O GRUPO OPERATIVO COMO FERRAMENTA DE PREVENÇÃO DE AGRAVOS RELACIONADOS À DOR CRÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO MUNICÍPIO DE COUTO DE MAGALHÃES DE MINAS

Publicado em 05/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2471-6

Título do Trabalho
O GRUPO OPERATIVO COMO FERRAMENTA DE PREVENÇÃO DE AGRAVOS RELACIONADOS À DOR CRÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO MUNICÍPIO DE COUTO DE MAGALHÃES DE MINAS
Autores
  • Jordana Minelli de Lima Souza
  • Ana Luiza de Freitas Martins
  • Débora Fernandes de Melo Vitorino
  • Sabrina Pinheiro Tsopanoglou
  • Marcio Alves Marçal
  • Henrique Silveira Costa
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Reabilitação e Desempenho Funcional
Data de Publicação
05/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1465242-o-grupo-operativo-como-ferramenta-de-prevencao-de-agravos-relacionados-a-dor-cronica--um-relato-de-experiencia-n
ISBN
978-65-272-2471-6
Palavras-Chave
Atenção Primária à Saúde, grupos operativos, dor crônica
Resumo
Dado o envelhecimento populacional como fenômeno global, o surgimento de condições crônicas, sobretudo as disfunções musculoesqueléticas, mostra-se como um desafio para a saúde pública, urgindo a necessidade de ações preventivas. Assim, grupos de atividades coletivas no contexto da Atenção Primária à saúde (APS) mostram-se como ferramenta assertiva e acessível, visto seu papel fundamental na continuidade do cuidado. Neste cenário, o projeto “Pilates para dor crônica” tem como objetivo desenvolver grupos operativos, com a finalidade de prevenir o agravamento de dores crônicas, propiciar a manutenção da saúde e da funcionalidade do usuário, bem como fomentar a prática de atividade física, o empoderamento quanto à condição de saúde, a interação e participação social. As atividades são realizadas no município de Couto de Magalhães de Minas, duas vezes por semana, com duração de uma hora cada encontro. O grupo é composto por usuários com queixa e diagnóstico de dores musculoesqueléticas crônicas, sem restrição de sexo e idade, reunindo em média 15 participantes por encontro. Inicialmente, o grupo foi limitado à 20 indivíduos, devido a indisponibilidade de materiais para a prática. As intervenções são realizadas por duas fisioterapeutas e incluem: (1)Prática corporal: exercícios do Método Pilates no solo, focado em alongamento, fortalecimento e consciência corporal; e (2)Educação em saúde: rodas de conversa de 10 minutos ao final de cada encontro, com temas pertinentes ao público. Após 10 meses de atividade, observa-se baixa rotatividade e boa adesão dos participantes. Através de autorrelato, os usuários demonstram melhora no quadro álgico e percepção subjetiva de saúde, maior disposição e independência para realização de atividades de vida diária, além dos impactos positivos na socialização e humor. Conclui-se portanto que a implementação de grupos operativos apresenta-se como ferramenta estratégica na prevenção de agravos relacionados a dores musculoesqueléticas crônicas, desempenhando papel fundamental nos aspectos físico, social e mental.
Título do Evento
IV Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Cidade do Evento
Diamantina
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SOUZA, Jordana Minelli de Lima et al.. O GRUPO OPERATIVO COMO FERRAMENTA DE PREVENÇÃO DE AGRAVOS RELACIONADOS À DOR CRÔNICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO MUNICÍPIO DE COUTO DE MAGALHÃES DE MINAS.. In: Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional. Anais...Diamantina(MG) UFVJM, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1465242-O-GRUPO-OPERATIVO-COMO-FERRAMENTA-DE-PREVENCAO-DE-AGRAVOS-RELACIONADOS-A-DOR-CRONICA--UM-RELATO-DE-EXPERIENCIA-N. Acesso em: 11/08/2026

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