LACTENTES QUE FREQUENTAM AULAS DE ESTIMULAÇÃO AQUÁTICA APRESENTAM MAIS DOENÇAS INFECCIOSAS DO QUE SEUS PARES? UM ESTUDO PILOTO

Publicado em 05/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2471-6

Título do Trabalho
LACTENTES QUE FREQUENTAM AULAS DE ESTIMULAÇÃO AQUÁTICA APRESENTAM MAIS DOENÇAS INFECCIOSAS DO QUE SEUS PARES? UM ESTUDO PILOTO
Autores
  • Bárbara de Paula Dupim
  • Lucas Barbosa da Costa
  • Regina Alves de Oliveira
  • Firmino De Lima António Valente
  • Anna Júlia Santos Fernandes
  • Regielly Balieiro Braga
  • Mônica Eduarda Silva Pereira
  • Mila Cordeiro de Azevedo
  • Rosalina Tossige Gomes
  • Wellington Fabiano Gomes
  • Rosane Morais
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Reabilitação e Desempenho Funcional
Data de Publicação
05/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1465410-lactentes-que-frequentam-aulas-de-estimulacao-aquatica-apresentam-mais-doencas-infecciosas-do-que-seus-pares-um
ISBN
978-65-272-2471-6
Palavras-Chave
lactente; doenças infecciosas; hidroterapia.
Resumo
Introdução: A estimulação aquática na primeiríssima infância tem sido descrita como uma estratégia potencialmente benéfica para a promoção do bem-estar e desenvolvimento infantil. Todavia, a literatura apresenta resultados escassos e divergentes quanto ao impacto da frequência à piscina na saúde infantil. Objetivo: Avaliar a ocorrência de doenças infecciosas como desfecho de segurança em lactentes submetidos a um protocolo de estimulação aquática, em comparação a um grupo controle em lista de espera. Metodologia: trata-se de um estudo piloto, com delineamento experimental, aprovado pelo comitê de ética em pesquisa (92918925.0.0000.5108), incluindo 27 lactentes de ambos os sexos, com idade entre 3 a 7 meses. Os participantes foram randomizados em grupo intervenção (GI - estimulação aquática, 2 vezes por semana, durante 12 semanas) e grupo controle (GC - lista de espera). Os pais responderam mensalmente, durante quatro meses, a um formulário online estruturado pelos pesquisadores, com questões quantitativas sobre a saúde geral do bebê nos 30 dias anteriores, com o objetivo de monitorar a ocorrência de eventos infecciosos. Para a análise estatística, foram utilizados os testes do Qui-quadrado de Pearson e Mann-Whitney. Resultados: A amostra foi composta por 55,6% GC e 44,4% GI, com idade média de 5 meses. Ao longo do acompanhamento, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos quanto à ocorrência de febre (p>0,94), ou diarreia (p>0,32). Não houve associação entre a participação na estimulação aquática e maior ocorrência de doenças infecciosas: febre (p>0,30); diarreia (p>0,48); otite p>0,30) e sintomas respiratórios (p>0,18), durante o período avaliado. Conclusão: A aplicação do protocolo foi seguro para a ocorrência de doenças infecciosas. Entretanto, os resultados devem ser interpretados com cautela devido ao tamanho reduzido da amostra e estudos com amostras maiores e acompanhamento por período mais prolongado são necessários para confirmar esses resultados e fortalecer evidências acerca do impacto da estimulação aquática.
Título do Evento
IV Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Cidade do Evento
Diamantina
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

DUPIM, Bárbara de Paula et al.. LACTENTES QUE FREQUENTAM AULAS DE ESTIMULAÇÃO AQUÁTICA APRESENTAM MAIS DOENÇAS INFECCIOSAS DO QUE SEUS PARES? UM ESTUDO PILOTO.. In: Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional. Anais...Diamantina(MG) UFVJM, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1465410-LACTENTES-QUE-FREQUENTAM-AULAS-DE-ESTIMULACAO-AQUATICA-APRESENTAM-MAIS-DOENCAS-INFECCIOSAS-DO-QUE-SEUS-PARES-UM. Acesso em: 11/08/2026

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