SIMULAÇÃO REALÍSTICA EM RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR: EVOLUÇÃO, INOVAÇÃO E IMPACTO NA FORMAÇÃO EM SAÚDE

Publicado em 23/07/2026 - ISBN: 978-65-272-2615-4

Título do Trabalho
SIMULAÇÃO REALÍSTICA EM RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR: EVOLUÇÃO, INOVAÇÃO E IMPACTO NA FORMAÇÃO EM SAÚDE
Autores
  • Jorgas Marques Rodrigues
  • Natalia Balestra
Modalidade
Resumo
Área temática
Revisões integrativas/sistemáticas/metanálise
Data de Publicação
23/07/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/sun-brasil-2026/1487366-simulacao-realistica-em-ressuscitacao-cardiopulmonar--evolucao-inovacao-e-impacto-na-formacao-em-saude
ISBN
978-65-272-2615-4
Palavras-Chave
Ressuscitação Cardiopulmonar, Simulação, Educação em Saúde.
Resumo
Introdução: A constante evolução na área da saúde constitui estratégia essencial para melhorar a assistência em emergências. A formação em ressuscitação cardiopulmonar (RCP) deve refletir a prática baseada em evidências, guiada pelas diretrizes da American Heart Association e fundamentada em cenários que abrangem desde o reconhecimento precoce da parada cardiorrespiratória (PCR) até os cuidados pós-PCR. Nesse contexto, o desenvolvimento de manequins para capacitação em RCP visa reduzir a mortalidade. Com os avanços tecnológicos, equipamentos de simulação realística são classificados em baixa, média e alta fidelidade. Objetivo: Descrever o “time line” dos manequins simuladores na capacitação em RCP. Metodologia: Estudo descritivo, analítico, retrospectivo histórico, baseado em fontes secundárias de acesso público disponíveis na rede digital. Resultados: Os primeiros registros datam de 1911, quando a instituição Hatford, nos Estados Unidos, encomendou à empresa M.J. Chase Company a criação de um manequim em tamanho real, denominado Mrs. Chase. Na década de 1950, surgiram avanços com simulação de batimentos cardíacos e pulsação, além do simulador Sim One, associado ao computador e apto para intubação. Na década de 1960, após experiência pessoal de Asmund Laerdal e diante da elevada mortalidade por PCR, foi desenvolvido o modelo Resusci Anne. Nos anos 1970, os simuladores tornaram-se mais realistas e, na década de 1990, houve expansão expressiva de funcionalidades. A partir de 2020, ocorreu evolução significativa com incorporação de inteligência artificial, sensores de alta precisão e integração digital. Os dispositivos passaram a oferecer feedback em tempo real, análise automatizada e simulação de cenários complexos, incluindo respostas à desfibrilação e fármacos. Tecnologias de realidade virtual e aumentada ampliaram a imersão, favorecendo competências técnicas e não técnicas. A conectividade com aplicativos e sistemas em nuvem possibilitou monitoramento longitudinal, alinhado às diretrizes internacionais. Conclusão: Evidencia-se a relevância da evolução tecnológica dos manequins simuladores na formação de leigos e profissionais. Esses avanços acompanham as exigências das práticas baseadas em evidências e novas abordagens em RCP. Destaca-se o envolvimento multiprofissional no desenvolvimento desses dispositivos, que apresentam elevada fidelidade aos cenários reais, contribuindo para a qualificação do ensino e para a segurança do paciente.
Título do Evento
SUN Brasil 2026
Cidade do Evento
São Paulo
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso de Simulação Clinica: SUN Brasil
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

RODRIGUES, Jorgas Marques; BALESTRA, Natalia. SIMULAÇÃO REALÍSTICA EM RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR: EVOLUÇÃO, INOVAÇÃO E IMPACTO NA FORMAÇÃO EM SAÚDE.. In: Anais do Congresso de Simulação Clinica: SUN Brasil. Anais...Sao Paulo(SP) Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/sun-brasil-2026/1487366-SIMULACAO-REALISTICA-EM-RESSUSCITACAO-CARDIOPULMONAR--EVOLUCAO-INOVACAO-E-IMPACTO-NA-FORMACAO-EM-SAUDE. Acesso em: 31/08/2026

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