A DOR QUE TRANSBORDA EM COR: FRIDA KAHLO COMO LINGUAGEM DO INCONSCIENTE

Publicado em 05/04/2026 - ISBN: 978-65-272-2308-5

Título do Trabalho
A DOR QUE TRANSBORDA EM COR: FRIDA KAHLO COMO LINGUAGEM DO INCONSCIENTE
Autores
  • Gessica Oliveira Mota
  • ELIVANIA PEREIRA DA SILVA
Modalidade
Resumo Simples
Área temática
Área da Saúde e Biológicas
Data de Publicação
05/04/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1419830-a-dor-que-transborda-em-cor--frida-kahlo-como-linguagem-do-inconsciente
ISBN
978-65-272-2308-5
Palavras-Chave
Psicanálise, histeria, sexualidade, corpo, dor.
Resumo
Aluna: GÉSSICA OLIVEIRA MOTA Orientadora: Amanda Karoline TÍTULO: A DOR QUE TRANSBORDA EM COR: FRIDA KAHLO COMO LINGUAGEM DO INCONSCIENTE INTRODUÇÃO: O inconsciente pode se expressar por meio da arte, transformando dor em cor e corpo em linguagem. A artista mexicana Frida Kahlo ilustra esse fenômeno de forma intensa, utilizando a pintura como forma de elaboração psíquica. O filme Frida (2002), dirigido por Julie Taymor, permite observar sua trajetória sob a ótica da psicanálise, em especial da estrutura histérica, onde o sofrimento psíquico se manifesta no corpo e na criação artística. OBJETIVO: Analisar a vida e a obra de Frida Kahlo à luz da teoria psicanalítica, destacando como a histeria se expressa como linguagem do inconsciente através da arte e do corpo. MATERIAL E MÉTODOS O estudo consiste em uma análise psicanalítica qualitativa, com base em revisão bibliográfica e interpretação simbólica das obras e do filme Frida (2002). Foram utilizados conceitos de Freud sobre a histeria e autores contemporâneos que estudam a intersecção entre arte e inconsciente. RESULTADOS Observou-se que as produções artísticas de Frida funcionam como metáforas visuais de sua dor e desejo. As obras “As Duas Fridas” e “Hospital Henry Ford” revelam o conflito interno e a expressão simbólica de perdas, traumas e castrações. O corpo ferido da artista se torna palco de expressão emocional, transformando sofrimento em estética e discurso visual. A análise confirma que Frida representa a histeria não como patologia, mas como potência criativa do inconsciente. CONCLUSÃO: Frida Kahlo transcende a figura de artista para se tornar um “sintoma falante” do inconsciente. Sua arterevela como a histeria pode ser compreendida como linguagem estética e não como doença. O filme e as obras analisadas demonstram que, em Frida, o desejo e a dor se entrelaçam, tornando-se expressão viva da subjetividade feminina e do inconsciente em cores. REFERÊNCIAS FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. 1905. FREUD, S. Novas conferências introdutórias sobre psicanálise. 1933. MIGLIAVASCA, J. S. Uma leitura psicanalítica da vida e obra de Frida Kahlo. 2009. TAYMOR, J. Frida [Filme]. Estados Unidos: Lions Gate Films, 2002.CARVALHO, Lilian Braighi et al. Hérnia de disco lombar: tratamento. Acta Fisiátrica, v. 20, n. 2, p. 75-82, 2016. VIALLE, Luis Roberto et al. Hérnia discal lombar Lumbar disc herniation. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 45, n. 1, p. 17-22, 2010.
Título do Evento
XIII UNIVERSO ATENEU
Cidade do Evento
Fortaleza
Título dos Anais do Evento
Anais do XIII UNIVERSO ATENEU
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MOTA, Gessica Oliveira; SILVA, ELIVANIA PEREIRA DA. A DOR QUE TRANSBORDA EM COR: FRIDA KAHLO COMO LINGUAGEM DO INCONSCIENTE.. In: Anais do XIII UNIVERSO ATENEU. Anais...Fortaleza (CE) UNIATENEU, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xiii-universo-ateneu-638379/1419830-A-DOR-QUE-TRANSBORDA-EM-COR--FRIDA-KAHLO-COMO-LINGUAGEM-DO-INCONSCIENTE. Acesso em: 05/06/2026

Trabalho

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