PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA RAIVA: SITUAÇÃO GLOBAL E REALIDADE BRASILEIRA

Publicado em 05/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2308-5

Título do Trabalho
PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA RAIVA: SITUAÇÃO GLOBAL E REALIDADE BRASILEIRA
Autores
  • Jean Ferreira Rodrigues
  • Letícia Oliveira da Silva
  • Ana Kezia Da Silva Freitas
  • Elma Felix Dos Santos Lima
  • Maria Iara Oliveira da Silva
  • CESARIO RUI CALLOU FILHO
Modalidade
Resumo Simples
Área temática
Área da Saúde e Biológicas
Data de Publicação
05/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1421802-panorama-epidemiologico-da-raiva--situacao-global-e-realidade%a0brasileira
ISBN
978-65-272-2308-5
Palavras-Chave
Raiva; Epidemiologia; SUS
Resumo
INTRODUÇÃO A raiva é uma doença viral aguda que acomete o sistema nervoso central de mamíferos e é quase sempre fatal após o início dos sinais clínicos. A transmissão ocorre principalmente por mordida, arranhadura ou lambedura de animais infectados; cães são a principal fonte de infecção humana em grande parte do mundo, enquanto morcegos e outros animais silvestres têm papel relevante em algumas regiões. Apesar da existência de profilaxia eficaz (vacina e imunoglobulina), a dificuldade de acesso e a subnotificação mantêm a raiva como problema de saúde pública em áreas vulneráveis. OBJETIVO Descrever os dados epidemiológicos da raiva humana. MATERIAL E MÉTODOS Realizou-se pesquisa documental em fontes oficiais, incluindo WHO, Ministério da Saúde e Secretaria da Saúde do Ceará. Foram consultados boletins epidemiológicos, tabelas e páginas institucionais atualizadas até novembro de 2025, buscando dados sobre incidência e prevalência da raiva em nível global, nacional e estadual. RESULTADOS No cenário mundial, estima-se que a raiva cause cerca de 59 mil mortes anuais, concentradas principalmente em países da Ásia e África, onde a vacinação de cães ainda é limitada e a subnotificação dificulta a mensuração do problema. No Brasil, observa-se redução significativa dos casos humanos ao longo dos anos, resultado das campanhas de vacinação e do fortalecimento da vigilância. Atualmente, a maioria dos registros está relacionada a morcegos e outros animais silvestres, com baixa participação de cães na transmissão. No Ceará, os dados indicam casos esporádicos, geralmente associados a morcegos e primatas, mostrando que, embora o número absoluto seja baixo, o vírus segue circulando no ambiente silvestre. O estado, portanto, mantém a necessidade de vigilância constante e atendimento imediato após exposições suspeitas. CONCLUSÃO Embora a incidência da raiva seja baixa no Brasil e no Ceará, a doença mantém elevada gravidade e circulação persistente em animais silvestres. Os dados reforçam a importância da vigilância contínua, vacinação e pronta condução das medidas de profilaxia pós-exposição para prevenir novos casos humanos. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Raiva humana — Portal Gov.br. Brasília: Ministério da Saúde, 2025. SECRETARIA DA SAÚDE DO CEARÁ. Boletim Epidemiológico — Vigilância dos Atendimentos Antirrábicos Humanos (2024). Fortaleza: Sesa-CE, 12 dez. 2024. WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Rabies — Fact sheet. Genebra: WHO, 2024.
Título do Evento
XIII UNIVERSO ATENEU
Cidade do Evento
Fortaleza
Título dos Anais do Evento
Anais do XIII UNIVERSO ATENEU
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

RODRIGUES, Jean Ferreira et al.. PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA RAIVA: SITUAÇÃO GLOBAL E REALIDADE BRASILEIRA.. In: Anais do XIII UNIVERSO ATENEU. Anais...Fortaleza (CE) UNIATENEU, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1421802-PANORAMA-EPIDEMIOLOGICO-DA-RAIVA--SITUACAO-GLOBAL-E-REALIDADE%a0BRASILEIRA. Acesso em: 19/06/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes