DIAMANTINA, O "VALE DO RIFT" BRASILEIRO? EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS, GEOGRÁFICAS E SOCIAIS DE JOVENS TALENTOS ESPORTIVOS

Publicado em 05/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2471-6

Título do Trabalho
DIAMANTINA, O "VALE DO RIFT" BRASILEIRO? EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS, GEOGRÁFICAS E SOCIAIS DE JOVENS TALENTOS ESPORTIVOS
Autores
  • Pedro Lucas Praes Da Silva
  • Emanuel Rodrigues Pinheiro
  • Rian Ribeiro Martins
  • Ana Clara D'villa Gonçalves Barbosa
  • Emanuelle Neves da Silva
  • Kamila Moreira da Silva
  • Danilo Leonel
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Reabilitação e Desempenho Funcional
Data de Publicação
05/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1464292-diamantina-o-vale-do-rift-brasileiro-evidencias-historicas-geograficas-e-sociais-de-jovens-talentos-esporti
ISBN
978-65-272-2471-6
Palavras-Chave
talento esportivo; potência muscular; CMJ; Diamantina; atletismo.
Resumo
Introdução: O domínio queniano no atletismo mundial, especialmente na região do Vale do Rift, é frequentemente associado a uma combinação de fatores genéticos, altitudes elevadas e condições socioeconômicas que exigem deslocamentos ativos. Diamantina (MG) apresenta características análogas, como o relevo acidentado da Cordilheira do Espinhaço e um histórico social marcado pela resistência física de populações escravizadas, sugerindo que a região pode ser um celeiro de talentos esportivos. Objetivos: O estudo buscou verificar se os contextos geográficos, históricos e sociais influenciam a aptidão física, especificamente a potência muscular, em crianças não praticantes de atletismo. Métodos: A amostra contou com 40 participantes (11 a 15 anos) de duas escolas estaduais. Foram aplicados questionários sobre perfil socioeconômico e histórico-geográfico, seguidos do teste de salto vertical (Countermovement Jump - CMJ). Resultados: Não foram encontradas correlações significativas entre o desempenho no CMJ e as variáveis descendência, renda familiar, distância percorrida ou diferença altimétrica do percurso (p > 0,05). Especificamente sobre a forma de transporte, o grupo que se deslocava ativamente (a pé ou de bicicleta) apresentou correlação positiva e significativa com o CMJ (r = 0,536; p = 0,012), enquanto o grupo que utilizava transporte passivo não apresentou associação significativa. Conclusão: Conclui-se que o CMJ, quando utilizado de forma isolada, não foi capaz de detectar influências diretas das variáveis socioeconômicas, histórico-culturais e geográficas, como renda, descendência, distância do deslocamento e variação altimétrica do percurso. Entretanto, o deslocamento ativo mostrou associação positiva com a potência de membros inferiores, sugerindo que hábitos cotidianos de atividade física podem contribuir para o desenvolvimento neuromuscular em jovens.
Título do Evento
IV Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Cidade do Evento
Diamantina
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Pedro Lucas Praes Da et al.. DIAMANTINA, O "VALE DO RIFT" BRASILEIRO? EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS, GEOGRÁFICAS E SOCIAIS DE JOVENS TALENTOS ESPORTIVOS.. In: Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional. Anais...Diamantina(MG) UFVJM, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1464292-DIAMANTINA-O-VALE-DO-RIFT-BRASILEIRO-EVIDENCIAS-HISTORICAS-GEOGRAFICAS-E-SOCIAIS-DE-JOVENS-TALENTOS-ESPORTI. Acesso em: 11/08/2026

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