QUANDO AS MÁQUINAS PARAM: A GREVE GERAL METALÚRGICA DE 1979 NO RIO DE JANEIRO

Publicado em 22/03/2021 - ISBN: 978-65-5941-128-3

Título do Trabalho
QUANDO AS MÁQUINAS PARAM: A GREVE GERAL METALÚRGICA DE 1979 NO RIO DE JANEIRO
Autores
  • Pedro Magalhães Andreetta
  • Davi da Paixão de Souza
Modalidade
Resumo apresentação oral padrão
Área temática
Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH)/Sociologia
Data de Publicação
22/03/2021
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/jgmictac/315951-quando-as-maquinas-param--a-greve-geral-metalurgica-de-1979-no-rio-de-janeiro
ISBN
978-65-5941-128-3
Palavras-Chave
Trabalho – Metalúrgicos – Sindicatos – Ação coletiva
Resumo
O presente trabalho analisa a greve geral da categoria metalúrgica do Rio de Janeiro realizada no ano de 1979. Ocorrido em meio ao ciclo de greves deflagrado no Brasil ainda no regime militar (SANTANA, 2018), esse movimento se tornou um marco importante dessa categoria central para a economia capitalista e para o sindicalismo do período (MARTINHO, 2017). A análise foca no contexto social, político e econômico da época, no perfil das empresas e da categoria naquele momento, na estrutura e orientação do sindicato que representava a categoria e nas suas formas de organização e mobilização, bem como nas ações efetivadas por grupos de base e oposição à direção sindical (CECUT, 1981). Nesse sentido, como ponto particular, se dará atenção à participação das mulheres trabalhadoras, as chamadas “piqueteiras”, que participaram ativamente nessa greve. Em termos metodológicos, são utilizadas fontes primárias escritas, como periódicos da grande imprensa e boletins sindicais que cobriram a mobilização, e orais a partir de entrevistas com participantes do movimento. Achados de pesquisa indicam que a greve se insere claramente no ciclo nacional de mobilizações, tendo em sua organização e condução a forte participação de grupos de base nas empresas e de oposição à direção sindical. Além disso, caracterizada por fortes articulações com os movimentos sindicais, sociais e populares, contribuiu para o processo de redemocratização da década seguinte. Referências bibliográficas CECUT. A greve de setembro dos metalúrgicos do Rio de Janeiro – 1979. Depoimentos. Rio de Janeiro: Centro Cultural dos Trabalhadores – CECUT, 1981. MARTINHO, Francisco Carlos Palomanes. Sindicato, ditadura e transição: continuidades e descontinuidades no corporativismo brasileiro (1974-1984). Análise Social, 224, lii (3.º), pp. 634-661, 2017. SANTANA, Marco Aurélio. Classe trabalhadora, confronto político e democracia: o ciclo de greves do ABC paulista e os desafios do sindicalismo atual. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, nº 104, pp.19 – 65, 2018.
Título do Evento
XLII Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural (JICTAC 2020 - Edição Especial) - Evento UFRJ
Título dos Anais do Evento
Anais da Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ANDREETTA, Pedro Magalhães; SOUZA, Davi da Paixão de. QUANDO AS MÁQUINAS PARAM: A GREVE GERAL METALÚRGICA DE 1979 NO RIO DE JANEIRO.. In: Anais da Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural. Anais...Rio de Janeiro(RJ) UFRJ, 2021. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/jgmictac/315951-QUANDO-AS-MAQUINAS-PARAM--A-GREVE-GERAL-METALURGICA-DE-1979-NO-RIO-DE-JANEIRO. Acesso em: 29/08/2025

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