EFEITO DO TREINAMENTO RESISTIDO SOBRE A CARDIOPROTEÇÃO E A EXPRESSÃO DE IRISINA EM ROEDORES SUBMETIDOS À ISQUEMIA E REPERFUSÃO

Publicado em 08/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2085-5

Título do Trabalho
EFEITO DO TREINAMENTO RESISTIDO SOBRE A CARDIOPROTEÇÃO E A EXPRESSÃO DE IRISINA EM ROEDORES SUBMETIDOS À ISQUEMIA E REPERFUSÃO
Autores
  • Lucas Monteiro de Carvalho
  • Ronaldo André Castelo dos Santos de Almeida
  • Jéssica da Silva Santos
  • João Cláudio de Morais Azevedo
  • Letícia de Sousa Amorim
  • Ayron Motta da Fonseca
  • Emerson Lopes Olivares
  • Anderson Luiz Bezerra da Silveira
Modalidade
Resumo
Área temática
Medidas e avaliação, fisiologia do exercício e biomecânica
Data de Publicação
08/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/vii-congresso-internacional-educacao-fisica-desportos/1376525-efeito-do-treinamento-resistido-sobre-a-cardioprotecao-e-a-expressao-de-irisina-em-roedores-submetidos-a-isquemi
ISBN
978-65-272-2085-5
Palavras-Chave
Irisina, Treinamento resistido, Isquemia, Reperfusão, Cardioproteção.
Resumo
Introdução: A irisina é uma miocina secretada pelo músculo esquelético que participa da modulação metabólica e da cardioproteção. Contudo, seus efeitos após o treinamento resistido agudo ainda são pouco conhecidos. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do treinamento resistido agudo sobre a função cardíaca, cardioproteção e os níveis teciduais de irisina em ratos. Métodos: Ratos Wistar machos foram distribuídos em grupos controle (CTR1, n = 9) e (CTR3, n = 8), submetidos a uma única sessão de treinamento resistido (TR1, n = 9) ou a três sessões consecutivas (TR3, n = 8). Após o protocolo de treinamento, os corações foram isolados e perfundidos pelo método de Langendorff, sendo analisadas as variáveis hemodinâmicas: pressão desenvolvida do ventrículo esquerdo (LVDP), taxa máxima de contração (+dP/dt), taxa máxima de relaxamento (–dP/dt) e área de infarto. Resultados: TR3 apresentou melhor função ventricular comparado ao CTR (LVDP: +31,4%; +dP/dt: +28,9%; –dP/dt: +25,3%). Esses efeitos coincidiram com aumento tendencial da irisina e da expressão de PGC-1a no miocárdio em TR1 (p<0,05). Por outro lado, uma única sessão não promoveu cardioproteção nesta janela temporal, embora tenha apresentado tamanho do efeito moderado (0,69–0,81) para parâmetros de contratilidade. Conclusão: O treinamento resistido, mesmo em curto período, pode ativar mecanismos iniciais de cardioproteção mediados pela irisina, reforçando o potencial dessa miocina como elo entre exercício e adaptação cardíaca a eventos de isquemia-reperfusão. Três dias de treinamento resistido intenso promoveram cardioproteção por fatores associados ao pré-condicionamento cardíaco. A repetição do estímulo consolidou respostas antioxidantes e anti-inflamatórias, preservou a contratilidade e diminuiu a área de infarto durante isquemia e reperfusão.
Título do Evento
VII Congresso Internacional de Educação Física e Desportos
Cidade do Evento
Rio de Janeiro
Título dos Anais do Evento
Anais do VII Congresso Internacional de Educação Física e Desportos
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

CARVALHO, Lucas Monteiro de et al.. EFEITO DO TREINAMENTO RESISTIDO SOBRE A CARDIOPROTEÇÃO E A EXPRESSÃO DE IRISINA EM ROEDORES SUBMETIDOS À ISQUEMIA E REPERFUSÃO.. In: Anais do VII Congresso Internacional de Educação Física e Desportos. Anais...Rio de Janeiro(RJ) UERJ, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/vii-congresso-internacional-educacao-fisica-desportos/1376525-EFEITO-DO-TREINAMENTO-RESISTIDO-SOBRE-A-CARDIOPROTECAO-E-A-EXPRESSAO-DE-IRISINA-EM-ROEDORES-SUBMETIDOS-A-ISQUEMI. Acesso em: 14/06/2026

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