SÍFILIS CONGÊNITA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA

Publicado em 05/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2308-5

Título do Trabalho
SÍFILIS CONGÊNITA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA
Autores
  • Estefani Boaventura da Silva
  • Emilly Cristiny da Silva Ribeiro
  • Andryele Sabrina Da Silva Sousa
Modalidade
Resumo Simples
Área temática
Área de Ensino e Educação
Data de Publicação
05/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1422731-sifilis-congenita--uma-questao-de-saude-publica
ISBN
978-65-272-2308-5
Palavras-Chave
Sífilis congênita
Resumo
A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou parto, causada pela bactéria Treponema pallidum. Embora seja evitável e tratável, ainda constitui um relevante problema de saúde pública, podendo resultar em aborto, natimorto e sequelas neurológicas e ósseas no recém-nascido. O aumento dos casos evidencia falhas no pré-natal, especialmente na testagem e no tratamento adequado de gestantes e parceiros. Assim, o presente estudo teve como objetivo analisar a situação epidemiológica da sífilis congênita no mundial, nacional e estadual. Para isso, realizou-se um estudo documental, realizado com levantamento bibliográfico e dados oficiais do Ministério da Saúde, Secretaria da Saúde do Ceará e Organização Mundial da Saúde (OMS). Foram utilizados boletins epidemiológicos, artigos científicos e relatórios de 2022 a 2024, com apoio de Inteligência Artificial para organização e síntese das informações. A OMS estimou cerca de 661 mil casos de sífilis congênita no mundo em 2022, resultando em 150 mil óbitos fetais e 70 mil neonatais. A meta global é reduzir a incidência para menos de 0,5 caso por mil nascidos vivos. No Brasil, o Boletim Epidemiológico (2024) registrou 24.443 casos, com taxa de 9,6 por mil nascidos vivos e 183 óbitos infantis. Desde 1999, o país notificou 344.978 casos em menores de um ano. No Ceará, entre 2020 e 2024, foram registrados 6.210 casos, predominando gestantes de 20 a 24 anos. A taxa estadual chegou a 16,1 por mil nascidos vivos, acima da média nacional. Conclui-se, portanto, que a sífilis congênita permanece um importante desafio de saúde pública, apesar de ser prevenível e tratável. A redução da transmissão vertical exige o fortalecimento das políticas públicas, a ampliação das ações da ESF e um pré-natal efetivo. A eliminação da doença depende da testagem em todas as fases da gestação, do tratamento do casal e do engajamento tanto dos profissionais de saúde quanto da população. BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico de Sífilis 2024. Brasília: MS, 2024. CEARÁ. Secretaria da Saúde do Estado. Boletim Epidemiológico da Sífilis no Ceará. Fortaleza: SESA, 2024. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Global progress report on HIV, viral hepatitis and sexually transmitted infections 2022. Geneva: WHO, 2022
Título do Evento
XIII UNIVERSO ATENEU
Cidade do Evento
Fortaleza
Título dos Anais do Evento
Anais do XIII UNIVERSO ATENEU
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Estefani Boaventura da; RIBEIRO, Emilly Cristiny da Silva; SOUSA, Andryele Sabrina Da Silva. SÍFILIS CONGÊNITA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA.. In: Anais do XIII UNIVERSO ATENEU. Anais...Fortaleza (CE) UNIATENEU, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1422731-SIFILIS-CONGENITA--UMA-QUESTAO-DE-SAUDE-PUBLICA. Acesso em: 19/06/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes