JUSTIÇA CLIMÁTICA EM DEBATE: UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA DO PIBID LICA NO ENSINO FUNDAMENTAL NO CIEP 383 MÁXIMO GORKI

Publicado em 27/03/2026 - ISBN: 978-65-272-2302-3

Título do Trabalho
JUSTIÇA CLIMÁTICA EM DEBATE: UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA DO PIBID LICA NO ENSINO FUNDAMENTAL NO CIEP 383 MÁXIMO GORKI
Autores
  • Daniel de Lira Müller
  • Yasmim Da Silva Henriques
  • VAGNER VIANA SILVA
  • Rafael Ribeiro Pimentel
  • Bruno Cardoso de Menezes Bahia
  • Lilian Couto Cordeiro Estolano
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Agronomia
Data de Publicação
27/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1324929-justica-climatica-em-debate--uma-experiencia-pedagogica-do-pibid-lica-no-ensino-fundamental-no-ciep-383-maximo-g
ISBN
978-65-272-2302-3
Palavras-Chave
Metodologias Ativas; Formação Cidadã; Educação Ambiental; Participação Estudantil.
Resumo
A temática da Justiça Climática tem se tornado cada vez mais relevante no contexto da educação básica, considerando os impactos das mudanças climáticas sobre diferentes setores da sociedade e a necessidade de formação de cidadãos críticos e conscientes. O presente trabalho relata a experiência pedagógica desenvolvida no Ciep 383 Máximo Gorki, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, em 02 de setembro de 2025, com a turma 602, cujo objetivo foi estimular a reflexão crítica e participativa dos alunos acerca dos problemas ambientais contemporâneos. A metodologia consistiu em organizar a turma em formato de dinâmica de grupo, na qual os estudantes foram divididos em seis segmentos sociais: Governo, Grandes Empresas Poluidoras, População em Situação de Vulnerabilidade, Organizações Ambientais, Agricultores Familiares e Comunidade Científica, além de três alunos que compuseram o “Júri Popular”. A atividade constituiu-se na proposição de situações adversas, como poluição, enchentes, secas, desmatamento e elevação das temperaturas, de modo que cada grupo elaborasse argumentos em torno de quatro questões norteadoras: “Quem eram os culpados pelas situações apresentadas?”; “Quem eram os mais afetados?”; “Quais estratégias poderiam ser adotadas para a resolução dos problemas?” e “Como alcançar a Justiça Climática?”. Os debates foram mediados pelos bolsistas responsáveis, que incentivaram o diálogo e a organização dos argumentos, conduzindo o julgamento das exposições em conjunto com o Júri Popular. Os resultados evidenciaram elevado engajamento dos estudantes, que apresentaram argumentos consistentes, criativos e críticos, revelando compreensão das desigualdades socioambientais e das responsabilidades compartilhadas na mitigação das mudanças climáticas. Observou-se, ainda, que a atividade favoreceu a apropriação do conceito de Justiça Climática de forma prática, lúdica e eficaz, aproximando os alunos das problemáticas ambientais vivenciadas no cotidiano. Na discussão, destaca-se a relevância da estratégia pedagógica para a construção do pensamento crítico e para o fortalecimento da consciência cidadã em relação às questões ambientais, além de se mostrar um caminho promissor para a inserção de metodologias ativas no ensino fundamental. Conclui-se que a atividade foi exitosa ao promover a aprendizagem significativa sobre Justiça Climática, integrando teoria e prática, bem como ao possibilitar aos alunos compreenderem a importância de sua participação no enfrentamento dos desafios ambientais globais. Este relato reforça o papel da escola como espaço privilegiado de formação cidadã e evidencia a importância do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência na promoção de práticas inovadoras que estimulam a interdisciplinaridade e o protagonismo estudantil no processo educativo. Referências: 1. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA – IPEA. Justiça climática: desafios e perspectivas para o Brasil. Brasília: Ipea, 2021. 2. INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE – IPCC. Climate Change 2022: Impacts, Adaptation, and Vulnerability. Cambridge University Press, 2022. 3. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Plano Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC. Brasília: MMA, 2008. 4. LIMA, G. F. da C. Educação Ambiental e mudança climáticas: desafios e possibilidades. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 15, n. 2, p. 45-60, 2020.
Título do Evento
XII Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2025) & VI Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2025)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

MÜLLER, Daniel de Lira et al.. JUSTIÇA CLIMÁTICA EM DEBATE: UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA DO PIBID LICA NO ENSINO FUNDAMENTAL NO CIEP 383 MÁXIMO GORKI.. In: Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1324929-JUSTICA-CLIMATICA-EM-DEBATE--UMA-EXPERIENCIA-PEDAGOGICA-DO-PIBID-LICA-NO-ENSINO-FUNDAMENTAL-NO-CIEP-383-MAXIMO-G. Acesso em: 30/05/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes