CONCORDÂNCIA ENTRE O DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DA LESÃO PERIFÉRICA DE CÉLULAS GIGANTES: UM ESTUDO MULTICÊNTRICO

Publicado em 26/08/2026 - ISBN: 978-65-272-2695-6

Título do Trabalho
CONCORDÂNCIA ENTRE O DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DA LESÃO PERIFÉRICA DE CÉLULAS GIGANTES: UM ESTUDO MULTICÊNTRICO
Autores
  • Rômulo Henrique Moura do Monte dos Santos
  • Jonathan França da Silva Cavalcanti
  • Caroline Augusta Belo Faria
  • Manoela Sobreira Pereira Clementino
  • Ana Paula Veras Sobral
Modalidade
SUBMISSÃO / RESUMO-EDITAIS (PROPEGI/PROEC/PROGRAD)
Área temática
Trabalhos Locais - Pesquisa
Data de Publicação
26/08/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1313432-concordancia-entre-o-diagnostico-clinico-e-histopatologico-da-lesao-periferica-de-celulas-gigantes--um-estudo-mu
ISBN
978-65-272-2695-6
Palavras-Chave
Estudo multicêntrico, Diagnóstico, Lesão Periférica de Células Gigantes
Resumo
Introdução: o diagnóstico das diversas lesões que acometem a cavidade bucal é de fundamental importância para a prática clínica. Em alguns casos, faz-se necessário a realização de exame histopatológico para conclusão diagnóstica. Entretanto, pode-se verificar divergências entre o diagnóstico clínico e histopatológico, sendo este último considerado o "padrão ouro". Objetivo: Avaliar o nível de concordância entre o diagnóstico clínico e histopatológico da lesão periférica de células gigantes (LPCG). Metodologia: estudo multicêntrico aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa (nº 74546823010015207), realizado nos laboratórios de Patologia Oral pertencentes ao consort da pesquisa, onde foram analisados as três primeiras hipóteses clínicas e laudos histopatológicos oriundos das Universidades Federais do Amazonas (UFAM), Goiás (UFG), Minas Gerais (UFMG), Rio Grande do Norte (UFRN) e Universidade de Pernambuco (UPE), entre 2012 e 2023. A população foi constituída pelos dados de fichas de solicitação de exames histopatológicos e seus respectivos laudos. Utilizou-se o teste Kappa para avaliar o nível de concordância. Resultados: A LPCG representou 1,6% das 45.619 lesões avaliadas, sendo mais frequente em mulheres (56,9%) e em indivíduos autodeclarados pardos (38,3%). A lesão foi predominantemente assintomática (66,8%) e prevalente na 4ª década de vida (23,25%). A maioria dos casos foi obtida por biópsia excisional (87,2%), com a gengiva como principal local afetado. Os anos de maior incidência foram 2015 e 2019 (17,4% em ambos casos), com o menor índice em 2023. O centro com maior número de casos foi a UFRN (40,7%). O teste Kappa indicou uma concordância pobre (0,007). Conclusão: Verificamos baixa concordância entre o diagnóstico clínico e histopatológico na LPCG, sugerindo baixa precisão na elaboração da hipótese clínica, o que reforça a importância de os cirurgiões-dentistas conhecerem as características clínicas da LPCG para realizar um diagnóstico e tratamento adequados.
Título do Evento
Semana Universitária da Universidade de Pernambuco 2025 (SU-2025)
Cidade do Evento
Recife
Título dos Anais do Evento
Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SANTOS, Rômulo Henrique Moura do Monte dos et al.. CONCORDÂNCIA ENTRE O DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DA LESÃO PERIFÉRICA DE CÉLULAS GIGANTES: UM ESTUDO MULTICÊNTRICO.. In: Anais da Semana Universitária 2025: Trabalhos Locais. Anais...Recife(PE) Universidade de Pernambuco, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/semana-universitaria-upe-2025/1313432-CONCORDANCIA-ENTRE-O-DIAGNOSTICO-CLINICO-E-HISTOPATOLOGICO-DA-LESAO-PERIFERICA-DE-CELULAS-GIGANTES--UM-ESTUDO-MU. Acesso em: 11/10/2026

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