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Apresentação

A RAIC e a RAIDTec da UFRRJ têm como objetivo assegurar o espaço para a exposição e a discussão dos trabalhos de iniciação científica, inovação e desenvolvimento tecnológico, artística ou cultural desenvolvidos na UFRRJ, proporcionando, desse modo, a troca de experiências entre discentes de graduação, pós-graduação, professores(as) e pesquisadores(as) envolvidos(as) em atividades de pesquisa. Trata-se de um evento que compreende a Jornada de Iniciação Científica (JIC) e a Semana de Pesquisa, Tecnologia e Inovação (SePTI). Na JIC serão apresentados e avaliados os trabalhos de iniciação científica apoiados por bolsas de estudo do CNPQ, nas modalidades PIBIC-CNPQ e PIBIC-UFRRJ. Já na SePTI, serão apresentados e avaliados os trabalhos de iniciação científica desenvolvidos com o auxílio de bolsas de estudo de outras instituições, tais como FAPERJ, EMBRAPA, PETROBRAS e outras. Adicione-se ainda os trabalhos desenvolvidos no âmbito do Programa de Iniciação Científica Voluntária (PICV) na UFRRJ. Por fim, na RAIDTec serão apresentados os trabalhos de iniciação em inovação e desenvolvimento tecnológico desenvolvidos com bolsas de estudos do CNPQ, na modalidade PIBIT-CNPQ. Esse ano, o tema central do evento será: “Justiça Climática: por um mundo mais sustentável, justo e igualitário”, um dos principais assuntos que serão discutidos durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) no Brasil.

O conceito de justiça climática começou a ganhar força durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), realizada no Rio de Janeiro. Na ocasião, se consolidou a ideia de que os países têm responsabilidades ambientais comuns, porém diferenciadas, reconhecendo que nações mais ricas historicamente emitiram mais gases de efeito estufa e, portanto, devem assumir maior responsabilidade na mitigação dos impactos.

Desde então, o movimento evoluiu como desdobramento da justiça ambiental, ampliando o foco para incluir dimensões sociais, econômicas e raciais das mudanças climáticas. A formalização do conceito ocorreu em documentos como o Relatório Brundtland (1987), a Agenda 21 (1992) e, mais recentemente, o Acordo de Paris (2015), reforçando a necessidade de apoios financeiro e técnico aos países em desenvolvimento.

A justiça climática propõe que as soluções para o aquecimento global sejam inclusivas, equitativas e sustentáveis, respeitando os saberes tradicionais, os direitos das comunidades periféricas, dos povos indígenas e das populações historicamente marginalizadas. Essa temática nos convida a repensar o modelo de desenvolvimento, colocando a dignidade humana no centro das decisões climáticas.

Assim, a RAIC & RAIDTec convidam toda a Comunidade Ruralina a refletir, dialogar e agir, juntamente com nossos palestrantes convidados, na construção de caminhos possíveis rumo a um futuro mais justo. Um futuro onde cuidar do planeta seja também cuidar das pessoas.




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Responsável

Coordenação geral:

raic-raidtec@ufrrj.br


NAAP PROPPG-UFRRJ

naapproppg@gmail.com



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