CORRELAÇÃO ENTRE CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA PÓS-ATAQUE QUÍMICO E COMPOSIÇÃO ISOTÓPICA (U-PB) NO MINERAL ZIRCÃO

Publicado em 23/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2157-9

Título do Trabalho
CORRELAÇÃO ENTRE CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA PÓS-ATAQUE QUÍMICO E COMPOSIÇÃO ISOTÓPICA (U-PB) NO MINERAL ZIRCÃO
Autores
  • Murilo Candido de Azevedo
  • Pedro Brandão Christante
  • Luana Rosa Bilac
  • Camila Durães Ferreira dos Santos
  • Carlos Alberto Tello Sáenz
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciência dos Materiais
Data de Publicação
23/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/virtppgctm-571248/1416047-correlacao-entre-classificacao-morfologica-pos-ataque-quimico-e-composicao-isotopica-(u-pb)-no-mineral-zircao
ISBN
978-65-272-2157-9
Palavras-Chave
Zircão, U–Pb, LA-ICP-MS, Metamictização, Ataque Químico
Resumo
O zircão (ZrSiO4) é amplamente utilizado em termocronologia por sua estabilidade química e capacidade de incorporar urânio. A eficácia dos métodos U-Pb e de Traços de Fissão (MTF) depende da compreensão da heterogeneidade estrutural e composicional dos grãos. Entretanto, o acúmulo de danos radiogênicos que leva ao estado metamítico [1], ou alterações químicas, pode modificar a estrutura cristalina e afetar a retenção radioisotópica. Com base em uma nova classificação dos grãos de zircão, definida pela morfologia resultante do ataque químico que alterou texturas de superfície e a distribuição dos traços de fissão, foram reconhecidos nove tipos morfológicos [2]. O objetivo principal foi investigar a correlação entre essa classificação morfológica e a composição isotópica dos grãos. Foram analisados dados isotópicos de zircões previamente datados pelos métodos U–Pb e MTF, obtidos por espectrometria de massa com ablação a laser (LA-ICP-MS). A análise focou nas variações dos sistemas ²³⁸U, ²⁰⁶Pb, ²⁰⁷Pb e ²³²Th, bem como nos teores totais de urânio e tório, em função dos diferentes tipos estruturais. Grãos que mantiveram estrutura cristalina íntegra após o ataque mostraram assinaturas isotópicas de U mais consistentes em relação aos que apresentaram danos estruturais. Essa relação indica que a integridade cristalina exerce papel crítico no comportamento isotópico do urânio. A correlação entre morfologia de ataque e composição isotópica aprimora a interpretação de dados termocronológicos, com implicações diretas na determinação de idades radiométricas e na calibração de padrões analíticos. [1] NASDALA et al. Metamictisation of natural zircon: accumulation versus thermal annealing of radioactivity-induced damage. Contributions to Mineralogy and Petrology, v. 141, n. 2, p. 125–144, 2001. [2] AZEVEDO. Caracterização cristalográfica e isotópica do mineral zircão através do método de traços de fissão, U-Pb e U-Th/He: geocronologia da Província Borborema, RN, Brasil. 2021.
Título do Evento
6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais
Cidade do Evento
Presidente Prudente
Título dos Anais do Evento
Anais da 6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

AZEVEDO, Murilo Candido de et al.. CORRELAÇÃO ENTRE CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA PÓS-ATAQUE QUÍMICO E COMPOSIÇÃO ISOTÓPICA (U-PB) NO MINERAL ZIRCÃO.. In: Anais da 6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais. Anais...Presidente Prudente(SP) UNESP, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/virtppgctm-571248/1416047-CORRELACAO-ENTRE-CLASSIFICACAO-MORFOLOGICA-POS-ATAQUE-QUIMICO-E-COMPOSICAO-ISOTOPICA-(U-PB)-NO-MINERAL-ZIRCAO. Acesso em: 09/02/2026

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