INFLUÊNCIA DE HALOXIFOPE E DE GLIFOSATO NA DINÂMICA DE PLANTAS HERBÁCEAS EM ÁREA DE FORMAÇÃO DE POVOAMENTOS FLORESTAIS VISANDO RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA

Publicado em 27/03/2026 - ISBN: 978-65-272-2302-3

Título do Trabalho
INFLUÊNCIA DE HALOXIFOPE E DE GLIFOSATO NA DINÂMICA DE PLANTAS HERBÁCEAS EM ÁREA DE FORMAÇÃO DE POVOAMENTOS FLORESTAIS VISANDO RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA
Autores
  • Lívia Bessa Dionisio
  • Yuji Ito Nunes
  • Aroldo Ferreira Lopes Machado
  • Marcos Paulo Cavalcante Fonseca
  • Paulo Sérgio dos Santos Leles
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal
Data de Publicação
27/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1324566-influencia-de-haloxifope-e-de-glifosato-na-dinamica-de-plantas-herbaceas-em-area-de-formacao-de-povoamentos-flor
ISBN
978-65-272-2302-3
Palavras-Chave
Reflorestamento; controle de plantas daninhas; monitoramento
Resumo
Os estudos de comunidades infestantes são importantes para os programas de manejo de plantas daninhas, visto que a vegetação é fortemente influenciada pelas atividades promovidas pelo homem nos ecossistemas, pois permitem, ao identificar as espécies mais importantes, que se definam técnicas de manejo e mudanças aplicáveis ao sistema que viabilizem seu controle, além de se identificar as espécies que são benéficas às atividades humanas em cada contexto. Nesse sentido, o controle com herbicidas de plantas daninhas como ferramenta em formação de reflorestamento tem sido alvo de estudos, devido ao maior crescimento das espécies arbóreas e menor custo de formação do povoamento. Entender como o uso de herbicidas no controle de plantas daninhas afetam as herbáceas, pode otimizar a aplicação de técnicas que propiciem maior diversidade de plantas nas fases iniciais e posterior estabelecimento de indivíduos arbóreos. Objetivou-se caracterizar a dinâmica de plantas herbáceas em área submetida à estratégia de controle de plantas daninhas com haloxifope, glifosato ou sem intervenção após o plantio das mudas. A área destinada ao experimento apresentava predominância de Urochloa spp. A área foi dessecada utilizando solução de herbicida à base de glifosato e, 30 dias após, foi realizada a marcação das covas e o plantio das mudas, que ocorreu em maio de 2023. Em setembro de 2023 iniciou-se a aplicação dos tratamentos, que são as estratégias à base de princípio ativo de herbicidas: E2 - [Haloxifope p-metil (176,8 g ha⁻¹ e.a) + óleo adjuvante (0,5% do volume pulverizado)] sob demanda; E3 - [Glifosato jato dirigido (1.424 g ha⁻¹ e.a)] sob demanda, além do tratamento testemunha (E1), em que não houve intervenção de controle de plantas daninhas após o plantio das mudas. Cada tratamento teve 4 blocos, formando 12 unidades experimentais (u.e.) de 500 m². Aos 6 (novembro 2023), 12 (maio 2024), 18 (novembro 2024) e 24 (maio 2025) meses após o plantio das mudas, utilizou-se gabarito 1 x 1 m, com 3 repetições por u.e., para avaliar a identificação das espécies herbáceas e a determinação da massa de matéria seca. Nas u.e. onde aplicou-se herbicida à base de haloxifope, a infestação de plantas de Urochloa sp. diminuiu sensivelmente, aumentando a diversidade de espécies, mas houve alta infestação de Chromolaena maximiliani, que é considerada daninha na formação dos reflorestamentos desde as primeiras avaliações. Nas u.e. onde aplicou-se herbicida à base de glifosato, houve menor incidência de Chromolaena maximiliani e de Urochloa sp., e menor diversidade de espécies que os outros dois tratamentos, devido a este herbicida não ser seletivo. O tratamento testemunha sempre apresentou os maiores valores de Urochloa sp., seguidos por Chromolaena maximiliani e valores relativamente baixos de matéria seca de outras espécies herbáceas. Os resultados evidenciam que para áreas com ocorrências de plantas herbáceas na formação de povoamento semelhantes à deste estudo, realizar a aplicação de solução de herbicida à base de glifosato em torno de 2 a 4 meses após o plantio de mudas e realizar a segunda ou terceira aplicação pós-plantio de calda à base de haloxifope é factível para controlar as gramíneas com maior potencial de serem daninhas e contribuir na formação de povoamento florestal com maior rapidez e menor custo de aplicação.
Título do Evento
XII Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2025) & VI Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2025)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

DIONISIO, Lívia Bessa et al.. INFLUÊNCIA DE HALOXIFOPE E DE GLIFOSATO NA DINÂMICA DE PLANTAS HERBÁCEAS EM ÁREA DE FORMAÇÃO DE POVOAMENTOS FLORESTAIS VISANDO RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA.. In: Anais da Reunião Anual de Iniciação Científica e Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da UFRRJ - Justiça climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xii-reuniao-anual-iniciacao-cientifica-da-ufrrj-raic/1324566-INFLUENCIA-DE-HALOXIFOPE-E-DE-GLIFOSATO-NA-DINAMICA-DE-PLANTAS-HERBACEAS-EM-AREA-DE-FORMACAO-DE-POVOAMENTOS-FLOR. Acesso em: 30/05/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes