SAÚDE, TRABALHO E MEIO AMBIENTE: AS MARISQUEIRAS DAS COMUNIDADES DE ACUPE - SANTO AMARO/BA E GRACIOSA – TAPEROÁ/BA

Publicado em 06/08/2026 - ISBN: 978-65-272-2668-0

DOI
10.29327/9786527226680.1418155  
Título do Trabalho
SAÚDE, TRABALHO E MEIO AMBIENTE: AS MARISQUEIRAS DAS COMUNIDADES DE ACUPE - SANTO AMARO/BA E GRACIOSA – TAPEROÁ/BA
Autores
  • Célia Maria Pedrosa
  • Ludiana Sepulveda Do Sacramento
Modalidade
IRSA - Congresso Mundial de Sociologia Rural (01/10/2025 a 20/01/2026)
Área temática
IRSA 22 - Sociobiodiversity Economies within the Framework of Food and Nutrition Security (FNS): integrating research and public policy agendas
Data de Publicação
06/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/sober-irsa2026/1418155-saude-trabalho-e-meio-ambiente--as-marisqueiras-das-comunidades-de-acupe---santo-amaroba-e-graciosa--taperoa
ISBN
978-65-272-2668-0
Palavras-Chave
Sociobiodiversidade, vulnerabilidade social, identidades, sustentabilidade social e ambiental
Resumo
Este estudo analisou o trabalho das marisqueiras das comunidades rurais quilombolas de Acupe, em Santo Amaro e da Graciosa, em Taperoá, Bahia, abordando aspectos como jornada de trabalho, processo de saúde/doença e renda. Ambas comunidades possuem características rurais, embora Acupe seja um distrito com sete mil habitantes aproximadamente, suas atividades pesqueiras são se enquadram na agricultura familiar. A pesquisa teve um caráter qualitativo, utilizando-se de entrevistas semiestruturadas e em profundidade. Os resultados apontaram que a mariscagem está inserida na economia da sociobiodiversidade, tendo os modos de vida inter-relacionados com os ciclos da maré no mangue, de onde tiram seu alimento e também seu sustento através da comercialização dos mariscos. A mariscagem é construída no contexto familiar e realizada principalmente por mulheres, em condições precárias, insalubres que as tornam vulneráveis às doenças. Ao refletir sobre o trabalho das marisqueiras em territórios distintos da Bahia, verificou-se que ambos apresentam semelhantes condições, no que se refere às questões abordadas nesta pesquisa, tais como situações de trabalho precário, extensas jornadas em condições que afetam a saúde e baixa renda. Por outro lado, elas gostam de seu trabalho e possuem fortes vínculos de identidade com as comunidades quilombolas onde vivem. Estão vulneráveis no âmbito social e invisíveis ao poder público. É urgente a implementação de políticas de apoio ao trabalho, emprego e renda, organização cooperativista, programas de atendimento à saúde específico tendo em vista as condições em que seu é realizado; além de políticas de lazer, educação, meio ambiente, direitos previdenciários e regularização fundiária.. Destaca-se também a necessidade de políticas ambientais para a conservação das restingas, apicuns e mangues, inclusive para a permanência e sustentabilidade dos povos tradicionais que habitam nestas áreas. Esta pauta está permeada por direitos sociais, educação ambiental, período do defeso, políticas de saneamento e outras.
Título do Evento
16th World Congress of Rural Sociology and 64th Congress of the Brazilian Society of Rural Economics, Management and Sociology
Cidade do Evento
Porto Alegre
Título dos Anais do Evento
Anais do 64º Congresso da SOBER e XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural (IRSA)
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

PEDROSA, Célia Maria; SACRAMENTO, Ludiana Sepulveda Do. SAÚDE, TRABALHO E MEIO AMBIENTE: AS MARISQUEIRAS DAS COMUNIDADES DE ACUPE - SANTO AMARO/BA E GRACIOSA – TAPEROÁ/BA.. In: Anais do 64º Congresso da SOBER e XVI Congresso Mundial de Sociologia Rural (IRSA). Anais...Porto Alegre(RS) UFRGS, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/sober-irsa2026/1418155-SAUDE-TRABALHO-E-MEIO-AMBIENTE--AS-MARISQUEIRAS-DAS-COMUNIDADES-DE-ACUPE---SANTO-AMAROBA-E-GRACIOSA--TAPEROA. Acesso em: 19/08/2026

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