INFLUÊNCIA HORMONAL NA DOR OROFACIAL: CONTRIBUIÇÕES ENDÓCRINAS NAS DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES.

Publicado em 09/07/2025 - ISBN: 978-65-272-1607-0

Título do Trabalho
INFLUÊNCIA HORMONAL NA DOR OROFACIAL: CONTRIBUIÇÕES ENDÓCRINAS NAS DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES.
Autores
  • Catiana Secundino Ralin de Araújo
  • Mauriem De Souza Pes
  • Sarah Mendes de Sousa Macedo Silva
  • Iza Melo Freitas
Modalidade
Resumo
Área temática
Revisão da literatura
Data de Publicação
09/07/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/iii-simposio-latinoamericano-saude-multidisciplinar/1144751-influencia-hormonal-na-dor-orofacial--contribuicoes-endocrinas-nas-disfuncoes-temporomandibulares
ISBN
978-65-272-1607-0
Palavras-Chave
Ciclo hormonal, disfunção temporomandibular, dor orofacial , hormônios sexuais, hormônios e DTM
Resumo
A disfunção temporomandibular (DTM) é uma condição de dor orofacial frequentemente associada a várias comorbidades. Embora sua etiologia seja multifatorial, fatores hormonais têm sido destacados como moduladores da dor e da resposta inflamatória nas DTM, especialmente em mulheres, que apresentam maior prevalência dessa condição. Pesquisas indicam que os níveis de estrogênio, progesterona e outros hormônios sexuais desempenham um papel importante na modulação da dor e na fisiologia da articulação temporomandibular (ATM). A maior prevalência de DTM em mulheres entre 20 e 40 anos sugere uma possível ligação com os ciclos hormonais. O estrogênio, por exemplo, possui receptores na ATM e nos músculos associados, influenciando a resposta inflamatória, sensibilidade à dor e regeneração tecidual. Variações hormonais durante o ciclo menstrual, gestação, uso de contraceptivos orais e menopausa afetam a percepção da dor e a intensidade dos sintomas de DTM. Mulheres na fase lútea tendem a relatar maior dor, sugerindo que flutuações hormonais impactam diretamente os mecanismos de nocicepção. Além disso, o desequilíbrio entre estrogênio e progesterona pode prejudicar o controle muscular e a função articular. Embora muitos estudos mostrem correlações significativas, as evidências clínicas ainda são limitadas e, em alguns casos, contraditórias, enfatizando a necessidade de mais pesquisas longitudinais e padronizadas. A relação entre hormônios e DTM é complexa, mas significativa. Ignorar essa conexão pode prejudicar abordagens terapêuticas eficazes, especialmente em mulheres. A compreensão dessa interação pode contribuir para diagnósticos mais precisos e estratégias de tratamento integradas, destacando a importância de considerar fatores hormonais na prática clínica multidisciplinar voltada para disfunções temporomandibulares e dores orofaciais.
Título do Evento
III Simpósio Latinoamericano de Saúde Multidisciplinar
Título dos Anais do Evento
Anais do III Simpósio Latinoamericano de Saúde Multidisciplinar
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ARAÚJO, Catiana Secundino Ralin de et al.. INFLUÊNCIA HORMONAL NA DOR OROFACIAL: CONTRIBUIÇÕES ENDÓCRINAS NAS DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES... In: Anais do III Simpósio Latinoamericano de Saúde Multidisciplinar. Anais...Fortaleza (CE) FOR, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/iii-simposio-latinoamericano-saude-multidisciplinar/1144751-INFLUENCIA-HORMONAL-NA-DOR-OROFACIAL--CONTRIBUICOES-ENDOCRINAS-NAS-DISFUNCOES-TEMPOROMANDIBULARES. Acesso em: 17/05/2026

Trabalho

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