POÉTICAS DA ANCESTRALIDADE INDÍGENA FEMININA

Publicado em 09/02/2026 - ISBN: 978-65-272-2189-0

Título do Trabalho
POÉTICAS DA ANCESTRALIDADE INDÍGENA FEMININA
Autores
  • Adriana Lins Precioso
Modalidade
Apresentação dos GTs e dos Coordenadores
Área temática
GT-17 (presencial): Ancestralidade e resistência: os saberes das mulheres negras e indígenas no Brasil
Data de Publicação
09/02/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/sinpolic-624867/1430121-poeticas-da-ancestralidade-indigena-feminina
ISBN
978-65-272-2189-0
Palavras-Chave
Poesia Indígena Feminina, Ancestralidade, Desobediência Poética.
Resumo
A Poesia moderna e contemporânea emergiu e consolidou-se por meio de uma estrutura que ainda revela a voz masculina, branca, heterossexual, cristã, casada, abastada e pertencente aos grandes eixos mais cosmopolitas das grandes cidades. Seja na produção do texto poético: poetas e escritores ou na base teórica que a analisa dentro da academia: filósofos, estudiosos, professores, teóricos, entre outros, essa estrutura se mantém. É nesse contexto que, após séculos de etnocídio dos povos originários que a Literatura Indígena começa a garantir espaço entre os muitos leitores, das crianças aos mais preparados profissionais das Letras, fato confirmador está no ingresso de Ailton Krenak na Academia Brasileira de Letras no ano de 2024 (ano passado). Todavia, a pergunta que se apresenta é: Onde estão as mulheres? Ou melhor: onde estão as mulheres indígenas? Elas não escrevem? Este trabalho tem o propósito de responder essas questões e ainda se aprofundar buscando mapear o modo como as mulheres indígenas produzem Poesia, esse gênero que ainda se revela envolto em um ar elitista e conservador. Para além disso, inscreve-se a preocupação em descrever o modo como essa voz feminina indígena e politizada costura os saberes ancestrais, as marcas de oralidade, os sons da floresta e a resistência política em seus escritos poéticos. Trata-se de uma pesquisa em estágio inicial, parte de um projeto de pesquisa ainda maior intitulado “Desobediências Poéticas: Veredas da Contemporaneidade”, todavia, já se percebe nesses textos dois movimentos ancestrais: o individual e subjetivo e outro coletivo e social. Para confirmar essa hipótese, serão investigados alguns poemas de Márcia Kambeba, Julie Dorrico e Graça Graúna. Esse trabalho se consolida no arcabouço teórico que traz os apontamentos de Márcia Kambeba (2023), Lisboa, Neves e Gregolin (2023), Potiguara (2018), Ferreira e Gonçalves (2024), Evaristo (2021) entre outros.
Título do Evento
I SINPOLIC - Simpósio Nacional de Poesia dos Países de Língua Portuguesa
Cidade do Evento
Cuiabá
Título dos Anais do Evento
Anais do SINPOLIC - Simpósio Nacional de Poesia dos Países de Língua Portuguesa
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

PRECIOSO, Adriana Lins. POÉTICAS DA ANCESTRALIDADE INDÍGENA FEMININA.. In: Anais do SINPOLIC - Simpósio Nacional de Poesia dos Países de Língua Portuguesa. Anais...Cuiabá(MT) UFMT, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/sinpolic-624867/1430121-POETICAS-DA-ANCESTRALIDADE-INDIGENA-FEMININA. Acesso em: 21/06/2026

Trabalho

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