FORÇA DE PREENSÃO PALMAR COMO PREDITOR DE FALHA DE EXTUBAÇÃO EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA CARDÍACA

Publicado em 05/06/2026 - ISBN: 978-65-272-2471-6

Título do Trabalho
FORÇA DE PREENSÃO PALMAR COMO PREDITOR DE FALHA DE EXTUBAÇÃO EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA CARDÍACA
Autores
  • Bárbara Ribeiro Barbosa
  • Ana Paula Santos Silva
  • Júlia Rodrigues Gomes
  • Isabela Cristina Cruz
  • Louise de Pinho Gonçalves
  • Jessica Rocha de Souza
  • Cheyenne Alves da Fonseca
  • Marcus Vinícius Accetta Vianna
  • Henrique Silveira Costa
  • Pedro Henrique Scheidt Figueiredo
Modalidade
Resumo simples
Área temática
Reabilitação e Desempenho Funcional
Data de Publicação
05/06/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1457018-forca-de-preensao-palmar-como-preditor-de-falha-de-extubacao-em-pacientes-submetidos-a-cirurgia-cardiaca
ISBN
978-65-272-2471-6
Palavras-Chave
Força muscular, Extubação, Ventilação mecânica, Unidade de Terapia Intensiva, Cirurgia cardíaca.
Resumo
Introdução: A falha de extubação representa um evento clínico relevante em pessoas no pós-operatório de cirurgia cardíaca eletiva. A identificação de marcadores simples e acessíveis capazes de prever esse desfecho, como a força de preensão palmar (FPP), pode auxiliar na estratificação de risco. Entretanto, a associação entre a FPP pré-operatória e a falha de extubação nessa população ainda precisa ser melhor investigada. Objetivo: Analisar a associação entre a FPP e a falha de extubação em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca eletiva. Métodos: Estudo observacional prospectivo envolvendo adultos submetidos à cirurgia cardíaca. A FPP foi mensurada no período pré-operatório (24 h antes da cirurgia) com um dinamômetro analógico. O desfecho analisado foi a falha na extubação no pós-operatório. Foi realizada regressão logística simples e o nível de significância foi de 5%. Resultados: Foram avaliados 66 indivíduos, com predominância do sexo masculino (63,6%) e idade média de 60,6 ± 12,7 anos. A falha de extubação ocorreu em 6/66 (9,1%) participantes. Indivíduos com falha de extubação apresentaram menor FPP quando comparados aos sem falha (20,5 [19–25,5] kg vs 32 [24–40] kg; p = 0,014), além de maior tempo de ventilação mecânica invasiva (19 [17–22] h vs 8 [4–10] h; p = 0,001) e maior permanência na UTI (13 [12–17] dias vs 7 [5–12] dias; p = 0,007). Na regressão logística, a FPP associou-se à falha de extubação no modelo simples (OR = 0,893; IC95%: 0,799–0,998; p = 0,047), e a presença de DPOC também se associou ao desfecho (OR = 10,800; IC95%: 1,708–68,276). Conclusão: A redução da FPP no período pré-operatório está associada a maior risco de falha de extubação em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Esses achados sugerem que a FPP pode ser clinicamente relevante para a estratificação de risco e planejamento terapêutico dessa população.
Título do Evento
IV Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Cidade do Evento
Diamantina
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

BARBOSA, Bárbara Ribeiro et al.. FORÇA DE PREENSÃO PALMAR COMO PREDITOR DE FALHA DE EXTUBAÇÃO EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA CARDÍACA.. In: Anais do Simpósio em Reabilitação e Desempenho Funcional. Anais...Diamantina(MG) UFVJM, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iv-simposio-reabilitacao-desempenho-funcional/1457018-FORCA-DE-PREENSAO-PALMAR-COMO-PREDITOR-DE-FALHA-DE-EXTUBACAO-EM-PACIENTES-SUBMETIDOS-A-CIRURGIA-CARDIACA. Acesso em: 10/08/2026

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