O ENSINO DE HISTÓRIA INDÍGENA E O AUDIOVISUAL: REPRESENTAÇÕES, PROTAGONISMOS E ANIMAÇÕES COMO FERRAMENTAS DIDÁTICAS

Publicado em 26/08/2026 - ISBN: 978-65-272-2695-6

Título do Trabalho
O ENSINO DE HISTÓRIA INDÍGENA E O AUDIOVISUAL: REPRESENTAÇÕES, PROTAGONISMOS E ANIMAÇÕES COMO FERRAMENTAS DIDÁTICAS
Autores
  • Aline Cândida de Araújo
  • Kalina Vanderley
Modalidade
SUBMISSÃO / RESUMO-EDITAIS (PROPEGI/PROEC/PROGRAD)
Área temática
Trabalhos Locais - Pesquisa
Data de Publicação
26/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1317500-o-ensino-de-historia-indigena-e-o-audiovisual--representacoes-protagonismos-e-animacoes-como-ferramentas-didati
ISBN
978-65-272-2695-6
Palavras-Chave
Indígenas; representações; audiovisual.
Resumo
O ensino de História no Brasil ainda se caracteriza por práticas que reduzem os povos indígenas a visões superficiais. Mesmo com a promulgação da Lei 11.645/2008, que determina a inclusão da história e das culturas indígenas nos currículos escolares, os conteúdos muitas vezes permanecem superficiais ou folclorizados (BRIGHENTI, 2022). Essa lacuna é reforçada pela distância entre a produção acadêmica e o ensino básico, intensificando o apagamento cultural em um contexto marcado por políticas etnocidas (SILVA, 2023). Diante desse cenário de estigmatização e silenciamento, torna-se essencial refletir sobre estratégias capazes de desconstruir os discursos hegemônicos. Isso implica no desenvolvimento de práticas metodológicas e na utilização de recursos pedagógicos que promovam o reconhecimento da diversidade humana, bem como o respeito e a valorização das múltiplas identidades culturais. Nesse sentido, as mídias, e em especial o audiovisual, assumem um papel central na formação do imaginário social sobre os povos indígenas, tornando-se ferramentas relevantes para a formação crítica dos estudantes. Birro (2024) destaca que as tecnologias digitais transformaram a maneira como interagimos com o mundo, alcançando também os espaços escolares. Nesse contexto, as mídias atuam tanto como instrumentos de controle social quanto como veículos para novos modos de perceber, aprender e difundir conhecimentos (BÉVORT; BELLONI, 2009). Essa presença midiática, ao ultrapassar as telas e adentrar o ambiente escolar, influencia diretamente a construção do imaginário dos estudantes. Como observam Silva e Costa (2018), os jovens estão imersos em um ambiente saturado de sons e imagens, mas nem sempre têm oportunidade de refletir criticamente sobre eles. Por isso, é urgente implementar práticas pedagógicas que incentivem a análise crítica dos conteúdos midiáticos, em especial sobre as populações indígenas, promovendo uma postura ativa e reflexiva diante das telas.
Título do Evento
Semana Universitária da Universidade de Pernambuco 2025 (SU-2025)
Cidade do Evento
Recife
Título dos Anais do Evento
Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ARAÚJO, Aline Cândida de; VANDERLEY, Kalina. O ENSINO DE HISTÓRIA INDÍGENA E O AUDIOVISUAL: REPRESENTAÇÕES, PROTAGONISMOS E ANIMAÇÕES COMO FERRAMENTAS DIDÁTICAS.. In: Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais. Anais...Recife(PE) Universidade de Pernambuco, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1317500-O-ENSINO-DE-HISTORIA-INDIGENA-E-O-AUDIOVISUAL--REPRESENTACOES-PROTAGONISMOS-E-ANIMACOES-COMO-FERRAMENTAS-DIDATI. Acesso em: 12/10/2026

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