POR QUE ATRIBUTOS POSITIVOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NÃO SE CONVERTEM AUTOMATICAMENTE EM MELHORES DESFECHOS FUNCIONAIS E COMPORTAMENTAIS AUTORREFERIDOS?

Publicado em 05/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2471-6

Título do Trabalho
POR QUE ATRIBUTOS POSITIVOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NÃO SE CONVERTEM AUTOMATICAMENTE EM MELHORES DESFECHOS FUNCIONAIS E COMPORTAMENTAIS AUTORREFERIDOS?
Autores
  • Patiely Meira Coelho
  • Isabel Amaral Narciso Machado
  • Robert Daniel Silva
  • Maria Eduarda Assis
  • Natielle Cecília dos Santos Ottone
  • Paulo Victor Mendes Santos
  • Rafael Oliveira Castro
  • Kaio Cesar Pinhal
  • Sara Gabrielle Souza Lopes
  • Henrique Silveira Costa
  • Marcus Alcantara
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Reabilitação e Desempenho Funcional
Data de Publicação
05/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1465541-por-que-atributos-positivos-da-atencao-primaria-a-saude-nao-se-convertem-automaticamente-em-melhores-desfechos-f
ISBN
978-65-272-2471-6
Palavras-Chave
Atenção Primária à Saúde; PCATool;Qualidade da APS
Resumo
A Atenção Primária à Saúde (APS) constitui a principal porta de entrada do sistema de saúde brasileiro, sendo fundamental avaliar seus atributos estruturais e processuais e sua relação com os desfechos percebidos pelos usuários. O objetivo do estudo foi classificar nove Unidades Básicas de Saúde (UBS) segundo padrões de qualidade da APS e comparar os grupos quanto às características organizacionais e aos desfechos funcionais e comportamentais autorreferidos. Trata-se de um estudo observacional e transversal com 171 usuários de nove Estratégias de Saúde da Família(ESF) de Diamantina. A qualidade da APS foi mensurada pelo PCATool-Brasil (versão adulto reduzida). Os escores foram agregados por UBS (0–10) e submetidos à análise de cluster hierárquica (método de Ward),com a escolha do número ótimo de clusters orientada pelos índices de parada Calinski–Harabasz e Duda–Hart.As diferenças entre grupos foram avaliadas com testes não paramétricos, incluindo Kruskal–Wallis e qui quadrado (p<0,05).Foram identificados dois clusters distintos. O cluster 1 apresentou escores significativamente superiores em utilização, longitudinalidade, integração do cuidado, sistema de informação, serviços prestados e orientação familiar (p<0,05). O cluster 2 apresentou maior escore somente no atributo orientação comunitária (p=0,009). Não houve diferenças entre os grupos quanto à autoavaliação de saúde, prática de atividade física, lazer, qualidade do sono ou limitações funcionais. A análise de cluster permitiu distinguir padrões de desempenho da APS entre as UBS. Entretanto, o melhor desempenho nos atributos organizacionais não se associou a diferenças nos desfechos funcionais autorreferidos, sugerindo influência de fatores extraorganizacionais.
Título do Evento
IV Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Cidade do Evento
Diamantina
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

COELHO, Patiely Meira et al.. POR QUE ATRIBUTOS POSITIVOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NÃO SE CONVERTEM AUTOMATICAMENTE EM MELHORES DESFECHOS FUNCIONAIS E COMPORTAMENTAIS AUTORREFERIDOS?.. In: Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional. Anais...Diamantina(MG) UFVJM, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1465541-POR-QUE-ATRIBUTOS-POSITIVOS-DA-ATENCAO-PRIMARIA-A-SAUDE-NAO-SE-CONVERTEM-AUTOMATICAMENTE-EM-MELHORES-DESFECHOS-F. Acesso em: 11/08/2026

Trabalho

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