AUTOETNOGRAFIA DE UMA MULHER NEURODIVERGENTE NA FORMAÇÃO DOCENTE: PERCEPÇÕES SENSORIAIS E PRÁTICAS INCLUSIVAS

Publicado em 23/07/2026 - ISBN: 978-65-272-2613-0

Título do Trabalho
AUTOETNOGRAFIA DE UMA MULHER NEURODIVERGENTE NA FORMAÇÃO DOCENTE: PERCEPÇÕES SENSORIAIS E PRÁTICAS INCLUSIVAS
Autores
  • Barbara Monteiro Guimarães
Modalidade
Relato de Experiência
Área temática
Educação Inclusiva, Diversidade e Sustentabilidade na Pesquisa
Data de Publicação
23/07/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-simposio-internacional-da-pos-graduacao-em-ensino-construindo-redes-para-a-pesquisa-em-ensino-e-a-formacao-docente-639746/1505035-autoetnografia-de-uma-mulher-neurodivergente-na-formacao-docente--percepcoes-sensoriais-e-praticas-inclusivas
ISBN
978-65-272-2613-0
Palavras-Chave
autoetnografia; neurodivergência; inclusão escolar; formação docente; sensorial idade.
Resumo
Este relato de experiência apresenta uma abordagem autoetnográfica desenvolvida ao longo da formação inicial em pedagogia, articulando vivências pessoais enquanto mulher neurodivergente e experiências no estágio supervisionado e no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O objetivo é analisar como percepções sensoriais e adaptações pedagógicas influenciam a prática docente e favorecem a inclusão de estudantes neurodivergentes. A partir de registros de campo, memórias e observações em contextos educativos, foram identificadas situações de sobrecarga sensorial, dificuldades de autorregulação e barreiras no ambiente escolar. Em resposta, foram realizadas intervenções como reorganização de estímulos, flexibilização de atividades e mediação sensível das demandas. Os resultados indicam que adaptações simples — como controle de luminosidade, redução de ruídos e oferta de pausas — contribuem significativamente para o engajamento e o bem-estar dos estudantes. Destaca-se, ainda, que a sensorialidade da docente neurodivergente atua como ferramenta de identificação precoce de desconfortos, favorecendo intervenções mais eficazes. Conclui-se que a autoetnografia constitui um caminho legítimo para a produção de conhecimento na formação docente, evidenciando a importância de práticas pedagógicas inclusivas e da valorização da diversidade neurológica no contexto escolar.
Título do Evento
2º Simpósio Internacional da Pós-Graduação em Ensino: Construindo Redes para a Pesquisa em Ensino e a Formação Docente
Cidade do Evento
Nilópolis
Título dos Anais do Evento
Anais do 2º Simpósio Internacional da Pós-graduação em Ensino: construindo redes para a pesquisa em ensino e a formação docente
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

GUIMARÃES, Barbara Monteiro. AUTOETNOGRAFIA DE UMA MULHER NEURODIVERGENTE NA FORMAÇÃO DOCENTE: PERCEPÇÕES SENSORIAIS E PRÁTICAS INCLUSIVAS.. In: Anais do 2º Simpósio Internacional da Pós-graduação em Ensino: construindo redes para a pesquisa em ensino e a formação docente. Anais...Rio de Janeiro(RJ) IFRJ e UERJ, 2026. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-simposio-internacional-da-pos-graduacao-em-ensino-construindo-redes-para-a-pesquisa-em-ensino-e-a-formacao-docente-639746/1505035-AUTOETNOGRAFIA-DE-UMA-MULHER-NEURODIVERGENTE-NA-FORMACAO-DOCENTE--PERCEPCOES-SENSORIAIS-E-PRATICAS-INCLUSIVAS. Acesso em: 07/09/2026

Trabalho

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