais, com taxa global de 5,5 casos por mil nascidos vivos. No Brasil, registraram-se aproximadamente 27.000 casos (10,5/1.000), e no Ceará, 1.122 casos (16,8/1.000). Em Fortaleza, a taxa alcançou 21,8/1.000. Resultados: Os dados mostram persistência elevada da transmissão vertical no mundo. No Brasil, as taxas permanecem muito acima da meta de eliminação (0,5/1.000), indicando falhas no diagnóstico e tratamento no pré-natal. No Ceará, especialmente em Fortaleza, as taxas são ainda mais altas, revelando necessidade de ampliar testagem rápida, vigilância e cobertura qualificada do pré-natal. Conclusão: É urgente fortalecer o rastreamento, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado de gestantes e parceiros. A melhoria da qualidade do pré-natal no SUS é fundamental para reduzir a incidência da sífilis congênita e aproximar o país das metas de eliminação definidas pela OMS. Referências: Organização Mundial da Saúde (OMS). Global Progress Report on HIV, Viral Hepatitis and Sexually Transmitted Infections 2023. Geneva: WHO, 2023. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico de Sífilis 2023. Brasília: MS, 2023. Governo do Estado do Ceará. Secretaria da Saúde do Ceará – Indicadores de Sífilis Congênita, 2022. Fortaleza, 2023. SILVA, M. J. et al. “Sífilis congênita no Ceará: análise epidemiológica e desafios para a eliminação.” Revista de Enfermagem da UFPE, v.16, e261789, 2023.
Título do Evento
XIII UNIVERSO ATENEU
Cidade do Evento
Fortaleza
Título dos Anais do Evento
Anais do XIII UNIVERSO ATENEU
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FREITAS, francisca valderlania nogueira da silva et al.. PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA SIFILIS CONGÊNITA: ESTUDO DOCUMENTAL.. In: Anais do XIII UNIVERSO ATENEU. Anais...Fortaleza (CE) UNIATENEU, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1422835-PANORAMA-EPIDEMIOLOGICO-DA-SIFILIS-CONGENITA--ESTUDO-DOCUMENTAL. Acesso em: 19/06/2026

Trabalho

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