AVALIAÇÃO DAS PERDAS DE NITROGÊNIO AMONIACAL APÓS A ADUBAÇÃO DO MILHO COM DIGESTATOS DE DIFERENTES ORIGENS

Publicado em 27/03/2026 - ISBN: 978-65-272-2302-3

Título do Trabalho
AVALIAÇÃO DAS PERDAS DE NITROGÊNIO AMONIACAL APÓS A ADUBAÇÃO DO MILHO COM DIGESTATOS DE DIFERENTES ORIGENS
Autores
  • Maria Eduarda Tinoco Xistuli
  • Anieli de Souza Marques
  • Victoria De Jesus Lopes
  • David Vilas Boas de Campos
  • Érika Flávia Machado Pinheiro
  • Alex Enrich-Prast
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Agronomia
Data de Publicação
27/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1324880-avaliacao-das-perdas-de-nitrogenio-amoniacal-apos-a-adubacao-do-milho-com-digestatos-de-diferentes-origens
ISBN
978-65-272-2302-3
Palavras-Chave
adubo orgânico; biofertilizante; digestão anaeróbia; volatilização de amônia
Resumo
As perdas de nitrogênio, por volatilização de amônia, trazem impactos negativos tanto para o meio ambiente quanto para a eficiência de uso do fertilizante nitrogenado afetando a produtividade das culturas. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da adubação do milho com digestatos de diferentes origens nas perdas de nitrogênio por volatilização de amônia (N-NH3) em comparação ao adubo mineral nitrogenado (ureia). O experimento foi realizado em casa de vegetação, com o cultivo de milho em vasos durante de vinte e nove dias. Foram avaliados cinco tratamentos, com três repetições. T1: ureia; T2: digestato de lodo de esgoto; T3: digestato de esterco bovino; T4: digestato de resíduos de poda; T5: digestato de restos de comida. Os tratamentos foram aplicados superficialmente, sem incorporação do adubo, no momento do plantio. Para capturar a amônia volatilizada foi instalado em cada vaso uma câmara semiaberta livre estática. As coletas de volatilização de N-NH3 foram feitas no período da manhã, de forma intercalada até o vigésimo sexto dia do experimento. Os resultados foram submetidos à análise de variância e após ao teste de Tukey (P= 0,05). Os resultados mostram que houve diferença estatística significativa entres os tratamentos (P < 0,05), com maiores perdas de N-NH3 na adubação mineral em relação a adubação com digestato. O tratamento com digestato de lodo de esgoto apresentou maiores perdas de N-NH3, enquanto o com digestato de resto de comida apresentou as menores perdas de N-NH3. Conclui-se, ao se comparar os digestatos de diferentes origens com a adubação nitrogenada (ureia), que as perdas de nitrogênio por volatilização de amônia são menores ao adubar o solo com os digestatos. Sendo os digestatos de esterco bovino, resto de poda e resto de comida os que apresentaram menores perdas de N amoniacal. Isso ocorre, uma vez que os digestatos são materiais estabilizados, proporcionando uma limitação de compostos voláteis disponíveis, como a amônia, tornando-os mais eficientes como fonte de nitrogênio para o solo e para as plantas.
Título do Evento
XII Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2025) & VI Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2025)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

XISTULI, Maria Eduarda Tinoco et al.. AVALIAÇÃO DAS PERDAS DE NITROGÊNIO AMONIACAL APÓS A ADUBAÇÃO DO MILHO COM DIGESTATOS DE DIFERENTES ORIGENS.. In: Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1324880-AVALIACAO-DAS-PERDAS-DE-NITROGENIO-AMONIACAL-APOS-A-ADUBACAO-DO-MILHO-COM-DIGESTATOS-DE-DIFERENTES-ORIGENS. Acesso em: 30/05/2026

Trabalho

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