Título do Trabalho
FATOS SOCIAIS UM EXPERIMENTO NO CICLO DO CAFÉ.
Autores
  • Fábio Dos Reis Pedro
  • Valdirene Silva Monteiro Costa
  • Mara Lúcia Soares Dias
  • LUIZ CARLOS CEZARIO MARIA
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciências Humanas - Sociologia
Data de Publicação
22/04/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/929912-fatos-sociais-um-experimento-no-ciclo-do-cafe
ISBN
978-65-272-1295-9
Palavras-Chave
sociologia,educação do campo,ciclo do café
Resumo
A história nos aponta que a luta pela terra é uma concepção protagonizada pelos camponeses a fim de produzir na terra, ao passo que os conflitos gerados nessa luta tornam-se visceral o ato de resistir contra a imposição política, econômica, territorial, violência, expropriação do saber popular, e o deslocamento forçado. Nesse sentido esta pesquisa é um experimento no território de um dos discentes no curso de Licenciatura em Educação do Campo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro de acordo com a pedagogia da alternância na temática “Da luta pela terra a construção da cidadania”: resistência e resiliência dos povos do campo frente aos desafios do século XXI” conforme o II Seminário Internacional de Educação do Campo da UFU, na pretensão de submeter este texto. Assim, entendemos como problematização temática a observação das disputas territoriais entre os grandes proprietários fazendeiros detentores dos meios de produção e os produtores camponeses agricultores familiares com origem nos povos originários. Essa é uma disputa histórica mundial com raízes coloniais que também se instalaram no Brasil desde o início do seu projeto e processo de colonização estruturado pelos primórdios dos grandes ciclos da economia brasileira. O objetivo geral deste projeto é compreender os principais fatores sociais como um experimento no ciclo do café, visamos promover uma compreensão dos fatos sociais que emancipe o conhecimento histórico das populações Iguaçuanas e Miguelenses a fim de que alcancem o seu real papel na sociedade nos seus respectivos espaços e territórios relativos às questões sociais, econômicas, políticas e ambientais que afetam a sociedade de modo geral. Sobretudo, problematizar as relações entre grupos sociais de grandes proprietários de terras detentores dos meios de produção e os trabalhadores camponeses, buscando romper com a lógica social cafeicultora do século XIX ainda presentes nos espaços rurais e urbanos contemporâneos, que segrega raças, não valorização da mão de obra, expropria o saber popular, viabiliza o deslocamento forçado e gera conflitos na luta pela terra, considerada uma anomia se pensarmos as relações humanas a partir dos pensamentos de Durkheim em Fatos Sociais. Nosso método é pesquisar e identificar o perfil ativo dos grupos sociais agentes e pacientes ou seja aqueles que agem efetivamente sobre as ações e fenômenos sociais políticos, econômicos, ambientais ou sofrem essas ações, nos territórios Nova Iguaçu e ou Miguel Pereira, ilustrados por grandes proprietários de terras detentores dos meios de produção e os trabalhadores camponeses. Além disso guiar e reconstruir as antigas rotas do café na Estrada Real do Comércio, por intermédio de trilhas ecológicas que fazem ligações importantes entre os municípios, linhas ferroviárias e grandes fazendas como principais estratégias pedagógicas que permitam aos indivíduos elaborar sua visão de mundo para assim emancipar seu conhecimento histórico nacional acerca das populações Iguaçuanas e Miguelenses, são os indivíduos criando sua própria consciência histórica por intermédio das trilhas socioecológicas que remontam o período do ciclo do café e refletem o que esse produziu de valores sociais para o século XXI. Portanto, reforçando a importância de refletir as disputas territoriais entre os grandes proprietários fazendeiros detentores dos meios de produção e os produtores camponeses agricultores familiares com origem nos povos originários. O Brasil registra em 2023 um número massivo de conflitos agrários por disputas de terras no campo pelos diversos agentes sejam públicos, fazendeiros, grileiros, empresários sendo as principais vítimas os indígenas, quilombolas povos originários conforme veículos de informação.Contamos ainda já em 2024 com relatos da Ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara sobre conflitos fundiários em terras indígenas. Referência 01. DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. Tradução Walter Solon. São Paulo: EDIPRO, 2012.
Título do Evento
XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2024) & V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec 2024)
Cidade do Evento
Seropédica
Título dos Anais do Evento
Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

PEDRO, Fábio Dos Reis et al.. FATOS SOCIAIS UM EXPERIMENTO NO CICLO DO CAFÉ... In: Anais da XI Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC) e V Reunião Anual de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (RAIDTec): Transição energética: impactos ambientais e sociais. Anais...Seropédica(RJ) UFRRJ, 2024. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/xi-raic-e-v-raidtec-ufrrj/929912-FATOS-SOCIAIS-UM-EXPERIMENTO-NO-CICLO-DO-CAFE. Acesso em: 10/12/2025

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