O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA SAÚDE MENTAL: RISCOS E BENEFÍCIOS SOB A ÓTICA DA SEGURANÇA DO PACIENTE

Publicado em 23/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2492-1

Título do Trabalho
O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA SAÚDE MENTAL: RISCOS E BENEFÍCIOS SOB A ÓTICA DA SEGURANÇA DO PACIENTE
Autores
  • Thayná Lopes Nunes
  • Karen Kelly Campelo Guia
  • Lia Raquel Sales Menezes
  • Fábio Willian Muniz Silva
  • João Guilherme De Souza Cunha
  • Antonio Sérgio Lima Carvalho Filho
  • Ana Patrícia Fonseca Coelho Galvão
Modalidade
Resumo Simples
Área temática
Inteligência Artificial e Saúde Digital na Assistência
Data de Publicação
23/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/semenf-slz-2026-706437/1556873-o-uso-de-inteligencia-artificial-na-saude-mental--riscos-e-beneficios-sob-a-otica-da-seguranca-do-paciente
ISBN
978-65-272-2492-1
Palavras-Chave
Inteligência Artificial, Saúde Mental, Segurança do Paciente, Ética em Saúde.
Resumo
Introdução: A Inteligência Artificial (IA) tem potencializado a predição de eventos adversos na psiquiatria de precisão, ampliando as possibilidades de monitoramento clínico, identificação precoce de riscos e suporte à tomada de decisão; contudo, sua integração exige uma análise rigorosa dos riscos éticos, das limitações tecnológicas e das vulnerabilidades assistenciais envolvidas. Objetivo: Analisar o impacto da incorporação de ferramentas de IA na segurança do paciente em saúde mental e na governança de dados institucionais, considerando implicações clínicas, éticas e operacionais. Metodologia: Revisão integrativa da literatura norteada pela estratégia PICO e a coleta de dados foi realizada em abril de 2026 nas bases PubMed, IEEE Xplore e VHL (BVS), utilizando as ferramentas Consensus e Perplexity para a busca de evidências (período 2021-2026). De um universo inicial de 184 registros, foram selecionados 15 artigos para a síntese final. A análise foi estruturada em quatro eixos: reconhecimento de vieses algorítmicos, integridade da privacidade, estratégias de governança e acurácia preditiva. A pesquisa seguiu as diretrizes da Resolução CNS 466/12 e o Código de Conduta do CNPq. Resultados: Modelos de Machine Learning alcançaram até 80% de precisão na predição de recaídas psicóticas, especialmente quando associados à supervisão humana (Human-in-the-loop), evidenciando maior segurança na tomada de decisão clínica. Contudo, a ausência de transparência nos algoritmos, a reprodução de vieses estruturais e a vulnerabilidade de dados sensíveis foram identificadas como "falhas latentes", exigindo a implementação de barreiras de segurança institucionais e protocolos robustos para prevenir iatrogenias digitais. Conclusão: A tecnologia deve atuar como suporte à decisão clínica, sem substituir o julgamento profissional, estando subordinada ao Código de Conduta do CNPq e a princípios éticos. A segurança do paciente na saúde mental digital depende de uma governança proativa, capaz de minimizar vieses tecnológicos, proteger dados sensíveis e preservar a autonomia e a dignidade do indivíduo.
Título do Evento
25ª JORNADA ACADÊMICA DE ENFERMAGEM - JOENCE SLZ
Cidade do Evento
São Luís
Título dos Anais do Evento
Anais da 25ª Jornada Acadêmica do Curso de Enfermagem (JOENCE) da Universidade Ceuma
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

NUNES, Thayná Lopes et al.. O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA SAÚDE MENTAL: RISCOS E BENEFÍCIOS SOB A ÓTICA DA SEGURANÇA DO PACIENTE.. In: Anais da 25ª Jornada Acadêmica do Curso de Enfermagem (JOENCE) da Universidade Ceuma. Anais...São Luís(MA) UNICEUMA, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/semenf-slz-2026-706437/1556873-O-USO-DE-INTELIGENCIA-ARTIFICIAL-NA-SAUDE-MENTAL--RISCOS-E-BENEFICIOS-SOB-A-OTICA-DA-SEGURANCA-DO-PACIENTE. Acesso em: 24/10/2026

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