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Apresentação

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

 

 

LÍNGUA PORTUGUESA – O FUTURO É HOJE

 

 

 

Alcina Maria Pereira de Sousa

Faculdade de Artes e Humanidades, Universidade da Madeira, Funchal, Portugal

alcina.sousa@staff.uma.pt

ORCID: 0000-0003-0019-491X

 

 

O presente volume reúne uma seleção de comunicações apresentadas na 9.ª edição de um dos maiores, e mais relevantes, eventos académico-científicos mundiais sobre a língua portuguesa, em formato híbrido, e pela primeira vez, num contexto insular, na Ilha da Madeira (Portugal). O título apelativo Língua portuguesa – o futuro é hoje, que norteou o evento conjunto do IX Simpósio Mundial de Estudos em Língua Portuguesa e do VI Congresso da Associação Internacional de Linguística, decorreu na Universidade da Madeira, no Funchal, nos dias 2 a 7 de setembro de 2024, ligando, simultaneamente, as universidades organizadoras e as universidades parceiras, aos países que estudam a língua portuguesa.

Esta edição pretendeu dar continuidade à investigação e disseminação do conhecimento sobre a língua portuguesa e a sua natureza criativa no panorama mundial, nas suas várias formas de produção linguística, literária, semiótica, portanto cultural, fazendo jus a uma tradição inclusiva, com base na troca entre pesquisadores, estudantes e profissionais oriundos das mais diversas áreas de conhecimento que interagem na língua portuguesa.

Em nome da Comissão Organizadora do Simpósio, e na qualidade de Presidente da Comissão Executiva local do mesmo, gostaríamos de endereçar umas palavras de agradecimento e apreço ao Magnífico Reitor da UMa, através da Faculdade de Artes e Humanidades, com a coordenação do Sr. Prof. Doutor Joaquim Pinheiro, e em particular do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas, pelo acolhimento do evento. Os nossos agradecimentos são extensivos às Sr.ªs Prof.ªs Doutoras Maria João Marçalo e Ana Alexandra Silva, da Universidade de Évora, da Sr.ª Professora Doutora Maria Célia Lima-Hernandes, da Universidade de S. Paulo, no Brasil, da Sr.ª Prof.ª Doutora Cristina Lopomo Defendi, do IFSP – Brasil e da às Sr.ª Prof.ª Renata Barbosa Vicente, UFRPE – Brasil, pelo convite, organização do programa diversificado e materializado, nomeadamente, em 6 conferências plenárias, 68 simpósios de temas livres, 3 mesas redondas, 6 talks, na apresentação e divulgação de publicações e visitas guiadas, envolvendo a apresentação de 578 trabalhos e de 833 participantes, em modo híbrido (através da plataforma even), estando 222 em modo presencial.

Salientamos o apoio, entre outros financiamentos locais e suprarregionais, da FCT, através do Centro de Estudos em Letras, aqui representado por vários professores investigadores, sénior e júnior, do CEL-Trás-os-Montes e Alto Douro, coordenado pelo Professor Doutor Gonçalo Fernandes e da universidade de Évora, sendo o Prof. Doutor Fernando Gomes o diretor do Pólo CEL-UÉvora. Foi, igualmente, importante o contributo de várias entidades locais, a saber, entre outras, a Direção Regional de Turismo e Cultura, e do programa Ingress@, da Secretaria Regional de Inclusão, Trabalho e Juventude da RAM, que viabilizou a colaboração de jovens graduados e pós-graduados na realização de tarefas nas áreas de organização de eventos, edição e revisão de texto a par do design, entre outras, devidamente supervisionados pelos vários professores e investigadores da FAH-UMa.

Na plataforma virtual do evento anunciámos que o mesmo seria “um verdadeiro banquete intelectual”, pautado pela “troca de experiências e o diálogo entre os participantes”, “proporcionando uma experiência tão enriquecedora quanto multidisciplinar”. Neste sentido cumprimos estes objetivos ao perspetivar a língua portuguesa como uma forma de estar no mundo contemporâneo, de natureza glocal e multimodal. Como citado no artigo “Português como língua de instrução na rede e na cidade”, há que identificar os diversos usos da língua, a par de outras línguas pluricêntricas (Ribeiro et al. 2022, Sousa & Silva 2022), incluindo estudos de caso relativos a podcasts, canais de vídeo, cursos online, redes sociais, MOOC, entre outros, além de enquadramentos teóricos pertinentes.

Identidade, alteridade e memória cruzam oceanos comunicativos carreadores de experiências, vivências e saberes objeto de reflexão nas várias conferências plenárias, e na diversidade, que foram encimados pelo contributo honroso da visita-palestra de catamarã intitulada “Vamos enxergar e bilhardar sobre a Geotoponímia que nos rodeia”, dinamizada pelo Professor Doutor João Baptista, e a visita ao Museu de Arte Sacra, no Funchal, vinculando o espaço da memória e do património na edificação da língua e cultura portuguesas, aquém e além-mar (Sousa & Marçalo 2018), viabilizada pela senhora diretora, Doutora Graça Alves, permitindo aos participantes uma interação com a cultura e língua locais. Assim, premeiam-se os “estudos de natureza etnográfica e exploratória sobre a utilização da língua portuguesa enquanto meio de instrução no âmbito da transmissão, da recriação e do estudo das vivências” (Sousa & Marco 2025[AC1] ) e das histórias/estórias dos lugares, de natureza interdiscursiva (Fonseca et al. 2019, Sousa & Lourenço 2010, Sousa & Gouveia 2022;).

Acreditamos que este evento proporcionou momentos de partilha, debate e interação académica, e com a comunidade local, de valiosas experiências, conhecimentos e da criação de pontos de pesquisa e de cooperação glocal. Foi neste sentido que nos congratulamos pelo contributo valioso dos autores dos textos aqui inseridos, pela resposta ao apelo por nós veiculado: “crie novas parcerias académicas, invista na internacionalização do seu trabalho!”

Apresentam-se cerca duas centenas de artigos que fazem jus à preocupação académico-científica da comunidade mundial relativamente às questões relativas ao aprofundamento do estudo da língua portuguesa, da norma, aos usos, à variação, pelo entrosamento de várias áreas das ciências humanas e sociais, subjacentes à linguística teórica e à linguística aplicada, pela apresentação de reflexões metodológicas e empíricas, também interpretadas sob o diapasão da diacronia e da sincronia, complementados pela perspetiva histórica e social.

Destacamos, igualmente, os artigos no âmbito da estrutura da língua, tal como o do estudo das gramáticas, nas suas múltiplas abordagens, nomeadamente a discursivo-funcional, comunicativa, contrastiva, funcionalista e cognitiva (PE e PB), nas variantes de PH, PLM, PLE/PLMN, e a sua relação com a IA. Refiram-se, igualmente, as investigações sobre aspetos morfossintáticos, fonológicos segmentais e não segmentais, por exemplo do português angolano do Libolo; ou mesmo de elementos prosódicos em poesia.

Incluem-se propostas sobre a internacionalização da língua portuguesa na diversidade através: do ensino de tradução literária em contexto pedagógico, da “análise dialógica de instapoemas como recurso pedagógico”, de projetos multidisciplinares de intervenção na educação básica, da interface sintaxe e outros domínios linguísticos; da escuta ativa (“instrumento de análise de podcast”); a par de estudos sobre: PLE em Macau, a variedade do português angolano, as variedades nas aulas de PLE (“o caso do português em Angola”), a multimodalidade e L1; “UEMA - Campus Balsas (Maranhão): políticas e práticas de extensão universitária”; “léxico, variação linguística e ensino: o Role-Playing Game (RPG)”; as políticas linguísticas para “a integração latino-americana e caribenha”; ou mesmo os “falares de Açores e Florianópolis”.

Registam-se preocupações renovadas sobre os desenvolvimentos do estudo da língua portuguesa no âmbito das ciências da linguagem e das línguas em uso (Pennycook 2010) e o seu contributo para um entendimento:

 

i.    da educação ambiental, e ecolinguística, da inclusão dos cidadãos, versando, designadamente, a integração de migrantes (por exemplo, na Ilha da Madeira); a alteridade; a “análise de relatos com representações negativas da imigração portuguesa no Rio de Janeiro”; representações do “negro na sociedade brasileira contemporânea”; o “discurso humorístico pelo sujeito negro”; a “agentividade feminina negra”; a “análise das discursividades da estética de corpos negros na publicidade”;

ii.   do papel da interação com o género ficcional, nomeadamente, o da literatura para a infância, para a mitigação de vários problemas sociais no e além do contexto educacional;

iii. da vinculação da identidade e diversidade culturais, evidenciadas, por exemplo no estudo do “Forró de Mané Vito”, do “Monangamba na poesia da geração da Mensagem”, “reflexões linguístico-literárias sobre a poeticidade”, “nos quadrinhos diasporados”, do “português/kimbundu”; dos “jogos infantis na Amazónia legal” à luz da semântica;

iv. da resistência e alteridade como tema no regionalismo (“toadas do Bumba Meu Boi”);

v.   “a produção lexical contemporânea em foco” (LGBTQIA+).

 

A ênfase nas novas tecnologias e novos media surge aliada a um conjunto de estudos teórico-práticos, também no âmbito das humanidades digitais e reflexões filológicas (Sousa & Gouveia 2020), que nos remetem para a preservação da memória da dimensão língua-cultura, da difusão em rede da língua portuguesa e das suas variantes, patenteado, por exemplo, em: “ilustrações de um dicionário de expressões idiomáticas para preservação da memória e identidade”; “neologismos e influenciadores digitais: impactos e reflexões na educação”; “vulnerabilização, inteligência artificial e (re)produção de discursos”; “violência verbovisual em cibercomentários” no Instagram; “fake news: combate à manipulação de informações na contemporaneidade”; “abordagem pedagógica de neologismos estilísticos presentes na mídia digital”;” marcas linguísticas e estruturais no ChatGPT: implicações da IA generativa para o ensino-aprendizagem da escrita”; “a (anti)ética dos conteúdos direcionados a crianças e adolescentes nas redes sociais”; “estratégias interacionais de influencers no Instagram”; “Inteligência Artificial Generativa na educação básica e o ensino da linguagem escrita: o que dizem as pesquisas mais citadas na base Web of Science?”.

Podemos mencionar vários estudos nos domínios textual, discursivo-multimodal e pragmático pela análise dos géneros académico, jornalístico, publicitário, “live”, político, normativo, pedagógico (cf. políticas linguísticas e a sua interpretação / aplicação em vários contextos de uso da língua portuguesa; recursos didáticos em PLE, LH); dêixis em PE e PB; reflexões filológicas (cf. “entre acervo, texto, cena e público”; “edição e estudo filológico”); géneros orais na pré-escola nas perspectivas “lúdico - afetiva e de multiletramentos”; “artigo de opinião para a produção textual no contexto das tecnologias digitais” em uso no contexto pedagógico; “interseções entre estilística e análise linguística à luz dos estudos bakthinianos”; Inteligência Artificial Generativa na produção textual; “as redes sociais, as notícias falsas e os efeitos discursivos: implicações para a democracia”; “formações algorítmicas e deepfake”; “interdisciplinaridade e divulgação científica”; “a pragmática contrastiva (português – francês)”.

A promoção de uma comunicação interpessoal, intercultural e especializada necessária no mundo cada vez mais globalizado é vinculada na apresentação de glossários terminológicos (Popescu et al.  2024), com o recurso, também, à lexicografia, não só para a identificação da variação sociocultural carreada pela variação linguística (Osório & Castro 2022) por domínios e contextos de uso, mas também para a utilização eficaz da língua portuguesa por falantes nativos e não-nativos, nos seus registos identitários. Assinalamos, entre outros: o “Glossário de Terminologia de Imigração do Português do Brasil para diplomatas americanos”; atlas linguísticos, dialetopédia (cf. “mapeamento lexical do português nas regiões sul e sudeste do Brasil”); as expressões populares, topónimos, fauna, flora e culinária potiguar; o “Glossário Bilíngue Ilustrado dos Sinais-Termo para a área da Saúde da Mulher”; reflexões sobre a “acessibilidade terminológica e fraseológica da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), aplicada às relações bancárias”; “neologismos na área da informática e no ambiente virtual: formação de palavras no português a partir do inglês”, ou ainda o “uso e construção de um suporte terminológico colaborativo no Rede Surdos-CE”.

Constamos a reinterpretação do património material e imaterial da lusofonia, assinalada no entrosamento teórico decorrente da linguística histórica (cf. “formação discursiva euclidiana sobre a Guerra de Canudos, Bahia (Brasil): contribuições na elaboração da retórica oficial para justificação e dominação”), em estudos sobre: diários, museus e memoriais; paisagem linguística; antroponímia; mapeamento prosódico de nomes próprios compostos em Português Brasileiro; “o português bantuizado em Angola”; “culturemas em léxico especializado”; crenças, atitudes, preconceitos linguísticos sobre a língua portuguesa; “o Corpus Eletrônico de Documentos Históricos do Sertão”; o “estudo filológico de criptografia em língua portuguesa do século XVII”; a “construção do imaginário insular - análise comparatista” de poemas; o estudo do Festival Cultural de Viena “Brasilianiasches Kulturfestival: um percurso da Paisagem Linguística a favor da Língua de Herança”.

Muitos dos autores partilham reflexões didático-pedagógicas, em vários contextos geográficos e domínios, decorrentes de investigação-ação no âmbito das dimensões cognitiva, interacional e social no uso da linguagem, a saber: afasia, dislexia; surdez; “linguagem e memória na doença de Alzheimer”; a linguagem gestual em duas línguas pluricêntricas (português e inglês); literatura pluricêntrica (B2 em PLE); “tecnologia de síntese de fala baseada em Inteligência Artificial”. A apresentação e reflexões teórico-práticas de projetos, designadamente: o Projeto de Redação do ENEM; o projeto 'Rio Educa 2024' em LP em escolas Públicas do Rio de Janeiro; “PLE no curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas: proposta de materiais didáticos em contexto de ensino híbrido”; “Educação intercultural: propostas de atividades para um ambiente pluricultural”; e “possibilidades da língua portuguesa (L2) a partir da língua brasileira de sinais - libras (L1) na perspetiva da educação bilíngue”.

Por último, referimos a semiótica social e interdisciplinaridade abordadas em vários estudos, versando a promoção das competências comunicativas, com ênfase na leitura e na escrita, dos níveis iniciais de aprendizagem aos falantes independentes, a partir de diversos recursos e géneros em contextos de uso da língua para fins académicos, profissionais, específicos, interpessoais e interculturais e contextos geográficos, tais como Japão, Irlanda, “português falado por vendedores senegaleses em Cuiabá-MT”, na educação escolar indígena em Pernambuco, entre outros.

Assinalamos os seguintes estudos: das “cores dos brasileiros: sobre heterogeneidade e exclusões”; das bases linguísticas referenciais (“língua de sinais brasileira, português e linguagem matemática”); das “estratégias semiótico-discursivas em contexto de videojogos online”; “da imagem ao poema, percursos educativos para uma produção textual”, e das representações linguísticas e semióticas a partir de filmes.

Em suma, “Num mundo hiperligado, a vitalidade do português depende não apenas da sua difusão geográfica, mas da sua capacidade de se reinventar como espaço de diálogo” (Sousa & Marco 2025) em que se “transformam línguas em pontes, não em fronteiras”. São modos facilitadores da interação/comunicação eficaz de interlocutores diversos, plurilingues e autónomos, graças à crescente preponderância da educação a distância aliada à inteligência artificial, a par do imediatismo das ferramentas digitais – dicionários, glossários, bases de dados e tradutores automáticos e de visões individualizadas e coletivas partilhas no ambiente digital.

 

Fonseca, Maria do Céu, Ana Alexandra Silva, Olga Gonçalves & Maria João Marçalo. 2019. Língua portuguesa: história, diversidade e mundos de discurso. Alpiarça: Edições Cosmos.

Osório, Paulo & Lurdes de Castro Moutinho. (eds. & coords.) 2022. Cadernos de PLE: Estudos Variacionistas e Aplicados em Língua Não Materna (Revista do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro). Aveiro: Centro de Línguas, Literaturas e Culturas.

Pennycook, Alastair. 2010. Language as a local practice. London: Routledge.

Popescu, Teodora, Paulo Osório, Giocomo Ferrari, Alcina Sousa & Crina Herteg. 2023-presente. CIEL – Project 2 / 2023 - Mapping identity and diversity in intra- and interlingual lexical and terminological resources. Roménia: “1 Decembrie 1918”, University of Alba Iulia: Centre for Research and Innovation in Linguistic Education. http://ciel.uab.ro/index.php?pagina=pg&id=8&l=en (5 de agosto, 2024).

Ribeiro, Ana, Carla Almeida & Paulo Osório. (eds.) 2022. O português como língua pluricêntrica no caderno seminal digital. Língua de Muitas Pátrias 42. Revista Eletrónica do Instituto de Letras e da Faculdade de Formação de Professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Publicações Dialogarts.

Sousa, Alcina & Gonçalo Gouveia. (2020). A retórica Urbana e a era digital em perspetiva: visões partilhadas e diálogos (des)contínuos. Paper presented at IX Colóquio Ladu / PROURB, 20 Anos do Estatuto da Cidade: avanços, retrocessos e a nova agenda urbana (GT 2). Rio de Janeiro: UFRJ / PROURB, via Zoom. https://direitoeurbanismo.wordpress.com/2021/08/31/resultado-dos-resumos-aprovados-para-apresentacao-nos-grupos-de-trabalho-do-ix-coloquio-ladu-prourb-20-anos-do-estatuto-da-cidade-avancos-retrocessos-e-a-nova-agenda-urbana/

Sousa, Alcina & Gonçalo Gouveia. 2022. Multimodal glocal narratives in Madeira at a glance: Mr. Jorge Gordon’s Private Home Collection. Nitra: Verbum Praha.

Sousa, Alcina & Júlia Lourenço. 2010. Towards an Understanding of some of the discursive practices in tourism planning: a cross-disciplinary approach. INVTUR 2010 – Research in Tourism: State of the art and future perspectives, 1025–1026. Aveiro: Universidade de Aveiro.

Sousa, Alcina & Maria João Marçalo. 2018. O discurso das/nas cidades: reflexões interdisciplinares. In Rosângela Cavallazzi & Gilmar Fauth (eds.), Direito e Urbanismo, Cidade standard e novas vulnerabilidades - Coleção Direito e Urbanismo, vol. 4, 119–132. Rio de Janeiro: PROURB. http://dx.doi.org/10.26668/2448-3931_conpedilawreview/2015.v1i11.3438. http://hdl.handle.net/10400.13/2304 (5 de agosto, 2024).

Sousa, Alcina & Ana Alexandra Silva (eds.) 2022. World languages: people, migration and cultures - shifting paradigms in the 21st century. new literacies. JoLIE 15(3): 83–118. https://doi.org/10.29302/jolie.2022.3.1.



Registo fotográfico do evento






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