EMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA MENÍNGEA MÉDIA NO TRATAMENTO DE HEMATOMAS SUBDURAIS CRÔNICOS: UMA REVISÃO DA LITERATURA

Publicado em 05/11/2025 - ISBN: 978-65-272-1820-3

Título do Trabalho
EMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA MENÍNGEA MÉDIA NO TRATAMENTO DE HEMATOMAS SUBDURAIS CRÔNICOS: UMA REVISÃO DA LITERATURA
Autores
  • Ana Julia Terres Fausto
  • Ana Clara Linhares Nesi
  • Bruna Paolucci
  • Gabriele Paolelli Ravaglio Strivieri Souza
  • Mariana Zem Muraro
Modalidade
RESUMO - REVISÃO DE LITERATURA
Área temática
MEDICINA
Data de Publicação
05/11/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/v-congresso-academico-medicina-universidade-positivo/1244761-embolizacao-da-arteria-meningea-media-no-tratamento-de-hematomas-subdurais-cronicos--uma-revisao-da-literatura
ISBN
978-65-272-1820-3
Palavras-Chave
Hematoma subdural crônico; Artéria meníngea média; Craniectomia; Endovascular.
Resumo
Introdução: O hematoma subdural crônico (HSC) é comum, especialmente em pacientes idosos, e tradicionalmente tratado por craniotomia e drenagem. No entanto, essas abordagens apresentam altas taxas de complicações e recidiva. A embolização da artéria meníngea média (EMA) tem surgido como uma alternativa minimamente invasiva com bons resultados no tratamento do HSC. Objetivos: O objetivo deste estudo é avaliar a eficácia da embolização da EMA no tratamento de HSC, comparando suas taxas de recidiva, complicações e recuperação com os métodos tradicionais de drenagem. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática nas bases de dados MEDLINE, LILACS e Google Scholar, utilizando os descritores “Chronic Subdural Hematoma”, “Middle Meningeal Artery Embolization” e “Neurosurgery”. A pesquisa incluiu estudos publicados nos últimos 5 anos em inglês e excluiu revisões sistemáticas, meta-análises e artigos não relacionados ao tratamento endovascular de HSC. Resultados: A embolização da EMA mostrou ser uma abordagem eficaz, com taxas de sucesso variando entre 80% e 90%. A técnica apresenta menor taxa de recidiva do HSC e reduz a necessidade de reintervenção. Comparada à drenagem convencional, a embolização resulta em menos complicações, como infecções e lesões neurológicas secundárias. Além disso, os pacientes tratados com embolização apresentam um tempo de recuperação mais rápido e menor duração de internação hospitalar. A técnica é benéfica para pacientes com alto risco cirúrgico, como os idosos, devido à sua natureza menos invasiva. O custo também é menor, considerando o tempo de hospitalização reduzido assim como o risco de complicações. Conclusão: A embolização da EMA para tratamento de HSC é uma alternativa segura e eficaz, com benefícios como menor taxa de recidiva, menor risco de complicações e recuperação mais rápida. A técnica representa um avanço no tratamento do HSC, principalmente para pacientes com risco elevado, sendo uma opção válida em casos selecionados.
Título do Evento
V CONGRESSO ACADÊMICO DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE POSITIVO
Cidade do Evento
Curitiba
Título dos Anais do Evento
Anais do V Congresso Acadêmico de Medicina da Universidade Positivo
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

FAUSTO, Ana Julia Terres et al.. EMBOLIZAÇÃO DA ARTÉRIA MENÍNGEA MÉDIA NO TRATAMENTO DE HEMATOMAS SUBDURAIS CRÔNICOS: UMA REVISÃO DA LITERATURA.. In: Anais do V Congresso Acadêmico de Medicina da Universidade Positivo. Anais...Curitiba(PR) UP, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/v-congresso-academico-medicina-universidade-positivo/1244761-EMBOLIZACAO-DA-ARTERIA-MENINGEA-MEDIA-NO-TRATAMENTO-DE-HEMATOMAS-SUBDURAIS-CRONICOS--UMA-REVISAO-DA-LITERATURA. Acesso em: 05/04/2026

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