IMPLANTAÇÃO DO TELEDIAGNÓSTICO COMO INDICADOR DE INFRAESTRUTURA PARA TELESSAÚDE NOS MUNICÍPIOS PERNAMBUCANOS

Publicado em 26/08/2026 - ISBN: 978-65-272-2695-6

Título do Trabalho
IMPLANTAÇÃO DO TELEDIAGNÓSTICO COMO INDICADOR DE INFRAESTRUTURA PARA TELESSAÚDE NOS MUNICÍPIOS PERNAMBUCANOS
Autores
  • Rubson Dantas Da Silva
  • Ysabella Luana dos Santos
  • Luiz Fernando de Andrade Silva
  • Marize Lima
  • Raphaela Delmondes do Nascimento
  • DANIELLE CHRISTINE MOURA DOS SANTOS
Modalidade
SUBMISSÃO / RESUMO-EDITAIS (PROPEGI/PROEC/PROGRAD)
Área temática
Trabalhos Locais - Pesquisa
Data de Publicação
26/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1324859-implantacao-do-telediagnostico-como-indicador-de-infraestrutura-para-telessaude-nos-municipios-pernambucanos
ISBN
978-65-272-2695-6
Palavras-Chave
Telessaúde; Telediagnóstico; Saúde Digital
Resumo
Introdução: A telessaúde é um componente essencial da estratégia de saúde digital no Brasil, com potencial para garantir um acesso mais universal e equânime à saúde. Para suas ações, os serviços devem dispor de base tecnológica que inclui, no mínimo, conectividade com a internet, equipamentos computacionais e sistemas seguros. Dentre suas modalidades, o telediagnóstico representa um avanço crucial. Objetivo: Identificar e mapear a distribuição geográfica do serviço de telediagnóstico em eletrocardiograma (ECG), utilizando como um indicador da presença de infraestrutura mínima para o serviço de telessaúde nos municípios de Pernambuco. Método: Estudo descritivo, de abordagem quantitativa, realizado a partir de dados secundários. Foram utilizados os relatórios de implantação e monitoramento de unidades com pontos de telediagnóstico em ECG, disponibilizados pela Diretoria Geral de Telessaúde da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (DGT/SES-PE), compreendendo o período de 2020 a 2025. Os dados foram tabulados e submetidos à análise estatística descritiva, com classificação por macrorregiões de saúde do Estado. Resultados: A análise da cobertura municipal com telediagnóstico em ECG implantado revelou que a macrorregião do Sertão (Macro 4) apresentou o maior percentual, com 89,29%. As demais macrorregiões apresentaram: Agreste (Macro 3) com 81,69%, e Metropolitana (Macro 1) e Mata (Macro 2) com 81,40% cada. A macrorregião da Mata registrou o maior percentual de municípios ainda sem o serviço (16,28%), enquanto a do Agreste teve a maior taxa de serviços em processo de implantação (2,82%). Considerações Finais: O percentual significativo dos municípios pernambucanos dispõe de uma infraestrutura mínima para serviços de telessaúde, como o telediagnóstico em ECG, o que pressupõe infraestrutura mínima para telessaúde. Apesar do avanço, a análise revela desigualdades regionais que necessitam se enfrentadas com politicas de inclusão digital na saúde.
Título do Evento
Semana Universitária da Universidade de Pernambuco 2025 (SU-2025)
Cidade do Evento
Recife
Título dos Anais do Evento
Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Rubson Dantas Da et al.. IMPLANTAÇÃO DO TELEDIAGNÓSTICO COMO INDICADOR DE INFRAESTRUTURA PARA TELESSAÚDE NOS MUNICÍPIOS PERNAMBUCANOS.. In: Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais. Anais...Recife(PE) Universidade de Pernambuco, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1324859-IMPLANTACAO-DO-TELEDIAGNOSTICO-COMO-INDICADOR-DE-INFRAESTRUTURA-PARA-TELESSAUDE-NOS-MUNICIPIOS-PERNAMBUCANOS. Acesso em: 26/10/2026

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