CIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA: CÉLULAS SOLARES SENSIBILIZADAS COM CORANTES NATURAIS AMAZÔNICOS

Publicado em 23/03/2026 - ISBN: 978-65-272-2285-9

DOI
10.29327/ii-simposio-cientifico-roderick-de-castello-branco-618502.1434239  
Título do Trabalho
CIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA: CÉLULAS SOLARES SENSIBILIZADAS COM CORANTES NATURAIS AMAZÔNICOS
Autores
  • Natércia Suellen De Oliveira Lopes
  • Cassio Augusto Da Silva Oliveira
  • ANA ELIZE COSTA BRITO
  • Anderson Da Silva Borges
  • Letícia Maria Silva do Nascimento
Modalidade
Submissão de Resumos (Banners)
Área temática
Ambiente, Energia e Sustentabilidade
Data de Publicação
23/03/2026
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/ii-simposio-cientifico-roderick-de-castello-branco-618502/1434239-ciencia-e-sustentabilidade-na-escola--celulas-solares-sensibilizadas-com-corantes-naturais-amazonicos
ISBN
978-65-272-2285-9
Palavras-Chave
Células solares; Corantes naturais amazônicos; Energia renovável; Sustentabilidade.
Resumo
O presente estudo tem como objetivo integrar ciência, sustentabilidade e cultura amazônica por meio da construção de células solares sensibilizadas por corantes naturais (Dye-Sensitized Solar Cells – DSSC), aproximando conceitos de energia renovável da realidade escolar. A proposta foi desenvolvida com estudantes da Escola Estadual Roderick de Castello Branco, em Manaus, visando introduzir fundamentos de conversão fotovoltaica, estimular o pensamento científico e valorizar recursos naturais regionais como potenciais fotossensibilizadores. A metodologia adotada consistiu em abordagem experimental, envolvendo a extração de corantes naturais de matrizes amazônicas, como açaí, jenipapo e urucum, preparação de eletrodos condutores, aplicação de dióxido de titânio (TiO2), sinterização, montagem das células e realização de testes elétricos sob diferentes condições de luminosidade. As etapas foram conduzidas de forma sistemática e replicável, permitindo a compreensão de fenômenos como absorção de luz, fluxo de elétrons, resistência e geração de corrente elétrica. Os resultados evidenciaram diferenças significativas no desempenho dos corantes naturais. O açaí apresentou maior geração de corrente sob luz solar, porém baixa estabilidade em condições de menor luminosidade, indicando a sensibilidade das antocianinas. O jenipapo demonstrou maior estabilidade e menor resistência elétrica, embora com correntes mais moderadas. O urucum apresentou desempenho inicial elevado, seguido de rápida perda de eficiência, atribuída à degradação fotoquímica. A análise dos resultados indica que, embora os corantes amazônicos apresentem potencial como fotossensibilizadores, ainda existem limitações relacionadas à estabilidade e à eficiência. Conclui-se que a atividade contribuiu significativamente para a formação científica dos estudantes, promovendo aprendizagem significativa e evidenciando que práticas experimentais contextualizadas fortalecem o ensino de Ciências e incentivam a inovação no ambiente escolar.
Título do Evento
II Simpósio Científico Roderick de Castello Branco
Cidade do Evento
Manaus
Título dos Anais do Evento
Anais do Simcro: ciência, inovação e educação para a transformação da Amazônia
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

LOPES, Natércia Suellen De Oliveira et al.. CIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE NA ESCOLA: CÉLULAS SOLARES SENSIBILIZADAS COM CORANTES NATURAIS AMAZÔNICOS.. In: Anais do Simcro: ciência, inovação e educação para a transformação da Amazônia. Anais...Manaus(AM) EERCB, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/ii-simposio-cientifico-roderick-de-castello-branco-618502/1434239-CIENCIA-E-SUSTENTABILIDADE-NA-ESCOLA--CELULAS-SOLARES-SENSIBILIZADAS-COM-CORANTES-NATURAIS-AMAZONICOS. Acesso em: 21/06/2026

Trabalho

Even3 Publicacoes