O USO DE IECAS NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO: BENEFÍCIOS E EFEITOS ADVERSOS

Publicado em 10/02/2026 - ISBN: 978-65-272-2205-7

Título do Trabalho
O USO DE IECAS NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO: BENEFÍCIOS E EFEITOS ADVERSOS
Autores
  • Lucas Câmara Silveira Belo Nascimento Roque
  • Felipe Ferreira Aprigio
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Terapias farmacológicas em cardiologia
Data de Publicação
10/02/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/neurocardio-replay-646465/1438725-o-uso-de-iecas-no-tratamento-da-hipertensao--beneficios-e-efeitos-adversos
ISBN
978-65-272-2205-7
Palavras-Chave
Inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA); Hipertensão arterial sistêmica; Tratamento.
Resumo
Introdução: A hipertensão arterial sistêmica é uma condição em ascensão na sociedade, tendo como estimativa uma prevalência de 28% na população brasileira. Tal condição é caracterizada pela elevação sustentada da pressão arterial à, no mínimo, 140/90 mmHg, sendo diagnosticada, no Brasil, a partir de um resultado aumentado na aferição da pressão arterial em pelo menos duas consultas diferentes. Desta forma, alguns medicamentos são utilizados para o tratamento, dentre estes destaca-se a classe dos inibidores da enzima conversora da angiotensina. Objetivo: Compreender e aprofundar os conhecimentos sobre os inibidores da enzima conversora de angiotensina no tratamento da hipertensão arterial sistêmica. Metodologia: Foram realizadas buscas nas plataformas Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e PubMed, usando o descritor “Inibidor da enzima conversora de angiotensina”, com sua respectiva tradução para o inglês, os critérios de inclusão englobaram artigos publicados nos últimos 5 anos e filtrados para apenas as revisões literárias, considerando apenas artigos publicados em português ou inglês, selecionando quatro artigos que foram mais relevantes. Resultados: O sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) é essencial para o controle da pressão arterial, ele inicia no fígado, o qual produz angiotensinogênio, que é convertida em angiotensina I através da renina produzida pelos rins, em seguida este produto é transformado em angiotensina II através da enzima conversora de angiotensina produzida pelos pulmões, que dentre outras funções realiza a vasoconstrição e o aumento da secreção de aldosterona, ocasionando no aumento da pressão arterial. Assim, uma das principais classes de medicamentos utilizados são os inibidores da enzima conversora de angiotensina, que atuam reduzindo a disponibilidade de angiotensina II e consequentemente reduzindo a pressão arterial. Entretanto, podem ser observados efeitos colaterais comuns nesses fármacos como tosse seca e hipercalemia. Assim, para redução desses efeitos, os médicos podem realizar ajustes de dosagem e em alguns casos até trocar a classe do remédio. Além disso, a eficácia dos medicamentos pode variar dependendo do grupo populacional, como por exemplo em idosos, nos quais a presença de insuficiência renal ou a sensibilidade aumentada aos efeitos hipotensores podem influenciar no tratamento. Considerações finais: A respeito desta classe de medicamentos percebe-se a sua eficácia no tratamento da HAS, pois espera-se, com o seu uso, uma redução da pressão arterial sistólica em 8 mmHg e de 5 mmHg na diastólica. Por isso, esses fármacos possuem extrema importância no combate à hipertensão e são considerados tratamentos de primeira linha para essa condição.
Título do Evento
NeuroCardio Replay
Título dos Anais do Evento
Anais do Congresso de Atualização em Neurologia e Cardiologia
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ROQUE, Lucas Câmara Silveira Belo Nascimento; APRIGIO, Felipe Ferreira. O USO DE IECAS NO TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO: BENEFÍCIOS E EFEITOS ADVERSOS.. In: Anais do Congresso de Atualização em Neurologia e Cardiologia. Anais...Sete Lagoas(MG) Online, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/neurocardio-replay-646465/1438725-O-USO-DE-IECAS-NO-TRATAMENTO-DA-HIPERTENSAO--BENEFICIOS-E-EFEITOS-ADVERSOS. Acesso em: 04/04/2026

Trabalho

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