“SOMOS AQUELES POR QUEM ESPERAMOS”: UMA ANÁLISE DISCURSIVA DA VOZ INDÍGENA QUE SE ERGUE NOS SÉCULOS XX E XXI

Publicado em 15/01/2026 - ISBN: 978-65-272-2123-4

Título do Trabalho
“SOMOS AQUELES POR QUEM ESPERAMOS”: UMA ANÁLISE DISCURSIVA DA VOZ INDÍGENA QUE SE ERGUE NOS SÉCULOS XX E XXI
Autores
  • Ariceneide Oliveira da Silva
Modalidade
RESUMO PARA SIMPÓSIO
Área temática
SIMPÓSIO 17- ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO (AD)
Data de Publicação
15/01/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iv-jise-semantica-enunciacao/792156-somos-aqueles-por-quem-esperamos--uma-analise-discursiva-da-voz-indigena-que-se-ergue-nos-seculos-xx-e-xxi
ISBN
978-65-272-2123-4
Palavras-Chave
voz indígena; silenciamento; resistência.
Resumo
O presente trabalho é parte de uma pesquisa de doutorado já concluída. Este filia-se à Análise de Discurso materialista, campo teórico que tem o filósofo Michel Pêcheux como principal fundador. Nessa perspectiva teórica, o sujeito, o discurso, a ideologia e as condições de produção são algumas das categorias importantes para interpretação do material, neste se trata da voz indígena. Desse modo, o corpus dessa pesquisa faz parte de um arquivo da escrita decolonial dos povos originários do Brasil. Essa voz indígena propõe desconstruir um imaginário de “índio” materializado no discurso do colonizador. Um dos objetivos da pesquisa foi interpretar como significa “ser indígena” na perspectiva ancestral, nas diferenças étnicas e culturais, na formação social dos povos originários, isto é, compreender como significa “ser indígena” nos enunciados: “Posso ser quem você é, sem deixar de ser o que/quem sou” e “Somos aqueles por quem esperamos”. Além desses enunciados, também foram analisados os efeitos de sentido das palavras: “índio”, leitura e escrita na voz indígena. Mas para esse trabalho proponho apresentar os resultados dos efeitos de sentido desses enunciados em jogo, assim como, abordar as condições de produção que materializam a voz indígena no final do século XX e início do século XXI. Para compreender os efeitos de sentido de “ser indígena” nos enunciados, foi necessário compreender os processos de dominação dos povos originários pelo colonizador entre os séculos XVI-XIX, e o processo de contradição, silenciamento e resistência instaurados nesses dizerem. Como embasamento teórico foram usados autores como: Althusser (1999), Munduruku (2012), Orlandi (202015; 2007), Pêcheux (2014), Pêcheux; Fuchs, 1997 [1975], Hooks (2019), dentre outros.
Título do Evento
IV Jise - Jornada Internacional Semântica e Enunciação
Título dos Anais do Evento
Anais da IV JISE - Jornada Internacional Semântica e Enunciação
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, Ariceneide Oliveira da. “SOMOS AQUELES POR QUEM ESPERAMOS”: UMA ANÁLISE DISCURSIVA DA VOZ INDÍGENA QUE SE ERGUE NOS SÉCULOS XX E XXI.. In: Anais da IV JISE - Jornada Internacional Semântica e Enunciação. Anais...Vitória da Conquista(BA) UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iv-jise-semantica-enunciacao/792156-SOMOS-AQUELES-POR-QUEM-ESPERAMOS--UMA-ANALISE-DISCURSIVA-DA-VOZ-INDIGENA-QUE-SE-ERGUE-NOS-SECULOS-XX-E-XXI. Acesso em: 26/05/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes