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Apresentação

Em 2025, o Seminário Internacional PROJETAR realizou sua 12ª edição, de 14 a 17 de outubro, sediada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Após mais de duas décadas desde sua criação, o PROJETAR consolida-se como um espaço plural e contínuo de reflexão crítica sobre o ato de projetar em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo, articulando o ensino, a pesquisa, a prática e, nesta edição, também a extensão, reconhecida agora como eixo estruturante na interface entre a Academia e a Sociedade.

O 12º PROJETAR 2025 foi fruto de uma parceria entre instituições situadas no extremo sul do país: a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAURB) através do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (PROGRAU) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel); o Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Pelotas (UCPel); o Programa de Pós-graduação em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo (PPGAUP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); e o Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Franciscana (UFN), também de Santa Maria. A coorganização permaneceu a cargo do Grupo Projetar, do Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), instituição de origem do evento.

O tema geral desta edição — “Reexistir no mundo contemporâneo: interpretar, conservar e transformar” — propõs uma reflexão sobre o papel da Arquitetura e do Urbanismo diante dos desafios sociais, culturais e ambientais do presente. Inspirado no pensamento de Ailton Krenak, o termo reexistir vai além da sobrevivência e sugere um modo de vida resiliente, adaptativo e simbiótico com a natureza. No contexto da prática projetual, reexistir traduz-se em resistência, resiliência e transformação — atos de continuar existindo por meio da escuta, do respeito às tradições e da ação consciente frente às urgências do mundo contemporâneo.

Nesta edição, o Seminário estruturou-se em quatro eixos temáticos, três deles correspondentes às dimensões centrais do tema — Interpretar, Conservar e Transformar — e um Eixo Especial: Mitigar, que ampliou o debate em torno da emergência climática e da justiça socioambiental. Este último eixo foi coordenado pela equipe local da pesquisa internacional “Mae Mekea – Sabedoria Indígena Amazônica: Moldando Soluções Climáticas no Brasil”, que propõe o diálogo entre saberes científicos e ontologias indígenas no contexto das mudanças ambientais globais no bioma amazônico.

O Eixo 1 – Interpretar abrigou leituras críticas e sensíveis do contexto sociocultural, físico e ambiental, compreendendo as camadas históricas e as narrativas locais que fundamentam a produção do espaço. A partir da escuta das comunidades e do diálogo com os saberes tradicionais, o eixo reuniu trabalhos que abordam temas como arquitetura e identidade, sentido de lugar, patrimônio urbano e arquitetônico, urbanismo social, percepção do usuário e paisagem cultural..

O Eixo 2 – Conservar propôs compreender a conservação como um ato dinâmico e ativo, que envolve o respeito às práticas, saberes e modos de vida que conferem identidade aos lugares, sem perder de vista os desafios da adaptação e da sustentabilidade. Reuniu pesquisas sobre patrimônio cultural e natural, retrofit, requalificação urbana, arquitetura vernacular, conservação da paisagem, uso racional dos recursos naturais e ciclo de vida das edificações.

O Eixo 3 – Transformar tratou da criação e da reinvenção dos espaços a partir das necessidades humanas, propondo soluções inclusivas, acessíveis e inovadoras que respeitem as preexistências e promovam novas formas de convivência. Envolveu temas como novas metodologias projetuais, tecnologias digitais e sustentáveis, arquitetura regenerativa, flexível e adaptável, renaturalização urbana, eficiência energética e saúde no ambiente construído.

O Eixo Especial – Mitigar concentrou reflexões e práticas sobre o papel da Arquitetura e do Urbanismo na redução dos impactos das mudanças climáticas, destacando a importância das soluções baseadas na natureza e da integração entre tradição e inovação tecnológica. Englobou trabalhos sobre arquitetura bioclimática, biomimética e biofílica, energias renováveis, design passivo, eficiência energética, gestão de resíduos e resiliência ambiental.

Os números desta edição evidenciaram a expressiva adesão da comunidade acadêmica e profissional: foram 334 artigos submetidos, 297 artigos aprovados e publicados nos anais do evento, 519 inscrições entre autores e participantes e 378 pessoas credenciadas no evento. O 12 PROJETAR contou com a apresentação de 205 trabalhos distribuídos em 38 sessões de apresentações orais, além de uma ampla programação composta por 5 conferências, 4 mesas-redondas, 4 passeios culturais, 1 apresentação de filme relacionada ao eixo especial mitigar, 1 atelier internacional de projeto e 4 oficinas.

Ao longo de quatro dias, o PROJETAR 2025 reuniu pesquisadoras, pesquisadores, profissionais, docentes e estudantes de diversas regiões do Brasil e do exterior, fortalecendo a troca de experiências e a construção coletiva de saberes em torno do ato de projetar. O evento reafirmou o compromisso do Seminário com a formação crítica e propositiva em Arquitetura e Urbanismo, contribuindo para o debate contemporâneo sobre o papel do projeto como instrumento de reexistência — cultural, social e ambiental.

Estes Anais reúnem, portanto, uma produção científica plural e sensível, que reflete sobre os múltiplos modos de reexistir através do projeto de arquitetura e de urbanismo. A partir da interpretação, da conservação, da transformação e da mitigação, os trabalhos aqui publicados expressam o compromisso coletivo de repensar o espaço habitado em busca de cidades mais justas, inclusivas e sustentáveis — reafirmando o sentido do projetar como um gesto de esperança, resistência e reconstrução no mundo contemporâneo.


Agradecimentos

O 12º Seminário Internacional PROJETAR 2025 agradece às instituições que se somaram para possibilitar a realização deste tão importante evento: a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a Universidade Católica de Pelotas (UCPel), a Universidade Franciscana (UFN) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).  Obrigada também, ao Grupo Projetar da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Este evento contou, também, com o patrocínio e apoio institucional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

 

Celia Helena Castro Gonsales

Coordenadora da Comissão Organizadora do 12PROJETAR2025

Celina Maria Britto Correa

Coordenadora Adjunta da Comissão Organizadora do 12PROJETAR2025

Vanessa Goulart Dorneles

Coordenadora da Comissão Científica do 12PROJETAR2025

  

 

Pelotas, Outubro de 2025

 




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Responsável

Universidade Federal de Pelotas - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb) - Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil


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