PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA COQUELUCHE NO ESTADO DE PERNAMBUCO NO PERÍODO DE 2019–2024

Publicado em 26/08/2026 - ISBN: 978-65-272-2695-6

Título do Trabalho
PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA COQUELUCHE NO ESTADO DE PERNAMBUCO NO PERÍODO DE 2019–2024
Autores
  • Eduardo Medeiros Kitner
  • Carlos Eduardo Freitas Dantas
Modalidade
SUBMISSÃO / RESUMO-EDITAIS (PROPEGI/PROEC/PROGRAD)
Área temática
Trabalhos Locais - Pesquisa
Data de Publicação
26/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1325303-perfil-epidemiologico-da-coqueluche-no-estado-de-pernambuco-no-periodo-de-20192024
ISBN
978-65-272-2695-6
Palavras-Chave
Epidemiologia, Coqueluche, Pernambuco
Resumo
Introdução/Objetivo: A coqueluche é uma doença respiratória aguda de alta transmissibilidade, com maior gravidade em crianças menores de um ano devido a não vacinação em tempo hábil, trazendo repercussões no âmbito da saúde das crianças afetadas. Devido ao contexto epidemiológico e uma crescente monitorização de doenças preveníveis emergentes em crianças, como o vírus sincicial respiratório, este estudo tem como objetivo descrever o perfil das internações por coqueluche no estado entre 2019 e 2024. Métodos: Estudo ecológico descritivo, baseado em dados extraídos do DATASUS acerca do perfil sociodemográfico da população internada por coqueluche no estado de Pernambuco. Foram analisadas variáveis temporais, perfil de raça/cor, macrorregião do caso notificados, média de permanência hospitalar, número de óbitos e número de internamentos referentes aos casos internados no período. Resultados: Foram registradas 222 internações por coqueluche em Pernambuco no período. O Recife concentrou a maioria dos casos (86,9%, 193 casos). Observou-se tendência de crescimento a partir de 2021, com pico em 2023 (63 casos, 28,4%). Crianças menores de 1 ano corresponderam a 87% do total (193 casos). Quanto à raça/cor, 59% dos pacientes eram pardos. A média de permanência hospitalar foi de 6,2 dias, com variação anual entre 3,6 e 7,6 dias. Quatro óbitos foram registrados em 2023. Conclusões: Os resultados evidenciam a carga significativa da coqueluche em Pernambuco, com forte concentração no Recife e elevada incidência em lactentes. A tendência de aumento pós-2021 pode sugerir subnotificação durante a pandemia e posterior retomada da notificação de transmissão. Recomenda-se fortalecer a vacinação de gestantes e a vigilância epidemiológica para reduzir casos graves e óbitos, além de controle de infecções dentro das maternidades de baixo e alto risco.
Título do Evento
Semana Universitária da Universidade de Pernambuco 2025 (SU-2025)
Cidade do Evento
Recife
Título dos Anais do Evento
Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

KITNER, Eduardo Medeiros; DANTAS, Carlos Eduardo Freitas. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA COQUELUCHE NO ESTADO DE PERNAMBUCO NO PERÍODO DE 2019–2024.. In: Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais. Anais...Recife(PE) Universidade de Pernambuco, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1325303-PERFIL-EPIDEMIOLOGICO-DA-COQUELUCHE-NO-ESTADO-DE-PERNAMBUCO-NO-PERIODO-DE-20192024. Acesso em: 26/10/2026

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