CARACTERIZAÇÃO E INOCULAÇÃO DE FUNGOS PERTENCENTES AO GÊNERO COLLETOTRICHUM PRESENTES NA MATA ATLÂNTICA

Publicado em 27/03/2026 - ISBN: 978-65-272-2302-3

Título do Trabalho
CARACTERIZAÇÃO E INOCULAÇÃO DE FUNGOS PERTENCENTES AO GÊNERO COLLETOTRICHUM PRESENTES NA MATA ATLÂNTICA
Autores
  • Bruno de Souza Baptista
  • Gabriela Rodrigues Teixeira
  • Isadora De Freitas Cazuza
  • Leticia Moreira de Sá Ramalho
  • hemylson porto
  • Leonardo Januário da Silva
  • Carlos Antonio Inácio
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Agronomia
Data de Publicação
27/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1326186-caracterizacao-e-inoculacao-de-fungos-pertencentes-ao-genero-colletotrichum-presentes-na-mata-atlantica
ISBN
978-65-272-2302-3
Palavras-Chave
antracnose, fungos da mata atlântica, fungos fitopatogênicos, fungos tropicais, patogenicidade
Resumo
Doenças conhecidas como antracnoses, são comumente referidas ao gênero Colletotrichum, que são fungos fitopatogênicos de ampla ocorrência em regiões de clima tropical. Esse fungo está entre os 10 mais importantes fungos fitopatógenos causadores de perdas. O objetivo desse trabalho foi a caracterização morfológica de espécies e testar a patogenicidade do mesmo em mudas destacadas de Schefflera sp. (Anacardiaceae). A grande maioria dos fungos do projeto foi coletado em campo, visando a obtenção de material fresco para a caracterização morfológica, também foram utilizados espécimes do Herbário Fitopatológico “Verlande Duarte Silveira” (HFVDS) da UFRRJ e de isolados depositados na coleção de culturas do Laboratório de Micologia (LabMic/ICBS/UFRRJ). Estes materiais foram utilizados em estudos de patogenicidade através da inoculação do patógeno em material vivo. Posteriormente, esses materiais foram levados para laboratório para que fossem efetuadas atividades de fotodocumentação e mensuração de estruturas fúngicas. Os cortes do material fúngico foram obtidos manualmente, onde, com seções finas, posteriormente observadas e fotodocumentadas em microscópio ótico. Foram selecionadas espécies que tiveram melhores resultados de propagação e desenvolvimento de estruturas nos estudos de patogenicidade, onde inoculou-se fragmentos do meio contendo micélio do patógeno em folhas destacadas de Schefflera sp. Algumas espécies estudadas encontram-se caracterizadas e ilustradas abaixo: Espécie no.1: Colletotrichum em folhas de Andira sp. (Fabaceae) coletada em Lavras M.G.(UFRJ 1481). Sintomas: Lesões escuras, contendo frutificações distribuídas concentricamente na folha. Acérvulos não vistos; Setas não vistas; Conídios 9.1 – 16 × 3.6 – 5.6 μm hialinos, cilíndricos, aseptados e lisos; Apressórios 6.5 – 13.3 × 5.6 – 9.4 μm. Espécie no.2: Colletotrichum em folhas de Schefflera sp., coletada em Seropédica R.J. Sintomas: Lesões escuras, contendo frutificações distribuídas concentricamente na folha. Acérvulos não vistos; Setas 33 – 60 × 2.8 – 4.7 μm marrons, septadas; Células conidiogênicas 6.5 – 12 × 2.8 – 3.8 μm, lageniformes a cilíndricas, hialinas e lisas; Conídios 10.3 – 15 × 2.8 – 3.7 μm hialinos, cilíndricos, aseptados e lisos; Apressórios 5.6 – 9.4 × 4.7 – 8 μm, marrons. Espécie no.3: Colletotrichum em folhas de Dama da Noite (Epiphyllum sp., Cactaceae), coletada no Rio de Janeiro R.J. Sintomas: Lesões escuras, contendo frutificações distribuídas concentricamente na folha. Acérvulos 89 – 125 × 91 – 174 μm diam; Setas 48 – 149 × 2.8 – 3.7 μm marrons, septadas; Células conidiogênicas 11.3 – 26 × 3 - 5 μm, lageniformes a cilíndricas, hialinas e lisas; Conídios 12.2 – 18 × 3.8 – 5.7 μm hialinos, cilíndricos, asseptados, lisos; Apressórios 4.7 – 11.2 × 4.7 – 6.6 μm, marrons. Espécie no.4: Colletotrichum em fruto da manga (Mangifera indica) tendo sido coletado em Rio de Janeiro R.J. Sintomas: Lesões escuras, contendo frutificações distribuídas concentricamente na folha. Acérvulos não vistos; Setas não vistas; Células conidiogênicas não vistas; Conídios 10.3 – 18.8 × 2.8 – 4.7 μm hialinos, cilíndricos, aseptados e lisos; Apressórios 5.6 – 13.1 × 3.8 - 12 μm. Para o teste de patogenicidade foram utilizados: 1- Fragmento de meio BDA estéril (com pulsão e sem)/Fragmento de meio BDA com Patógeno (com pulsão e sem); 2 - Solução em BDA s estéril (com pulsão e sem)/Solução em BDA com Patógeno (com pulsão e sem). Foram observadas reações semelhantes para ambos os tratamentos os quais não diferiram da testemunha, porém, estudos adicionais com revisão de literatura e novos experimentos estão sendo efetuados visando a elucidação de destes resultados. Agradecimentos: CNPq, UFRRJ, FINEP, CAPES, Proaes/UFRRJ, Proext/UFRRJ. Agradecimentos: CNPq, UFRRJ, Proaes, Proext e CAPES.
Título do Evento
XII Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2025) & VI Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2025)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BAPTISTA, Bruno de Souza et al.. CARACTERIZAÇÃO E INOCULAÇÃO DE FUNGOS PERTENCENTES AO GÊNERO COLLETOTRICHUM PRESENTES NA MATA ATLÂNTICA.. In: Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1326186-CARACTERIZACAO-E-INOCULACAO-DE-FUNGOS-PERTENCENTES-AO-GENERO-COLLETOTRICHUM-PRESENTES-NA-MATA-ATLANTICA. Acesso em: 30/05/2026

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