BIOMECÂNICA DA FASE TERMINAL DO SPRINT E SUA RELAÇÃO COM A LESÃO DE ISQUIOTIBIAIS NO FUTEBOL DE ELITE

Publicado em 10/07/2026 - ISBN: 978-65-272-2574-4

Título do Trabalho
BIOMECÂNICA DA FASE TERMINAL DO SPRINT E SUA RELAÇÃO COM A LESÃO DE ISQUIOTIBIAIS NO FUTEBOL DE ELITE
Autores
  • DIANNE VITORIA ARAUJO E SILVA
  • Mawilla Vitória dos Santos Siqueira
  • Maytê de Oliveira Rodrigues Pessôa
  • Nychollas Gomes Amorim
  • Sara Evelin reis Da Conceicao
  • THAYSSA BEATRIZ LIMA BARBOSA
  • Joaquim Albuquerque Viana
Modalidade
Artigo Completo
Área temática
Biomecânica no Futebol de Elite
Data de Publicação
10/07/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iii-simposio-uninorte-de-fisiologia-e-biomecanica-715192/1622229-biomecanica-da-fase-terminal-do-sprint-e-sua-relacao-com-a-lesao-de-isquiotibiais-no-futebol-de-elite
ISBN
978-65-272-2574-4
Palavras-Chave
Fenômenos Biomecânicos, Corrida, Músculos Isquiossurais, Traumatismos em Atletas, Futebol.
Resumo
Introdução: As lesões de músculos isquiotibiais estão entre as principais formas de traumas musculoesqueléticos no futebol de elite, sendo frequentemente associadas a ações de sprint e mudanças bruscas de direção. A fase terminal do sprint (late swing phase) é considerada um dos momentos de maior vulnerabilidade biomecânica, devido à elevada tensão excêntrica exercida sobre a musculatura posterior da coxa. Objetivo: Analisar a biomecânica da fase terminal do sprint e sua relação com a incidência de lesões de isquiotibiais em jogadores de futebol de elite. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura integrativa, realizada nas bases SciELO, PubMed, Google Scholar e BDTD. Foram incluídos artigos publicados entre 2021 e 2026, disponíveis na íntegra, em português e inglês, relacionados à biomecânica do sprint e às lesões de isquiotibiais. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, cinco estudos compuseram a análise final. Resultados e Discussões: Os estudos demonstraram que corridas em velocidade máxima aumentam significativamente a sobrecarga sobre os isquiotibiais, especialmente no bíceps femoral. Atletas com histórico de lesão apresentam alterações biomecânicas, déficits no controle pélvico e modificações nos ângulos de joelho e quadril durante o sprint. Além disso, fatores como fadiga muscular e alterações neuromusculares mostraram-se associados ao maior risco de recorrência das lesões. Conclusão: Conclui-se que a biomecânica da fase terminal do sprint possui relação direta com a alta incidência de lesões de isquiotibiais no futebol de elite, reforçando a importância de estratégias preventivas voltadas ao fortalecimento excêntrico, controle de carga e aperfeiçoamento técnico do sprint.
Título do Evento
III Simpósio UniNorte de Fisiologia e Biomecânica
Cidade do Evento
Manaus
Título dos Anais do Evento
Anais do Simpósio Uninorte de Fisiologia e Biomecânica
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

SILVA, DIANNE VITORIA ARAUJO E et al.. BIOMECÂNICA DA FASE TERMINAL DO SPRINT E SUA RELAÇÃO COM A LESÃO DE ISQUIOTIBIAIS NO FUTEBOL DE ELITE.. In: Anais do Simpósio Uninorte de Fisiologia e Biomecânica. Anais...Manaus(AM) UNINORTE, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iii-simposio-uninorte-de-fisiologia-e-biomecanica-715192/1622229-BIOMECANICA-DA-FASE-TERMINAL-DO-SPRINT-E-SUA-RELACAO-COM-A-LESAO-DE-ISQUIOTIBIAIS-NO-FUTEBOL-DE-ELITE. Acesso em: 14/07/2026

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