INFLUÊNCIA DO USO DE BIOFERTILIZANTE ORGANOFOSFATADO SOBRE O CRESCIMENTO INICIAL DE PLANTAS DE ARROZ

Publicado em 27/03/2026 - ISBN: 978-65-272-2302-3

Título do Trabalho
INFLUÊNCIA DO USO DE BIOFERTILIZANTE ORGANOFOSFATADO SOBRE O CRESCIMENTO INICIAL DE PLANTAS DE ARROZ
Autores
  • Joana Ferreira Campos Lopes
  • Mariana dos Santos de Misquita
  • Bruna dos Santos D'Anello
  • Roberto Mello de Andrade
  • João Bertoloto
  • Álvaro Lucas da Conceição Barros Marques
  • CRISTIANE DA SILVA ALVES
  • Cristiane Figueira da Silva
  • Rafael Do Valle Paiva
  • Carlos Alberto Bucher
  • Cassia Pereira coelho Bucher
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Agronomia
Data de Publicação
27/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1325195-influencia-do-uso-de-biofertilizante-organofosfatado-sobre-o-crescimento-inicial-de-plantas-de-arroz
ISBN
978-65-272-2302-3
Palavras-Chave
Oryza sativa L.; bioinsumo; crescimento vegetal.
Resumo
O arroz (Oryza sativa L.) é um dos cereais mais consumidos no mundo e desempenha papel fundamental na segurança alimentar global, sendo fonte primária de energia e nutrientes para milhões de pessoas. No Brasil, o cultivo de arroz possui destaque, principalmente, nas regiões Sul e Centro-Oeste, e tem sido alvo de pesquisas voltadas à modernização de práticas agrícolas, incluindo o uso de bioinsumos. Nesse cenário, os biofertilizantes têm se mostrado ferramentas promissoras, pois podem melhorar o desenvolvimento das plantas, otimizar o uso de nutrientes e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais, alinhando-se a práticas mais sustentáveis de manejo do solo. O presente estudo teve como objetivo avaliar as respostas de crescimento de plantas de arroz à aplicação de diferentes doses de um biofertilizante organofosfatado, em condições controladas de casa de vegetação. O experimento foi conduzido com a variedade BRS Esmeralda, caracterizada por sua boa adaptabilidade e ampla utilização em estudos experimentais. As sementes foram inicialmente pré-germinadas em condições adequadas e, em seguida, transplantadas para vasos com capacidade de 7,5 L, preenchidos com 6,0 L de Planossolo previamente destorroado, peneirado e calado. Após o preparo da terra, aplicaram-se as doses de biofertilizante correspondentes a cada tratamento. O delineamento experimental foi estruturado em blocos casualizados, com seis tratamentos e quatro repetições, totalizando vinte e quatro unidades experimentais. Os tratamentos consistiram em cinco doses crescentes do biofertilizante (2, 4, 6, 8 e 12 t ha⁻¹), além do controle (0 t ha⁻¹). Para padronizar o desenvolvimento das plantas e garantir que os efeitos observados estivessem associados às doses aplicadas, todos os vasos receberam adubação de base com nitrogênio e potássio. A avaliação foi realizada aos 30 dias após o plantio (DAP), considerando três variáveis de crescimento: número total de folhas, número de perfilhos e altura da bainha. O número de perfilhos foi analisado pela sua relação direta com a capacidade de formação de colmos férteis; a altura da bainha, medida com uma régua milimetrada, foi utilizada como indicadora do alongamento e da arquitetura do colmo; e o número de folhas foi considerado por sua associação com a capacidade fotossintética. Em seguida, realizou-se a análise de variância dos dados, aplicando-se o teste de Tukey a 5% de probabilidade. Os resultados demonstraram diferenças significativas entre os tratamentos avaliados. O número total de folhas apresentou um incremento médio de 87,4% nos tratamentos que receberam aplicações das doses de 4, 6 e 8 t ha⁻¹, em comparação ao tratamento controle. Observou-se também um incremento médio absoluto de 1,58 perfilhos nesses mesmos tratamentos, quando comparados ao controle. Adicionalmente, a altura da bainha foi positivamente influenciada, registrando um incremento de 19,78% no tratamento com 4 t ha⁻¹ em relação ao controle. Assim, conclui-se que, até os 30 dias de cultivo, o biofertilizante organofosfatado exerceu efeitos significativos sobre todas as variáveis avaliadas, com destaque para o número total de folhas. Esses resultados evidenciam que a aplicação desse bioinsumo contribui de forma relevante para o crescimento inicial do arroz, sugerindo seu potencial de promover maior acúmulo de biomassa e melhor desempenho da cultura em fases subsequentes. Avaliações em estádios mais avançados do ciclo serão fundamentais para confirmar a persistência desses efeitos e sua relação com o rendimento final da produção.
Título do Evento
XII Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2025) & VI Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2025)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

LOPES, Joana Ferreira Campos et al.. INFLUÊNCIA DO USO DE BIOFERTILIZANTE ORGANOFOSFATADO SOBRE O CRESCIMENTO INICIAL DE PLANTAS DE ARROZ.. In: Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1325195-INFLUENCIA-DO-USO-DE-BIOFERTILIZANTE-ORGANOFOSFATADO-SOBRE-O-CRESCIMENTO-INICIAL-DE-PLANTAS-DE-ARROZ. Acesso em: 30/05/2026

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