CRISTALIZAÇÃO DE CATIO3 E NAALSIO4 EM VIDROS NA2O-AL2O3-SIO2-CAO-TIO2 ANALISADA POR DIFRAÇÃO DE RAIOS X

Publicado em 23/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2157-9

Título do Trabalho
CRISTALIZAÇÃO DE CATIO3 E NAALSIO4 EM VIDROS NA2O-AL2O3-SIO2-CAO-TIO2 ANALISADA POR DIFRAÇÃO DE RAIOS X
Autores
  • Silvio Rainho Teixeira
  • Thariany Sanches Leme
  • Agda Eunice de Souza Albas
  • wagner da silveira
Modalidade
Resumo
Área temática
Ciência dos Materiais
Data de Publicação
23/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/virtppgctm-571248/1413407-cristalizacao-de-catio3-e-naalsio4-em-vidros-na2o-al2o3-sio2-cao-tio2-analisada-por-difracao-de-raios-x
ISBN
978-65-272-2157-9
Palavras-Chave
titanato de cálcio, nefelina, perovskita, vidro, NAS, difração de raios x
Resumo
Foi preparado um vidro do sistema SiO2-Al2O3-Na2O, contendo CaO e TiO2, pelo método fusão-resfriamento, visando obter uma vitrocerâmica com as fases nefelina (NaAlSiO₄) e titanato de cálcio (CaTiO3). O vidro pulverizado foi caracterizado por análise térmica diferencial (DSC/DTA) e difração de raios x (DRX). Após tratamentos térmicos, em temperaturas próximas ao pico de cristalização (770, 785, 800 e 815oC), as vitrocerâmicas foram analisadas por DRX. O diagrama de DSC/DTA do vidro pulverizado apresentou somente um pico fino e simétrico, de cristalização (790 °C). Entretanto, a análise de DRX mostra que as duas fases, CaTiO3 e NaAlSiO₄, cristalizam simultaneamente durante o tratamento térmico. Nos vidros tratados (de 10 a 80 min) foram acompanhadas as variações das intensidades dos dois picos de difração de raios X mais intensos, para cada fase. Após correções (extração do pico κα-2 e do background) e suavização dos perfis de DRX, os resultados mostram que: (a) são observados pequenos picos de difração que foram identificados como sendo da fase coríndon (Al2O3). Esta fase pode ter sido formada durante o resfriamento do material fundido ou, o mais provável, devido à corrosão do cadinho de alumina usado na obtenção do vidro; (b) o tempo de 10 minutos de reação não é suficiente para crescimento dos cristalitos, para tamanhos que permitam sua identificação por DRX, mesmo para a temperatura maior (815oC); (c) há um crescimento contínuo das duas fases, com predomínio inicial (até 20 min) da fase nefelina. A partir de 20 min de tratamento térmico, os picos de difração da fase CaTiO3 crescem mais rapidamente que os da fase nefelina; (d) a partir de 60 minutos ocorre um equilíbrio entre as duas fases. Os resultados mostram que, controlando a temperatura e/ou o tempo de tratamento térmico é possível definir a fase predominante na amostra e, com os dados de DRX, é possível estimar a energia de ativação de cristalização de cada fase, separadamente.
Título do Evento
6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais
Cidade do Evento
Presidente Prudente
Título dos Anais do Evento
Anais da 6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

TEIXEIRA, Silvio Rainho et al.. CRISTALIZAÇÃO DE CATIO3 E NAALSIO4 EM VIDROS NA2O-AL2O3-SIO2-CAO-TIO2 ANALISADA POR DIFRAÇÃO DE RAIOS X.. In: Anais da 6ª Reunião Técnica do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais. Anais...Presidente Prudente(SP) UNESP, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/virtppgctm-571248/1413407-CRISTALIZACAO-DE-CATIO3-E-NAALSIO4-EM-VIDROS-NA2O-AL2O3-SIO2-CAO-TIO2-ANALISADA-POR-DIFRACAO-DE-RAIOS-X. Acesso em: 09/02/2026

Trabalho

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